O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Ibovespa ainda acumula desempenho negativo em 2023, mas a forte alta desta quinta-feira (05) reduziu as perdas
No mundo do futebol, de tempos em tempos um novo quarteto fantástico ou trio invencível de ataque surge para dominar as manchetes e encher o peito dos torcedores de esperanças de que ali estão pessoas imbatíveis — e não é raro que tanta expectativa acabe gerando certa frustração em pouquíssimo tempo.
A Copa do Mundo já acabou e a bola só rola no Brasileirão em abril, mas tem um novo quarteto fantástico que promete dominar as manchetes. Pelo menos as do caderno de economia.
Foi assim que Simone Tebet, ministra do Planejamento, descreveu o “time” que irá comandar a economia do país pelos próximos em seu discurso de posse — “um quarteto a favor do Brasil”, composto por ela, Esther Dweck, ministra da Gestão, Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e Fernando Haddad, Ministro da Fazenda.
Nos últimos dias, os colegas de Tebet já haviam tomado posse de suas respectivas pastas, e trouxeram falas que tentavam conciliar o compromisso do governo com a questão social e a preocupação com a trajetória fiscal do país — sem muito convencimento.
Foi a emedebista que fez os olhos do mercado financeiro brilharem. Em seu discurso, Tebet lembrou que há divergência entre os membros da equipe econômica, mas que isso é saudável. Além disso, a nova ministra mostrou preocupação social, mas batendo na tecla de que o controle de gastos é o caminho.
O discurso pró-mercado da chefe do Planejamento se somou aos sinais dados ontem pelo novo governo de que temas caros ao mercado devem ser levados em consideração. Amanhã, uma reunião entre Lula e seus ministros traz expectativa de que a nova gestão, enfim, alinhará o discurso.
Leia Também
Com o petróleo se recuperando o rubor voltando ao rosto dos investidores brasileiros, a bolsa brasileira ignorou a queda em Wall Street. O Ibovespa subiu 2,19%, aos 107.641 pontos. O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,85%, a R$ 5,3518. A curva de juros passou por alívio.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 13,70% | 13,75% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 13,14% | 13,22% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 13,06% | 13,19% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 13,08% | 13,23% |
Ainda na ressaca da ata do Federal Reserve divulgada ontem e na expectativa de que os ajustes de juros sigam ao longo de 2023, os principais índices em Wall Street tiveram mais um dia de cautela.
Os primeiros dias do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva foram de grande pressão para o mercado financeiro, mas a quinta-feira (05) surge como um respiro em uma semana conturbada para ativos de risco — uma boa notícia para setores mais sensíveis da bolsa, como consumo, varejo e tecnologia.
O temor de um governo gerido sem a preocupação com as contas públicas e com estímulos artificiais ao crescimento deu espaço para um discurso mais moderado de alguns ministros — além de uma percepção de que haverá uma unificação de trajetória, após falas conflitantes nos primeiros dias do mandato.
Os mercados brasileiros, que estiveram mergulhados em uma forte onda de pessimismo com a trajetória fiscal do país para os próximos anos, aproveitam o momento para realinhar suas expectativas. Isso não significa uma mudança de chave completa — mas apenas uma visão menos catastrófica como a dos últimos dias.
Redução da percepção de risco é uma boa notícia para a curva de juros, que operou hoje em forte queda. O movimento impacta diretamente os setores mais sensíveis aos movimentos da Selic na bolsa.
Assim, mesmo com a forte queda dos índices em Nova York e a perspectiva de que o Federal Reserve deve seguir elevando os juros em 2023, as empresas de tecnologia e varejo correram atrás do prejuízo recente e exibiram ganhos robustos.
Confira as maiores altas dessa sessão:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 9,69 | 11,00% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 11,55 | 9,38% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,54 | 9,18% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 8,38 | 8,69% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 7,35 | 7,46% |
Na ponta contrária, um dos maiores recuos do dia ficou por conta da operadora de saúde Qualicorp (QUAL3). Nos últimos dias, as ações da empresa haviam avançado forte após a notícia de que a Rede D’Or (RDOR3) irá terceirizar a gestão da sua fatia na empresa e a nova indicação de conselheiros. Confira também as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| SMTO3 | São Martinho | R$ 22,41 | -2,14% |
| QUAL3 | Qualicorp ON | R$ 5,93 | -1,82% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 18,70 | -1,53% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 14,80 | -1,14% |
| ENGI11 | Engie units | R$ 41,35 | -1,01% |
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM