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A ausência das bolsas de Wall Street fez com que o foco dos investidores ficasse completamente voltado para o cenário interno
Depois de um início de verão mais gélido que o normal, o sol finalmente brilhou no céu de São Paulo e reinou o clima típico da estação. A exceção foi na B3, em cuja sede, apesar de estar na ensolarada capital paulista, permaneceu com o tempo fechado nesta segunda-feira (16).
Algumas das nuvens escuras que pesam sobre o Ibovespa ainda são formadas pela tempestade na Americanas (AMER3) e a descoberta de inconsistências bilionárias em seus balanços.
A incerteza sobre o tamanho real do estrago e a possibilidade de que a empresa entre em uma recuperação judicial trouxeram um início de semana com queda brusca nos papéis, superior aos 38%, e seguem causando perdas aos bancos credores da companhia.
Mas a varejista não foi a única a soprar ventos que esfriaram os negócios. O dia de Martin Luther King manteve as bolsas dos Estados Unidos fechadas hoje e reduziu a liquidez no mercado por aqui.
A ausência de Wall Street também fez com que o foco dos investidores ficasse completamente voltado para o cenário interno. E, no noticiário local, um dos destaques foi a deterioração das expectativas inflacionárias.
A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do Boletim Focus, divulgado mais cedo, afastou-se ainda mais do centro da meta de alta dos preços para 2023, que chegou a 5,38%, e para os próximos anos.
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A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia reajustar o salário mínimo acima dos R$ 1.320 previstos no Orçamento também mexeu com as expectativas do mercado e provocou a alta dos juros futuros.
O Ministério da Fazenda é contrário à proposta, defendida pela ala política do governo. Por isso, os investidores estiveram especialmente atentos ao discurso de Fernando Haddad, titular da pasta, no Fórum Econômico Mundial, em Davos.
O ministro, no entanto, concentrou-se em falar sobre os atos antidemocráticos em Brasília e nas discussões sobre a reforma tributária.
Sem um guarda-chuva para proteger-se do temporal corporativo e econômico — normalmente as ações ligadas às commodities cumprem essa função, mas operaram em baixa hoje —, o Ibovespa encerrou o dia em queda de 1,54%, aos 109.212 pontos.
Já o dólar à vista não se importou com o banho de chuva: todos os ruídos que atrapalharam a renda variável ajudaram a aquecer a demanda pela moeda norte-americana que, no estilo “singing in the rain”, subiu 0,83% hoje, cotada em R$ 5,1486.
A ponta negativa do Ibovespa foi novamente ocupada pela Americanas (AMER3).
Os últimos desdobramentos do rombo contábil na empresa, que incluem a contratação do Rothschild & Co para negociar dívidas com credores brasileiros e internacionais e um novo rebaixamento em sua nota de crédito, ajudaram a fortalecer a queda de hoje.
Confira abaixo:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 1,94 | -38,41% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 7,57 | -5,38% |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 7,49 | -5,19% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 13,20 | -4,90% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,07 | -4,46% |
Já as duas rivais da varejista, Magazine Luiza (MGLU3) e Via (VIIA3) dominaram a tabela oposta.
Reduzidos os temores de que as companhias apliquem a mesma “contabilidade criativa” que levou às inconsistências na companhia, ambar surgem como uma opção para manter o varejo nacional na carteira.
Outro destaque do dia foi a Embraer (EMBR3), que subiu forte ao confirmar que recebeu uma encomenda de 15 aeronaves comerciais do modelo E195-E2.
A empresa não revelou quem é o cliente, mas o tamanho do pedido foi suficiente para fazer com que o mercado reagisse bem à notícia.
Veja as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,85 | 12,24% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,62 | 10,55% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 16,37 | 3,94% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 15,29 | 3,59% |
| POSI3 | Positivo Tecnologia ON | R$ 7,74 | 2,38% |
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