🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Money Times

DISPAROU

Azul (AZUL54) sobe 200%: o que explica a ação ter triplicado na bolsa em um dia?

Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia

Money Times
9 de janeiro de 2026
18:15 - atualizado às 18:16
Aeronave da Azul (AZUL4)
Aeronave da Azul (AZUL4). - Imagem: iStock.com/miglagoa

Depois de dias de derretimento e com o mercado ainda tentando digerir a diluição bilionária imposta aos acionistas, as ações da Azul (AZUL54) protagonizaram um movimento extremo nesta sexta-feira (9). Em meio a forte volatilidade, os papéis fecharam em alta de 200%, cotados a R$ 75,00.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No pano de fundo está o aumento de capital de R$ 7,44 bilhões, que provocou uma diluição massiva dos minoritários. Para Matheus Cabral, private banker da Guardian Capital, a alta desta sexta é um repique técnico depois de uma queda considerada excessiva, já que as ações acumulavam um tombo de cerca de 90% nos últimos dias.

A Azul deu um importante passo para sua reestruturação com o aumento de capital, que envolveu a emissão de 723,86 bilhões de novas ações ordinárias a R$ 0,00013527 cada e 723,86 bilhões de ações preferenciais a R$ 0,01014509 cada. Após a operação, o capital social da companhia passa a ser de R$ 14,57 bilhões, dividido em 1,45 trilhão de ações.

Na prática, ao transformar credores em acionistas, a Azul reduz seu endividamento em dólar e melhora sua estrutura de capital, condições essenciais para a sustentabilidade da operação após a saída do processo de proteção contra falência nos EUA.

Apesar de estar no caminho para melhorar sua estrutura, em contrapartida, os acionistas minoritários da companhia enfrentam uma massiva diluição estimada em 90%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essa diluição, embora severa para os acionistas originais, foi o preço da sobrevivência. A empresa reduziu sua dívida líquida de US$ 7 bilhões para US$ 3,7 bilhões e sua alavancagem de cerca de 5,1 vezes para aproximadamente 2,5 vezes. O movimento de hoje é uma correção natural após o papel atingir um nível de ‘sobrevenda’ extremo, impulsionada por investidores que buscam ganhos rápidos na volatilidade”, avalia Cabral.

Leia Também

A oscilação do dia, conforme o analista, reflete a enorme incerteza e o caráter especulativo do ativo neste momento, mais do que uma mudança fundamental nos prospectos da companhia, que projeta sair do Chapter 11 em fevereiro e retornar ao lucro ainda em 2026.

Operação entre Azul e United Airlines

Entre as recentes notícias envolvendo a Azul, o presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) suspendeu a conclusão do ato de concentração entre as empresas United Airlines Inc. e a aérea, conforme despacho publicado na quinta-feira (8).

A decisão de não liberar a certidão de trânsito em julgado, que conclui o processo, gera um atraso burocrático depois de a Superintendência-Geral do Cade ter aprovado a operação sem restrições, no fim de dezembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A operação consiste na aquisição, pela United Airlines, de uma participação minoritária do capital social da Azul, como parte da reestruturação societária nos Estados Unidos, sob o processo de Chapter 11.

O movimento ocorre porque, após a aprovação pela área técnica, o Instituto de Pesquisas e Estudos da Sociedade e Consumo (IPSConsumo) apresentou pedido de entrada como terceiro interessado.

De acordo com o despacho, como a Superintendência-Geral já havia aprovado a operação em momento anterior ao pedido, cabe ao presidente do tribunal, Gustavo Augusto Freitas de Lima, deferir ou não o ingresso do terceiro. Caso admitido, o recurso terá seguimento, sendo distribuído a um relator para julgamento pelo Tribunal.

A admissão da intervenção no processo administrativo de terceiros pode ocorrer quando titulares de direitos ou interesses que possam ser afetados pela decisão a ser adotada ou dos legitimados à propositura de ação civil pública.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Além da legitimidade, o §1º do art. 118 do Regimento Interno do Cade exige que o pedido de intervenção contenha todos os documentos e pareceres necessários para comprovação das alegações do requerente, o que me parece não ter sido atendido, ao menos até o presente momento”, diz o despacho.

Diante disso, e tendo em vista o pedido contido, o presidente do Cade concedeu o prazo improrrogável de 15 dias corridos, contado a partir da publicação do despacho, para que a IPS Consumo apresente os documentos e pareceres necessários para comprovação de suas alegações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ENTENDA

Lojas Renner: combo de dividendos e despesas ‘na rédea’ fazem Citi elevar recomendação para LREN3 para compra

14 de janeiro de 2026 - 12:40

Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas

MAIOR ALTA DO IBOVESPA

MRV (MRVE3): caixa volta a respirar na prévia operacional do 4T25 e BTG vê mais sinais positivos do que negativos. Hora de comprar?

14 de janeiro de 2026 - 10:52

No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia

BYE-BYE, AZUL4

AZUL4 já era: por que a Azul acabou com essas ações, e o que muda para o acionista

13 de janeiro de 2026 - 12:01

A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos

ESTRATÉGIA DO GESTOR

Fundo Verde, de Luis Stuhlberger, zera posição em cripto e começa o ano apostando em real e ações brasileiras

12 de janeiro de 2026 - 17:03

O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real

PERSPECTIVAS PARA O ANO

FIIs de galpões logísticos têm rentabilidade de quase 30% em 2025, mas o que vem depois da alta? Veja o que esperar para o setor em 2026 

12 de janeiro de 2026 - 6:04

Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX

MERCADOS

De olho na carteira: confira o que promete sacudir o Ibovespa, as bolsas lá fora e o dólar na semana 

11 de janeiro de 2026 - 13:00

Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana

INVESTIDORES EM ALERTA

Irã na berlinda: como um novo conflito com Israel e EUA pode mexer com o preço do petróleo, com as ações e com a bolsa

11 de janeiro de 2026 - 11:55

Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso

DESTAQUES DA BOLSA

Cogna (COGN3) fez bem a lição de casa: ação é a maior alta do Ibovespa na semana e C&A (CEAB3) é a que mais caiu. Veja destaques

10 de janeiro de 2026 - 17:03

A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo

POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar