O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A administradora FII foi intimada em um auto de infração que atribui ao fundo “responsabilidade solidária” por débitos fiscais ligados a uma emissão de cotas
O ano de 2019 nem foi há tanto tempo. Mas, de lá para cá, uma pandemia entrou no meio do caminho e o isolamento social bagunçou a linha do tempo de muita gente, causando dificuldades para lembrar o que aconteceu naquele ano. A memória da Receita Federal, porém, está intacta: o Fisco "enquadrou" um fundo imobiliário por débitos fiscais de uma emissão de cotas realizada em 2019.
Segundo comunicado do General Shoppings e Outlets do Brasil (GSFI11), a Trustee, administradora do FII, foi intimada em um auto de infração.
A Receita atribui ao GSFI11 "responsabilidade solidária" por débitos fiscais "supostamente devidos" por quem investiu nas cotas na operação.
O comunicado, enviado pelo FII à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem (11), não detalha quais são os débitos em questão. Mas a administradora afirma ter "convicção de que os fundamentos utilizados não permitem que seja imputada ao fundo a responsabilidade pelo recolhimento" das despesas que seriam de cotistas.
Além disso, a Trustee destaca que, como o auto de infração ainda está em fase administrativa, o FII tem um prazo de 30 dias para apresentar uma defesa.
"A Administradora tomará todas as medidas cabíveis, na esfera administrativa e judicial, para a defesa
desses posicionamentos, dos interesses do fundo e de seus cotistas", garante a empresa.
Leia Também
O comunicado do General Shoppings e Outlets do Brasil também não fornece mais informações sobre a operação que é alvo do Leão. Na busca de documentos da CVM, no entanto, é possível encontrar alguns detalhes.
A terceira oferta do fundo foi encerrada em janeiro de 2019 após a emissão de pouco mais de 68,4 milhões de cotas que foram subscritas por um único investidor pessoa jurídica (PJ).
Com valor nominal unitário de R$ 9,21, a operação levantou um montante total de R$ 630,7 milhões. De acordo com o prospecto da emissão, os recursos foram utilizados para o pagamento de dividendos aos acionistas da empresa que desenvolve e/ou administra os shoppings do portfólio do FII, a General Shopping e Outlets.
Vale destacar que, antes e nos meses após a operação, a base de cotistas do fundo era formada por apenas um cotista PJ. Atualmente, mais de oito mil pessoas físicas, 13 jurídicas, sete estrangeiros, cinco FIIs e 19 fundos de outros tipos investem no GSFI11, de acordo com o último informe mensal divulgado.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio