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RESUMO DO DIA: O Ibovespa iniciou a sessão em tom positivo, mas o dia com a agenda mais esvaziada limitou os ganhos.
Nesta semana, o foco dos investidores está voltado para as políticas monetárias aqui e no exterior. Os BCs de Brasil, China, Estados Unidos, Inglaterra e Japão anunciarão decisões de política monetária nos próximos dias.
Sendo assim, as movimentações do Ibovespa acompanharam o desempenho das commodities e o noticiário corporativo. Vale (VALE3) recuou na esteira do minério de ferro. Já a Braskem (BRKM5) liderou os ganhos do índice com a expectativa de venda da fatia da Novonor para o fundo da Apollo/Adnoc.
O mercado também acompanhou a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro Fernando Haddad aos EUA e os desdobramentos da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Em destaque, o chefe da pasta econômica anunciou os primeiros green bonds brasileiros.
O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 0,40%, aos 118.288 pontos.
O dólar à vista fechou a sessão a R$ 4,8561, com queda de 0,31%.
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Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (18):
O Ibovespa fechou em tom negativo no nível de 118 mil pontos.
Na ponta positiva, Braskem (BRKM5) liderou os ganhos com a expectativa de venda da fatia da Novonor na petroquímica.
A Azul (AZUL4) subiram com a elevação da recomendação neutra para compra pelo JP Morgan. O banco também elevou o preço-alvo de R$ 26,50 para R$ 29.
As ações da Magazine Luiza (MGLU3) também avançaram beneficiadas pela expectativa de ganhos de market share com a forte queda da Via (VIIA3) após o follow-on.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 23,21 | 5,84% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 21,21 | 4,74% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,35 | 4,35% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,58 | 4,03% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 13,94 | 2,95% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 10,00 | -5,66% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 0,72 | -5,26% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 28,29 | -4,10% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 9,57 | -3,43% |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,55 | -3,35% |
Com a agenda mais esvaziada, o Ibovespa terminou o pregão com queda de 0,40%, aos 118.288 pontos.
O principal índice da bolsa brasileira iniciou o dia em alta na esteira do petróleo, mas o recuo de Vale (VALE3) pesou sobre os ativos.
A mineradora brasileira, assim como todo o setor de commodities metálicas, fechou em queda com o leve recuo do minério de ferro em Dalian, na China. A commodity caiu 0,17%, com a tonelada a US$ 119,79.
Além disso, os investidores reagiram a notícias corporativas, como a possibilidade de venda da fatia da Novonor da Braskem (BRKM5) com a Petrobras (PETR4), além de revisões de recomendações de bancos.
No radar seguem as decisões dos bancos centrais nos próximos dias: na quarta-feira (20), o Federal Reserve e o Copom; na quinta-feira (21), o BC do Reino Unido.
De olho na decisão do Federal Reserve (Fed) na próxima quarta-feira (20), as bolsas de Nova York encerraram a sessão em alta:
O dólar fechou a R$ 4,8561, em queda de 0,31%, no mercado à vista.
A moeda americana segue pressionada pela expectativa de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed) na atual faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.
Os contratos para novembro do petróleo tipo Brent encerraram a sessão em alta de 0,39%, a US$ 94,30 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os futuros do petróleo WTI para outubro terminaram o dia com ganhos de 0,65%, com o barril cotado a US$ 91,36 na New York Mercantile Exchange (Nymex).
A commodity estendeu os ganhos pela 5ª sessão consecutiva.
Na última hora do pregão, o Ibovespa zerou os ganhos e opera em queda de 0,53%, aos 118.122 pontos.
O tom negativo deve-se, em primeiro momento, à realização de ganhos recentes após acumular ganhos de mais de 2% no mês.
Entre as maiores altas do dia, os papéis da Azul (AZUL4) registram alta de 4%, a R$ 14,08, na esteira da elevação da recomendação neutra para compra pelo JP Morgan.
O banco também elevou o preço-alvo de R$ 26,50 para R$ 29.
Acompanhando a alta, as ações da Gol (GOLL4) sobem mais de 3%, com a queda do dólar no mercado à vista. Os ganhos são limitados, porém, após o JP Morgan reiterar a recomendação de venda com preço-alvo de R$ 7.
As ações da Magazine Luiza (MGLU3) avançam mais de 5,24%, a R$ 2,61, na esteira da forte queda da concorrente Via (VIIA3).
Na visão dos analistas, a varejista tem sido beneficiada pela expectativa de ganhos de market share, a exemplo do que aconteceu com a Americanas (AMER3).
Pouco menos de um mês após a Natura (NTCO3) colocar a The Body Shop na “prateleira”, apareceu um possível comprador: a Elliot Advisors, uma empresa de investimentos sediada no Reino Unido — proprietária das livrarias britânicas Barnes & Noble e Waterstones.
A oferta teria sido apresentada nas últimas semanas, mas só foi revelada no último domingo (17) pela agência de notícias SkyNews. Segundo a reportagem, o Morgan Stanley está assessorando o processo de venda do negócio da Natura para a empresa britânica.
A expectativa é que um acordo provisório sobre a operação seja assinado até o final de outubro, ainda de acordo com a publicação. Os valores ainda não foram divulgados.
Por fim, nenhuma das companhias envolvidas confirmou a operação. Contudo, as ações da Natura (NTCO3) operam entre as maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira (18). Por volta das 15h30 (horário de Brasília), os papéis da varejistas avançavam 2,97%, a R$ 15,60. Acompanhe a cobertura de mercados.
A política monetária ganhou um batalhão de especialistas de primeira viagem ao longo do primeiro semestre de 2023. O motivo principal foi a ampla publicidade dada à queda de braço entre o Palácio do Planalto e o Banco Central em relação a qual deveria ser a trajetória da taxa básica de juros.
Enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderava a pressão pela redução da taxa Selic, o chefão do BC, Roberto Campos Neto, defendia a necessidade de “ancoragem das expectativas” para o IPCA, índice de inflação oficial medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Ou seja, ainda que os preços estivessem comportados, o mercado ainda projetava um IPCA acima da meta para os anos seguintes. E as expectativas desancoradas acabam prejudicando o trabalho de conter a inflação, de acordo com Campos Neto.
Ao longo do ano, porém, a inflação perdeu mais força do que se imaginava inicialmente e, com ela, caíram também as projeções para o IPCA nos meses e anos futuros.
O Ibovespa sustenta o tom positivo, com a melhora de humor de Nova York e opera em alta de 0,11%, aos 118.887 pontos.
Entre as maiores altas, Braskem (BRKM5) lidera os ganhos com a expectativa de venda da fatia da Novonor na petroquímica.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 23,19 | 5,75% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 21,33 | 5,33% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 2,60 | 4,84% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 14,07 | 3,91% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 15,71 | 3,70% |
Na ponta negativa, Vamos (VAMO3) recua em um movimento de correção dos ganhos recentes e é acompanhada de Via (VIIA3), que ainda é pressionada pelo follow-on realizado na semana passada.
Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 10,11 | -4,62% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 0,73 | -3,95% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 6,99 | -3,59% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 23,07 | -3,11% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 24,99 | -3,06% |
Já faz algum tempo que analistas avaliam quais os possíveis impactos para a Petrobras (PETR4; PETR3), inclusive no pagamento de dividendos, no caso de uma condenação em uma disputa bilionária no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).
Porém, o caso ganhou um novo capítulo neste último domingo (17), depois de entrevista do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, à agência de notícias Bloomberg.
Durante a entrevista, Silveira fez um apelo para que a estatal dê o exemplo a outras empresas com dívidas fiscais e se sente à mesa com a Receita Federal, considerando não apenas seus investidores privados, mas o dever que tem com o Brasil.
A dívida da petrolífera ultrapassa os R$ 100 bilhões em impostos atrasados devido ao não pagamento de taxas em importações, remessas ao exterior e lucros passados, de acordo com autoridades do governo ouvidas pela Bloomberg.
O Ibovespa acelera os ganhos, em meio à cautela internacional em semana de decisões dos Bancos Centrais (BCs).
Com a agenda esvaziada, o principal índice da bolsa brasileira é impulsionado, novamente, pelo avanço do petróleo no mercado internacional. Contudo, as notícias corporativas são prioridade na movimentação dos ativos.
Em destaque, Braskem (BRKM5) lidera os ganhos do Ibovespa com a expectativa de que a Petrobras (PETR4) deve concordar com a venda da fatia da Nonovor da petroquímica para o consórcio formado pela Adnoc e Apollo.
Na ponta negativa, as ações da Via (VIIA3) estendem as perdas após o follow-on movimentar um volume menor do que o esperado.
O Ibovespa registra alta de 0,25%, aos 119.051 pontos.
Outros destaques do Ibovespa:
MAIORES ALTAS
MAIORES QUEDAS
O dólar opera em queda a R$ 4,84. Em meio à cautela externa, os DIs operam estáveis com o recuo do dólar e avanço dos rendimentos dos Treasuries.
As bolsas europeias fecharam o pregão em queda pressionadas pela cautela dos investidores na semana de novas decisões dos Bancos Centrais, com destaque para o Federal Reserve (Fed) e o BC do Reino Unido.
O mercado global de criptomoedas amanheceu em alta, revertendo um período de fortes baixas das últimas semanas. O bitcoin (BTC) está mais distante da Cruz da Morte após saltar mais de 7% nos últimos sete dias, de acordo com o Coin Market Cap.
Mas é preciso dizer que essa alta não está relacionada a uma ótima notícia do dia ou algo do gênero. Há apenas sete dias, o BTC estava na faixa dos US$ 24.900, o que explica o forte avanço nesse intervalo de tempo.
No entanto, os investidores acompanham uma outra criptomoeda, que tomou o lugar da Solana (SOL) como a décima maior criptomoeda do planeta: a Toncoin (TON). Com uma impressionante alta de 46% nos últimos sete dias, a moeda virtual chama a atenção.
Confira o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:
As ações da Braskem (BRKM5) operam em forte alta nesta segunda-feira (18) e lideram a ponta positiva do Ibovespa, enquanto a Via (VIIA3) — agora nomeada de Grupo Casas Bahia — mantém a trajetória de queda livre na bolsa brasileira hoje.
Por volta das 12h38, os papéis subiam 7,75%, negociados a R$ 23,63. No ano, as ações da petroquímica acumulam leve desvalorização de 1,5%.
O desempenho positivo da Braskem nesta manhã vem na esteira de notícias sobre a Petrobras e a venda da participação da Novonor (antiga Odebrecht) na companhia.
De acordo com o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, a Petrobras (PETR4) já teria definido o “sócio ideal” na petroquímica e enviado o nome dos “escolhidos” para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Apoiadas na melhora do cenário macroeconômico e das perspectivas para a construção civil, as ações da Cyrela (CYRE3) já registram um salto de 74% em 2023.
Mas, para o Santander, os papéis da companhia seguem descontados e podem capturar uma valorização ainda maior no próximo ano.
Em relatório divulgado nesta segunda-feira (18), o banco reiterou a recomendação de compra para a companhia — que é sua favorita entre as construtoras de média e alta renda — e introduziu o preço-alvo de 2024: R$ 28 por ação.
A cifra representa um potencial de alta de 27% ante à cotação atual dos papéis, que, por volta das 11h30, operam em alta de 1,38% na B3 hoje, a R$ 21,98.. O valor também é mais de 24% superior ao preço-alvo do Santander para 2023, de R$ 22,50.
Depois da novela do Polo Potiguar, a Petrobras (PETR3; PETR4) está em negociação com a 3R Petroleum (RRRP3) para uma parceria com a refinaria Clara Camarão, no Rio Grande do Norte.
Por outro lado, a 3R divulgou dados decepcionantes sobre sua produção de petróleo em agosto, e suas ações reagiram mal. Como as últimas notícias devem influenciar nos papéis da empresa no longo prazo? O analista da Empiricus, Richard Camargo, explica o que fazer com a petroleira agora.
A Telefônica Brasil, dona da operadora de telefonia Vivo (VIVT3), anunciou a aprovação da Anatel para reduzir o capital em até R$ 5 bilhões.
Que a Vivo é uma boa distribuidora de dividendos, não é novidade. Então, poderia a empresa decidir distribuir esse valor aos acionistas em forma de proventos? É o que a analista Larissa Quaresma explica no Giro do Mercado desta segunda-feira (18) junto à jornalista Diana Cheng.
Acompanhe:
O dólar à vista segue recuando em relação ao real e atinge a cotação de R$ 4,85.
A desaceleração da moeda americana ganhou fôlego após o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmar que a Reforma Tributária deve ser aprovada em outubro. As declarações foram dadas a jornalistas na chegada do ministro a um evento na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse).
O Ibovespa voltou ao tom positivo, com a recuperação das bolsas de Nova York em meio à declarações da secretária do Tesouro do Fed, Janet Yellen.
O principal índice da bolsa brasileira sobe 0,39%, aos 119.220 pontos.
Em Wall Street:
Considerado um dos maiores gestores do mundo, o bilionário Ray Dalio revelou qual é o principal erro dos investidores na hora de escolher onde aplicar o dinheiro.
Na visão do fundador de um dos maiores fundos de hedge do planeta, o Bridgewater Associates, o maior erro é “acreditar que mercados que tiveram um bom desempenho são bons investimentos, ao invés de apenas mais caros”.
Durante evento em Singapura, o gestor norte-americano ainda deu três dicas para escapar de más opções na hora de escolher um país para aplicar seu dinheiro.
Para Dalio, em primeiro lugar, é preciso que o país tenha uma boa demonstração de resultados e um bom balanço.
As ações da Petrobras (PETR4) operam alta de 1,30%, a R$ 34,33, na esteira do avanço do petróleo. O barril da commodity sobe 0,57%, cotada a US$ 94,44.
Além disso, os papéis da estatal avançam com a expectativa de venda da fatia da Novonor na Braskem (BRKM5).
Os papéis da PetroReconcavo (RECV3) acompanham o tom positivo. Já as petroleiras juniores Prio (PRIO3) e 3R Petroleum (RRRP3) recuam.
Confira o desempenho do setor:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 37,48 | 1,57% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 22,73 | 1,25% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 34,24 | 1,03% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 49,04 | -0,73% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 32,62 | -1,54% |
Liderando os ganhos do dia, as ações da Braskem (BRKM5) operam em alta de 5,65%, a R$ 23,15.
Os papéis aceleram os ganhos com a expectativa de que a Petrobras aceite a venda da petroquímica para o consórcio formado pela Apollo e a Adnoc.
Contudo, a petroleira reafirmou, mais cedo, de que está realizando o due diligence na Braskem, para eventual exercício do direito de preferência (tag along). A estatal também disse que ainda não há decisão sobre o tema.
Após a abertura das bolsas de Nova York, o Ibovespa devolve os ganhos e opera em queda de 0,31%, aos 118.388 pontos.
Além do exterior, o recuo das ações de Vale (VALE3) acompanhando o minério de ferro e bancos pesam sobre o principal índice de bolsa brasileira.
As bolsas de Nova York operam com maior cautela no pregão desta segunda-feira (18), com os investidores de olho na próxima reunião do Federal Reserve (Fed).
O banco central norte-americano deve manter a faixa atual de juros de 5,25% a 5,50%, de acordo com as expectativas do mercado — que não destaca a possibilidade de uma alta final em novembro.
Confira o desempenho de Wall Street após a abertura dos negócios:
Em continuidade do movimento da semana anterior, as ações da Via (VIIA3) seguem liderando as perdas do Ibovespa. Os papéis caem 9,21%, a R$ 0,69.
O recuo ainda repercute o follow-on com volume menor do que o esperado, anunciado na última quinta-feira (14).
As ações da Vivo (VIVT3, dona da Telefônica, operam em alta acima de 2,5%, a R$ 44,44, com os investidores reagindo ao anúncio de que o conselho da companhia aprovou a redução de capital em até R$ 5 bilhões.
A expectativa é de que a empresa distribua o valor aos acionistas em forma de dividendos. Os R$ 5 bilhões representam um retorno com dividendos (dividend yield) potencial da ordem de 7%.
Com uma desvalorização das ações superior a 40% no ano, a Marisa (AMAR3) ainda carrega a dura missão de colocar a casa em ordem e reequilibrar as contas — e acaba de anunciar um novo passo na reestruturação: a repaginada no negócio de crédito e cartões.
A varejista de moda fechou um acordo para transferir o balcão de crédito para a Credsystem. Com o negócio, a companhia passará a atuar como parceira comercial e estratégica da Marisa na exploração do segmento de crédito.
A expectativa da Marisa é levantar até R$ 400 milhões nos próximos 12 meses.
A Credsystem, empresa especializada em soluções de serviços financeiros para o varejo, ficará responsável pelas modalidades de empréstimo pessoal e de cartões (tanto private label quanto co-branded) na plataforma de lojas da Marisa.
O Ibovespa acelera os ganhos e avança no nível dos 119 mil pontos.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PN | R$ 22,77 | 3,83% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 14,00 | 3,40% |
| IRBR3 | IRB Brasil ON | R$ 41,36 | 2,12% |
| VIVT3 | Telefônica Brasil ON | R$ 44,12 | 1,92% |
| SANB11 | Santander Brasil units | R$ 26,45 | 1,65% |
E as maiores quedas da abertura:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| VIIA3 | Via ON | R$ 0,72 | -5,26% |
| VAMO3 | Vamos ON | R$ 10,29 | -2,92% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 24,58 | -2,46% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 8,83 | -1,45% |
| BPAC11 | BTG Pactual units | R$ 32,34 | -1,40% |
O Ibovespa abre em alta de 0,27%, aos 118.758 pontos. O tom positivo do principal índice da bolsa brasileira estende os otimismo da última semana, com a expectativa de corte de 50 pontos-base na taxa Selic.
Além disso, os investidores repercutem o aumento de apostas de crescimento da economia em 2023, segundo o Boletim Focus.
Os recibos de ações (ADRs) de Vale e Petrobras operam em alta, acompanhando o desempenho das commodities e cautela dos índices futuros em NY.
O mercado de commodities operam voláteis à espera de decisões dos Bancos Centrais (BCs). Entre eles, o Federal Reserve (Fed), nos EUA, e o Banco Central do Reino Unido.
O minério de ferro fechou em queda de 0,17% em Dalian, com a tonelada a US$ 119,79.
O petróleo tipo Brent estendem os ganhos com alta de 0,93%, a US$ 94,82.
PREPAREM-SE: A POLÍTICA MONETÁRIA SERÁ CENTRAL NESTA SEMANA
Após uma semana impulsionada pela nova onda de estímulos na China visando atingir um crescimento do PIB de 5% neste ano, os investidores agora estão voltando sua atenção nos próximos dias para as discussões de política monetária em todo o mundo.
Haverá reuniões do Banco Central do Brasil, do Federal Reserve (EUA) e do Banco da Inglaterra (Reino Unido).
Enquanto a autoridade brasileira provavelmente continuará com o processo de flexibilização da taxa de juros, os outros responsáveis internacionais podem estar se aproximando dos últimos momentos deste ciclo de aperto monetário, seguindo o que foi feito recentemente na Zona do Euro na semana passada.
Os mercados asiáticos não apresentaram uma única direção nesta segunda-feira, encerrando o dia predominantemente em queda.
O volume de negociações foi mais fraco devido ao mercado fechado no Japão em razão de um feriado.
Na Europa, a semana começa com quedas, enquanto os futuros americanos estão subindo de forma moderada.
Nos bastidores, o preço do barril de petróleo continua sendo um foco para os investidores, com o petróleo Brent ainda mantendo-se acima dos 90 dólares por barril.
A situação hoje, entretanto, é um pouco diferente do início da guerra na Ucrânia em 2022, refletindo desta vez o impacto dos cortes da Opep+ e, mais recentemente, os estímulos chineses.
A ver…
00:48 — Mais um corte de 50 pontos vem aí
No Brasil, depois de uma primeira semana inteiramente positiva após o caótico mês de agosto, os investidores estão atentos à "Super Quarta", que inclui a decisão de política monetária no Brasil e nos EUA. E não para por aí.
A quinta-feira reserva um dia para o Banco da Inglaterra, enquanto na sexta-feira é a vez do Banco do Japão.
Estamos centrando nossa discussão na política monetária. Contudo, em contraste com as demais decisões, o Brasil provavelmente seguirá seu ritmo de redução dos juros, planejando baixar a Selic em mais 50 pontos-base, atingindo os 12,75% ao ano.
A decisão começa a ser delineada amanhã, na terça-feira, e será divulgada somente após o fechamento do mercado na quarta-feira.
O aspecto crucial não reside apenas na redução das taxas de juros, mas no comunicado da autoridade monetária, que pode sinalizar uma abertura maior ou menor para um corte de 75 pontos ainda em 2023. É claro que o recente IPCA foi um dado favorável para acelerar o ritmo de redução.
Até então, a situação era desafiadora, com dados de atividade robustos, questões fiscais e preocupações sobre importantes impulsores da inflação.
01:36 — E os EUA?
Nos Estados Unidos, a política monetária será um ponto focal durante a semana. O Comitê Federal de Mercado Aberto deverá concluir sua reunião de dois dias na quarta-feira.
Os mercados de futuros estão predominantemente apostando que não haverá alterações na taxa dos fundos federais, que atualmente está entre 5,25% e 5,50%.
No entanto, no comunicado que acompanha a decisão e durante a coletiva de imprensa com Jerome Powell, presidente do Fed, poderemos observar um tom mais assertivo, em grande parte devido ao relatório de inflação mais robusto do que o previsto para agosto.
A decisão de não aumentar a taxa nos próximos dias não significa o fim do ciclo de aperto monetário. Na verdade, muitos ainda esperam um aumento de 25 pontos-base, mas apenas na próxima reunião.
Além disso, pode-se prestar mais atenção ao Resumo das Projeções Econômicas atualizado pelos responsáveis da Fed.
Não apenas isso, a semana também pode testemunhar algum drama adicional no cenário político, à medida que a contagem regressiva continua em direção a uma possível paralisação do governo em 1º de outubro. Os problemas estão se acumulando no cenário fiscal americano.
02:32 — As movimentações chinesas
Os investidores estão começando a ponderar a realização de uma reunião presencial entre o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da China, Xi Jinping.
Esse encontro poderia se concretizar ainda este ano, em meio à crescente preocupação do mercado em relação ao setor imobiliário chinês.
Em relação a esse setor, a incorporadora Country Garden enfrenta dois desafios significativos nesta semana: um prazo inicial para pagar os juros dos títulos em dólares e o término da votação dos credores sobre seu pedido de extensão do pagamento de uma nota em yuan.
A situação é extremamente delicada, com os investidores equilibrando-se em uma corda bamba entre a estabilidade e a possibilidade de um colapso generalizado no setor.
Na Ásia, com o mercado japonês fechado, a maioria das principais bolsas da região encerrou o dia em queda.
Hong Kong, que liderou as perdas, sentiu uma pressão especial nos papéis do setor imobiliário. Isso ocorreu logo após a prisão, em Shenzhen, de funcionários do setor de gestão de patrimônio da gigante Evergrande.
03:25 — O Dia D da diplomacia global
A Assembleia Geral anual da ONU em Nova Iorque reúne chefes de estado e diplomatas de alto escalão para enfrentar uma série de crises globais. Desde a guerra em curso na Ucrânia, que já se estende por mais de dois anos e meio, até a persistente crise climática enfatizada pelo secretário-geral da ONU, António Guterres.
No entanto, em um momento de crescente fragmentação geopolítica, surge a questão: será que o Secretário-Geral conseguirá garantir que centenas de países membros concordem sobre o que precisa ser feito? É uma incerteza.
O presidente brasileiro, Lula, retornará à Assembleia Geral após 14 anos desde seu último discurso.
Sua intenção é direcionar o foco para a agenda dos países em desenvolvimento, aproveitando a oportunidade para reafirmar que o Brasil está recuperando sua posição no cenário internacional.
04:19 — A grama do vizinho nem sempre é mais verde
A situação econômica da Argentina está se tornando cada vez mais desafiadora, especialmente após o candidato libertário radical, Javier Milei, surgir como o favorito surpreendente nas primárias presidenciais.
As pesquisas recentes indicam a possibilidade de um segundo turno, com Milei liderando. Sua proposta radical inclui a dolarização da economia e a abolição do banco central, uma ideia considerada bastante heterodoxa.
O sucesso inicial de Milei causou um impacto significativo nos mercados, levando o ministro da Economia, Sergio Massa, que também é candidato à presidência, a desvalorizar a taxa de câmbio do peso. Isso agravou a já crescente inflação e obrigou um aumento das taxas de juros para 118%.
A Argentina enfrenta uma hiperinflação, com os preços subindo em média 6% ao mês.
O êxito de Milei nas primárias aumentou os receios sobre uma possível dolarização iminente, levando os argentinos sem acesso a dólares a buscar desesperadamente adquiri-los nas ruas, resultando em uma desvalorização adicional do peso.
A taxa de câmbio oficial peso-dólar agora é de 350 pesos por dólar, enquanto no mercado paralelo é de 665 pesos por dólar, representando uma queda de quase 10% em relação ao valor anterior às primárias.
Sem medidas para conter novas desvalorizações, o governo argentino corre o risco de enfrentar uma crise financeira.
No entanto, a proposta radical de Milei dificilmente parece ser a solução para os problemas causados pelos peronistas.
Os juros futuros (DIs) operam em linha de estabilidade com a leve valorização do dólar no mercado à vista ante o real e o avanços dos rendimentos dos Treasuries, mas com aumento da expectativas de crescimento econômico, segundo o Boletim Focus.
Confira a abertura dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,28% | 12,29% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,43% | 10,43% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,10% | 10,08% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,33% | 10,33% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,66% | 10,67% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,90% | 10,91% |
O dólar à vista abre a R$ 4,8739, com leve alta de 0,6%.
O Ibovespa futuro abre em alta, aos 120.050 pontos.
Em dia de agenda local mais esvaziada, os investidores operam de olho nas decisões dos Banco Centrais ao longo da semana; na próxima quarta-feira, o Federal Reserve (Fed) e o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil.
Nos EUA, a expectativa é de que o Fed mantenha os juros na faixa atual de 5,25% a 5,50% ao ano. Por aqui, os investidores apostam na continuidade do corte de 50 pontos-base na taxa Selic.
A Telefônica Brasil, dona da operadora de telefonia Vivo (VIVT3), conseguiu a anuência prévia da Anatel para reduzir o capital em até R$ 5 bilhões.
Agora, cabe à companhia a decisão de distribuir ou não esse valor aos acionistas, por exemplo na forma de dividendos. Os R$ 5 bilhões representam um retorno com dividendos (dividend yield) potencial da ordem de 7%.
A aprovação da Agência Nacional de Telecomunicações era uma das condições necessárias para a Vivo reduzir o capital. A empresa informou que ainda espera a íntegra da decisão.
A operadora entrou em fevereiro com o pedido de aval para realizar a operação, que deve ocorrer em duas ou mais parcelas nos próximos anos.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reforçou o foco da agenda verde durante a viagem a Nova York, nos Estados Unidos. Ele acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abrirá os trabalhos da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo o ministro, a expectativa para os encontros é "boa" e a energia limpa é o caminho para o Brasil ampliar a atração de capital estrangeiro.
Haddad desembarcou em Nova York na manhã deste domingo e fica na cidade até a próxima quarta-feira (20). Ao longo dos próximos dias, o ministro participa da semana do clima na cidade, um dos maiores eventos do mundo com foco no tema.
O objetivo de Haddad é justamente vender o plano verde do País.
Os participantes do mercado financeiro voltaram a elevar as projeções para o PIB brasileiro e cortaram suas estimativas para a inflação e o dólar no fim de 2023.
Confira a seguir os destaques do boletim Focus, divulgado semanalmente pelo Banco Central (BC).
Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta segunda-feira.
O movimento sugere leves ganhos na abertura de um dia de agenda fraca e de uma semana na qual será conhecida a próxima decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Veja como estavam os principais índices futuros de Wall Street por volta das 7h25:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta segunda-feira.
Os investidores estão na expectativa quanto às decisões de juros do Fed e do BoE, como são conhecidos os bancos centrais dos EUA e da Inglaterra.
Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h10:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam quase todas em queda nesta segunda-feira.
Os investidores da região estão na expectativa quanto a decisões de política monetária por parte dos bancos centrais dos Estados Unidos, da China e do Japão.
A exceção foi a bolsa de Xangai, que fechou em alta de 0,26%.
A bolsa de Tóquio não caiu, mas também não abriu. O motivo foi um feriado nacional no Japão.
Nos demais mercados de ações da Ásia, a bolsa de Hong Kong caiu 1,39%, a de Taiwan recuou 1,32% e a de Seul cedeu 1,02%.
Veja o que foi notícia no fim de semana e tem potencial para mexer com seus investimentos.
O Ibovespa fechou em queda de 0,53% na última sexta-feira. Entretanto, o índice acumulou alta de 2,99% na semana passada e voltou a flertar com a marca de 120 mil pontos.
O dólar, por sua vez, recuou mais de 2% na semana passada e encontra-se agora na faixa de R$ 4,87.
Para a semana útil que se inicia nesta segunda-feira, os investidores preparam-se para a Super Quarta dos Bancos Centrais no Brasil e nos EUA.
Os investidores começam a semana digerindo a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no encontro do G77+China em Cuba, durante o fim de semana. E a agenda dos próximos dias promete manter o mercado com os nervos à flor da pele.
Para começar, as atenções se voltam para a Super Quarta, quando acontecem as decisões dos Bancos Centrais do Brasil e dos Estados Unidos no mesmo dia.
Analistas esperam que, enquanto a autoridade monetária liderada por Roberto Campos Neto mantenha o ritmo de corte da última reunião — de 50 pontos-base, trazendo a Selic para a casa dos 12,75% ao ano —, o Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA) deixe os juros norte-americanos na faixa entre 5,25% e 5,50%.
Os cenários desses dois países são bem diferentes: enquanto algumas alas debatem se o BC local deveria intensificar o ritmo do afrouxamento monetário, a instituição comandada por Jerome Powell pode, inclusive, fazer uma nova alta residual no encontro dos dias 31 de outubro e 1º de novembro.
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