🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

Camille Lima
Camille Lima
19 de janeiro de 2026
6:09 - atualizado às 9:45
selic ação fundo imobiliário fii
Selic - Imagem: Rmcarvalho/iStock - Montagem: Giovanna Figueredo

O mercado brasileiro passou os últimos meses olhando para o mesmo horizonte: quando, afinal, os juros vão começar a cair? Para muitos investidores, o primeiro corte da Selic teria cara de gatilho — capaz de destravar valor na bolsa, aliviar balanços pressionados e devolver fôlego às empresas mais castigadas pelo aperto monetário. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Essa leitura inclusive passou a influenciar o humor de casas internacionais. O Bank of America (BofA), por exemplo, recentemente elevou o Brasil para compra. 

Mas, em um país onde boa parte das companhias atravessou os últimos anos acumulando dívida, a pergunta que começa a ganhar força é outra: o início do ciclo de cortes será suficiente para resolver problemas que são, em essência, estruturais? 

Os números ajudam a colocar essa dúvida em perspectiva. No terceiro trimestre de 2025, o endividamento líquido das empresas listadas no Ibovespa avançou cerca de 21,5% na comparação anual, segundo levantamento da consultoria Elos Ayta a pedido do Seu Dinheiro

No mesmo período, a geração de caixa não acompanhou o ritmo: o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) acumulado em 12 meses recuou 3,7%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para gestores de ações ouvidos pela reportagem, o diagnóstico se repete em diferentes setores: parte relevante das empresas hoje mais alavancadas pagou o preço de decisões ruins de alocação de capital, seja em aquisições mal-sucedidas, seja em projetos de expansão que nunca entregaram o retorno prometido. 

Leia Também

Quem está no topo da lista da alavancagem 

MRV (MRVE3) aparece com frequência nas conversas quando o tema é endividamento elevado. Considerando todas as subsidiárias — incluindo a Resia, a operação nos Estados Unidos —, a relação entre dívida líquida e Ebitda chegou a 8,47 vezes no terceiro trimestre, segundo dados fornecidos pela própria companhia. 

Em termos simples, o indicador estima quantos anos a empresa levaria para pagar a dívida líquida usando apenas a geração de caixa operacional. 

Vale destacar que a construtora costuma divulgar apenas a alavancagem do segmento Brasil, que encerrou o período em 1,1 vez, mas a operação norte-americana pesa de forma relevante no consolidado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Há ainda aqueles casos mais extremos. A Braskem (BRKM5) registrava uma alavancagem ajustada próxima de 14 vezes. Já a Raízen (RAIZ4) anunciou um indicador na cada de 5,1 vezes no mesmo período. 

Gestores também citam grupos como JSL, varejistas altamente dependentes de desconto de recebíveis e utilities que atravessaram ciclos intensivos de investimento financiados por dívida. 

O consenso entre os especialistas é que a Selic até pode aliviar, mas ser insuficiente para salvar companhias mais fragilizadas sem mudanças relevantes no cenário macroeconômico e na gestão micro das empresas. 

Por que 2026 ainda inspira cautela 

Mesmo com juros em queda no radar, alguns gestores mantêm uma visão dura do que vem pela frente. Para eles, o problema central não é apenas o nível da Selic, mas sim o ambiente macro que mantém o custo do capital elevado. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na leitura mais crítica, o Brasil opera como um grande sugador de liquidez, com o setor público absorvendo boa parte do capital disponível para financiar déficits elevados.  

O resultado é um sistema em que, mesmo com cortes na taxa básica, o custo final da dívida corporativa segue próximo de 20% ao ano, quando se somam os spreads bancários. 

Nesse cenário, o empresário precisaria de retornos irreais para que o negócio fosse viável sob tais condições, diz um gestor. “Se não houver um ajuste fiscal real, independentemente de quem esteja no comando, prevejo uma crise similar à de 2015.” 

Segundo a agência de classificação de risco Moody’s, os grandes emissores de dívida no Brasil se destacam pela capacidade de acessar financiamento tanto no mercado doméstico quanto no externo. Porém, eventos como o calote (default) corporativo da Ambipar (AMBP3) e uma possível reestruturação de dívida corporativa aumentaram a aversão ao risco no país.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Essa aversão ao risco se traduziu em uma alta dos spreads para emissores de dívida, principalmente no mercado externo, e pode prejudicar emissores de dívida high yield caso a situação persista”, avaliam os analistas. 

É nesse contexto que empresas como Braskem e Raízen aparecem em tom de alerta. Na leitura dos agentes de mercado, seriam negócios que já estariam em recuperação judicial não fosse o fôlego temporário dado por credores, renegociações e benefícios fiscais. 

Em resumo, rezar por uma queda marginal dos juros não resolve um problema estrutural e profundo. Sem retorno suficiente sobre o capital investido, nem juros mais baixos conseguem sustentar modelos de negócio frágeis. 

Alívio financeiro pela Selic não é turnaround 

Há um ponto de concordância entre os especialistas consultados pelo Seu Dinheiro: o início do ciclo de queda da Selic não é uma solução universal.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para empresas que já geram caixa, concluíram o ciclo de investimentos e têm dívidas majoritariamente pós-fixadas, o corte tende a se traduzir em alívio real na despesa financeira — e, com tempo, espaço para desalavancagem. 

“O corte na Selic ajuda, mas não salva estratégias ou estruturas de empresas frágeis. O erro comum é acreditar que juros baixos resolverão todos os problemas. O corte da Selic realmente só muda o jogo quando a empresa já gera caixa, concluiu seus investimentos e possui dívidas com prêmios baixos”, resume Gustavo Harada, head de alocação da Blackbird Investimentos. 

Do outro lado, estão as companhias que seguem queimando caixa mesmo em cenários mais benignos. Para essas, o corte apenas compra tempo — e o desfecho costuma passar por reestruturações mais duras, como conversão de dívida em ações ou descontos relevantes para credores. 

“O corte da Selic é muito mais um oxigênio para quem já está respirando por aparelhos do que uma salvação”, disse Luciano França, gestor de ações da Paramis Avantgarde. “Ele pode aliviar o fluxo financeiro, mas, se a empresa não gerar caixa suficiente para fazer frente às suas demandas financeiras, esses juros menores só compram tempo.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A avaliação dos gestores é que o mercado não está precificando corretamente o risco de crédito dessas empresas mais problemáticas. 

“Há muitas empresas rezando por essa queda de juros — e isso, para mim, é quase loucura. O erro é depender do juro para viabilizar investimento de longo prazo. O juro explode, a economia desanda, como em 2015. Se o governo não agir, há chance de uma quebradeira grande no ano que vem”, afirmou um gestor. 

Surpresa positiva: Galípolo e a reconstrução da credibilidade do Banco Central

Vale a pena apostar nas ações mais endividadas? 

Para os gestores, o dilema dos investidores será evidente. Ciclos de queda de juros costumam provocar ralis rápidos em ações de empresas mais alavancadas — muitas vezes antes que qualquer melhora real apareça nos balanços. 

Marcelo Inoue, gestor da Perfin Equities, avalia que essa expectativa pode bater no valuation antes mesmo do efeito caixa. Mas ele reforça: “Para precificação de mercado, a curva de juros longa importa mais — e ela está ligada às perspectivas fiscais do país.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alguns veem espaço para ganhos táticos em meio à queda da Selic, especialmente para investidores sofisticados, capazes de antecipar movimentos e sair antes que a realidade operacional volte a pesar.  

Contudo, para o investidor menos atento, o risco é cair em armadilhas de valor. 

“O maior erro dos investidores em ciclos de queda de juros é o pensamento simplista de que ‘se os juros caírem, a ação vai subir’. É fundamental analisar a qualidade do balanço, a geração real de valor e diferenciar o que é apenas um alívio financeiro de um processo real de turnaround”, avaliou Harada, da Blackbird. 

França acrescenta que o risco aumenta porque, nesses ciclos, o mercado costuma premiar rápido a “má qualidade” de balanço devido à sensibilidade maior aos juros: “O mercado confunde drivers de retorno que vêm do passivo — usado para financiar o negócio — com drivers que vêm da capacidade de geração de caixa dos ativos.” 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É consenso que algumas empresas ficarão pelo caminho. E, na visão dos gestores, os “cadáveres” tendem a compartilhar um traço comum: ativos sem valor e sem perspectiva de retorno excedente ao custo de capital.  

“Elas não vão encontrar investidores dispostos a comprar participação minoritária e terão restrições no financiamento das dívidas”, disse Inoue. 

Braskem, Raízen e os limites do otimismo 

É por isso que teses como Braskem e Raízen seguem fora do radar de oportunidades dos gestores que participaram desta matéria.  

Ambas já sinalizam a necessidade de reorganizações mais profundas, com assessores financeiros envolvidos e discussões em curso com credores. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Braskem, gestores avaliam que a compressão persistente dos spreads petroquímicos tornou a dívida desproporcional à geração de caixa. Mesmo com pagamentos de cupons honrados no curto prazo, o consenso é que não existe solução simples sem redução estrutural do endividamento. 

Nos últimos dias, a empresa pagou US$ 64 milhões em juros de seus títulos com vencimento em 2028, em 10 de janeiro, reduzindo a tensão imediata com credores. Segundo o BTG Pactual, o foco agora se volta para uma reorganização mais ampla do passivo, com credores e a empresa em contato com consultores. 

“O pagamento de cupons reduz o risco de inadimplência no curto prazo e sustenta o otimismo, mas não altera a necessidade fundamental de uma gestão de passivos mais abrangente”, disseram analistas do BTG, em relatório. “Não vemos solução fácil, dado o ciclo global fraco e a pressão contínua sobre a geração de caixa.” 

Na Raízen, o diagnóstico é parecido: a geração operacional não acompanha o tamanho da dívida, e uma reestruturação relevante parece inevitável. A leitura de um especialista em ações é que a empresa precisa de uma "redução drástica de R$ 20 bilhões a R$ 30 bilhões na dívida para torná-la sustentável”, por conversão em equity ou por desconto (haircut). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à MRV, um gestor avalia que a empresa de construção civil é uma das que ainda precisará de capital para regularizar a situação financeira. "Enquanto as rivais estão gerando caixa e pagando dividendos, a MRV tem uma operação nos Estados Unidos que deu errado e precisa de um turnaround para estabilizar o negócio.” 

Há casos, porém, em que o mercado enxerga mais ferramentas para manobra. A CSN (CSNA3), por exemplo, anunciou recentemente um plano de venda de ativos para reduzir até R$ 18 bilhões em dívidas — um movimento visto como tentativa de antecipar a pressão.  

O verdadeiro gatilho ainda está fora do mercado 

No fim das contas, os gestores apostam que o grande gatilho para 2026 não é a Selic, mas sim a política fiscal. Para eles, o Brasil enfrenta um risco fiscal persistente, onde o governo consome a liquidez do mercado, tornando o crédito escasso e caro. 

É aí que a eleição presidencial de outubro surge como o evento capaz de redefinir expectativas, destravar a parte longa da curva de juros e, só então, alterar de forma mais profunda o custo de capital no país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Se tivermos um prognóstico de probabilidade mais tendencioso a um governo austero fiscalmente, há uma tendência de queda mais rápida da parte longa da curva, o que pode ajudar essas empresas que são mais sensíveis às taxas de desconto”, disse França, da Paramis Avantgarde. 

Enquanto isso não acontece, o mercado vive um paradoxo. De um lado, investidores confortáveis na “piscina aquecida” da renda fixa. Do outro, empresas tentando sobreviver sob um “caminhão de juros” que a simples queda da Selic talvez não consiga retirar do caminho. 

Para os especialistas, o risco é confundir oxigênio com cura. Para algumas companhias, os juros menores ajudam a respirar. Para outras, apenas adiam o inevitável. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI PERDER O BONDE?

“Investidor pessoa física só gosta de bolsa quando já está cara”, diz Azevedo, da Ibiuna

4 de fevereiro de 2026 - 17:31

Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa

TOUROS E URSOS #258

Ibovespa nos 200 mil pontos? Gringos compram tudo — mas cadê os investidores brasileiros

4 de fevereiro de 2026 - 14:00

Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano

BRASIL NO CENTRO DO MUNDO

Bolsa com força total: gringos despejam R$ 26,3 bilhões em janeiro na B3 e superam todo o fluxo de 2025

3 de fevereiro de 2026 - 20:00

Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes

MAIS ENERGIA PARA A CARTEIRA

Tchau, Vale (VALE3): BTG escolhe nova “vaca leiteira” para sua carteira de dividendos — saiba qual é a ação escolhida para renda passiva

3 de fevereiro de 2026 - 18:35

A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos

DA CIDADE PARA O CAMPO

BTAL11 migra para fiagro e terá primeiro programa de recompra de cotas; entenda os impactos para os cotistas

3 de fevereiro de 2026 - 14:02

A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão

MERCADOS HOJE

Ibovespa salta para históricos 187 mil pontos e dólar cai. Corte da Selic é um dos gatilhos do recorde, mas não é o único

3 de fevereiro de 2026 - 12:31

Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026

DEPOIS DE A HOLDING PEDIR RJ

Fictor Alimentos (FICT3) desaba 40% na B3. Por que o mercado não acreditou que a empresa ficará de fora da RJ da holding?

2 de fevereiro de 2026 - 15:34

Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação

DESTAQUES DA BOLSA

Raízen (RAIZ4) dispara, volta a ser negociada acima de R$ 1 e lidera as altas do Ibovespa na semana; veja os destaques

1 de fevereiro de 2026 - 15:00

Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice

CRIPTOMOEDAS HOJE

US$ 2,4 bilhões liquidados em 24 horas: Bitcoin (BTC) sofre nova derrocada e opera abaixo dos US$ 80 mil. O que explica?

1 de fevereiro de 2026 - 12:01

Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas

BALANÇO DO MÊS

Ibovespa dispara em janeiro e nenhum outro investimento foi páreo — nem mesmo o ouro

30 de janeiro de 2026 - 19:34

Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente

NÃO PERCA O PRAZO

Gol (GOLL54) vai sair da bolsa com OPA, mas adesão ao leilão não é automática; veja o que o investidor deve fazer

30 de janeiro de 2026 - 18:13

A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa

DESCE E SOBE

Fundo imobiliário TGAR11 cai 14% em três dias, mas BB-BI diz que não é hora de vender — entenda o que pode impulsionar o FII na bolsa agora

30 de janeiro de 2026 - 12:55

O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados

NA ROTA DO CRESCIMENTO

FIIs driblam juros altos com troca de cotas, mas há riscos para os cotistas? O BTG Pactual responde

29 de janeiro de 2026 - 15:21

O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor

BUSCA POR SEGURANÇA

Ibovespa dispara no ano, mas investidores brasileiros estão receosos e tiram dinheiro da bolsa, diz XP

29 de janeiro de 2026 - 14:15

Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável

VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar