O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco de investimentos revisou suas projeções e traça um cenário mais atual para a economia e para o câmbio no ano que vem; confira o que deve vir por aí
Se você quer saber como será 2024, não é preciso recorrer às cartas ou ter uma bola de cristal. O Itaú BBA traçou o cenário para o ano que vem depois de revisar projeções para o dólar, para a inflação e para os juros.
E a primeira boa notícia é que a taxa de câmbio deve ficar abaixo de R$ 5,00 em 2024: o banco passou a estimar o dólar a R$ 4,90 e não mais a R$ 5,25 graças à melhora esperada para o ambiente internacional. Acompanhe a nossa cobertura ao vivo dos mercados.
“Vemos espaço para um desempenho melhor da moeda, considerando um ambiente internacional mais favorável, com o Federal Reserve [Fed, o banco central dos EUA] começando a cortar juros mais cedo no ano — o que ajuda a aliviar em parte a esperada redução do diferencial de juros e deve também trazer enfraquecimento do dólar em nível global”, diz o Itaú BBA em relatório.
O banco alerta, no entanto, que a economia norte-americana deve continuar performance melhor do que as demais, o que limita o espaço para uma expectativa de dólar global muito mais fraco.
A alegria do dólar abaixo de R$ 5 não deve durar muito, no entanto. O Itaú BBA projeta uma taxa de câmbio de R$ 5,10 para 2025.
Ao que parece, 2024 também vai ser um ano melhor para o bolso dos brasileiros.
Leia Também
As projeções do Itaú BBA mostra que o índice nacional de preços ao consumidor amplo (IPCA) deve encerrar este ano em 4,5%, de 4,6% previstos anteriormente.
E essa desaceleração de preços deve continuar no próximo ano, com o banco de investimentos passando a estimativa para o IPCA de 4,0% para 3,6%.
“Incorporamos impacto do câmbio mais apreciado sobre bens comercializáveis. Além disso, revisamos nossa trajetória do núcleo de industriais subjacentes incorporando impacto de estoques ainda elevados. Com essa revisão o balanço de riscos para 2024 fica simétrico”, diz o Itaú BBA em relatório.
Segundo o banco, uma dinâmica mais benigna do núcleo de serviços é um risco baixista para essa projeção, enquanto um reajuste maior em cursos regulares em fevereiro é um risco altista.
Para 2025, tendo em vista a desancoragem de expectativas longas e um mercado de trabalho ainda apertado, o Itaú BBA projeta inflação acima da meta, em 3,5%.
Na última reunião do ano, o Copom reduziu mais uma vez a taxa Selic em 50 pontos base, para 11,75% ao ano, como era amplamente esperado.
A ata da reunião trouxe um conjunto de mudanças na comunicação do comitê que, segundo o Itaú BBA, tiveram caráter neutro no geral.
As autoridades reconheceram que o cenário externo se tornou menos adverso — mas permanece volátil —, mencionaram que o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre confirmou que a economia local está perdendo dinamismo e reconheceram que a desinflação está em curso, com melhora de composição, mas em linha com o que era esperado.
Segundo o banco, como a comunicação do comitê não abre espaço agora para a discussão de uma eventual aceleração no ritmo de cortes, o ritmo de corte de 50 p.b. Deve ser mantido nas próximas reuniões.
E, mesmo sem contemplar uma aceleração no processo de afrouxamento monetário, os juros de um dígito vem aí. O Itaú BBA espera uma Selic em 9% no ano que vem, patrocinada por uma inflação mais baixa.
“No entanto, vale notar que, com expectativas de inflação ainda acima da meta, a Selic deve permanecer em território contracionista”, diz o Itaú BBA.
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado