O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A passagem da Catalunya pela gestão do SRVD11, que é sócio da empresa que deu calote em diversos FIIs da B3, durou pouco mais de dois meses
Durou pouco mais de dois meses a passagem da Catalunya pela direção do fundo imobiliário Serra Verde (SRVD11). O FII é conhecido por ser acionista do grupo Gramado Parks (GPK), empresa que deu calote em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que estão no portfólio de diversos FIIs da B3.
Segundo fato relevante enviado ao mercado, a gestora renunciou ao posto, mas permanecerá à frente do FII até que uma nova empresa seja aprovada em assembleia a ser convocada no futuro.
Vale destacar que o fato relevante em questão foi divulgado na última quarta-feira (12), mas consta como cancelado no sistema da operadora da bolsa brasileira.
Procuradas pelo Seu Dinheiro para confirmar a renúncia, Catalunya e Vórtx, a administradora do fundo, não retornaram o contato até a publicação deste texto. A matéria será atualizada caso seja recebido um posicionamento oficial das companhias.
É importante relembrar que essa não é a primeira troca na direção do SRVD11, que era feita anteriormente pela RCAP Asset.
A RCAP faz parte do portfólio da RTSC, holding que investe em diversas empresas do mercado financeiro, incluindo duas gestoras — Devant Asset e Hectare, responsáveis por fundos imobiliários que investem em CRIs da Gramado Parks — e a Forte Securitizadora, emissora dos títulos.
Leia Também
Com o possível conflito de interesse no foco do mercado após a Gramado Parks deixar de pagar a remuneração dos CRIs em questão, a RCAP foi substuída no início de maio pela Catalunya.
Na ocasião, a troca foi aprovada em assembleia geral extraordinária e a identidade dos investidores que propuseram a mudança não foi divulgada. Mas vale destacar que a família Caliari, fundadora da Gramado Parks, é uma das acionistas do FII e travou uma batalha com a ForteSec nos tribunais pelo controle da companhia antes da oficialização da recuperação judicial.
Além dos Caliari, outros dois fundos ligados à holding RTSC — Hectare CE (HCTR11) e Tordesilhas EI (TORD11) — detêm cotas do Serra Verde.
Além da renúncia da gestora, a Vórtx trouxe uma atualização sobre o patrimônio líquido do fundo Serra Verde, cujo portfólio é todo formado por projetos desenvolvidos pelo grupo GPK.
De acordo com outro comunicado divulgado ontem, um ajuste contábil de R$ 1,18 milhão derrubou o valor patrimonial do FII em 210,71%. Ou seja, na prática, o patrimônio líquido está negativo.
Segundo a administradora, o ajuste foi realizado a fim de "refletir corretamente o resultado da Gramado Parks Investimentos e Intermediações S.A".
Vale destacar que, em maio, na troca de gestão, o ativo já havia sido remarcado de acordo com as demonstrações financeiras de 2022 e sofreu uma variação negativa de 98,65% em seu valor contábil.
Segundo o último informe mensal disponível do SRVD11, divulgado após a remarcação, o PL do fundo era de R$ 605,7 mil em maio.
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista