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RESUMO DO DIA: Depois de quatro altas consecutivas, o Ibovespa fechou o pregão em queda, pressionado pela desvalorização do petróleo e o tom misto dos índices em Nova York.
Com a agenda local mais esvaziada, os investidores seguiram monitorando a tramitação da Reforma Tributária no Senado Federal. A expectativa é de que proposta seja apreciada em plenário ainda hoje.
Lá fora, os investidores esperaram por declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), entre eles o presidente do BC, Jerome Powell — que evitou comentar sobre a política monetária.
Entre as commodities, os contratos mais líquidos do petróleo Brent, usado como referência mundial, encerraram o dia abaixo dos US$ 80, pela primeira vez desde julho. As preocupações sobre o enfraquecimento da demanda e a desaceleração da China permanecem pressionando esse mercado, com o conflito Israel-Hamas em segundo plano.
O Ibovespa terminou em baixa de 0,08%, aos 119.176 pontos.
O dólar fechou a R$ 4,9071, com alta de 0,66%, no mercado à vista.
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Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (8):
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| UGPA3 | Ultrapar ON | R$ 23,60 | 7,27% |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 30,31 | 5,65% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 17,24 | 4,04% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 19,07 | 3,92% |
| VIVT3 | Telefônica Brasil ON | R$ 49,57 | 3,18% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 6,63 | -12,19% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 11,46 | -9,05% |
| RAIZ4 | Raízen ON | R$ 3,80 | -4,76% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 59,63 | -4,70% |
| RECV3 | PetroReconcavo ON | R$ 20,28 | -4,29% |
O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 0,08%, aos 119.176 pontos.
O índice iniciou a sessão em tom positivo apoiado pelo avanço das commodities metálicas, mas ao longo do pregão inverteu o sinal acompanhando o desempenho de Wall Street e a forte queda do petróleo no mercado internacional.
Os investidores ainda acompanham a apreciação da Reforma Tributária no plenário do Senado Federal. A votação deve ser finalizada ainda hoje.
As bolsas de Nova York terminaram o dia sem direção única, com agenda esvaziada.
Os investidores ficaram na expectativa por pistas sobre a condução da política monetária nos Estados Unidos, mas o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, não comentou sobre o assunto em evento do departamento do banco central do país.
Confira o fechamento:
As ações da Vale (VALE3) desacelerou os ganhos há pouco. A mineradora comunicou que um incêndio ocorrido em um trem de carga na Estrada de Ferro Carajás, no Maranhão, nesta quarta-feira (8).
Segundo a companhia, o incêndio não deixou vítimas e não há impacto ambiental material. As causas do ocorrido ainda está sendo investigada.
Os papéis VALE3 sobem 0,06%, a R$ 70,12, no Ibovespa.
O fundo imobiliário Kinea Hedge Fund (KNHF11) anunciou uma nova oferta de cotas no mercado, na segunda emissão do tipo.
Segundo fato relevante, o FII pretende captar cerca de R$ 790,43 milhões com a emissão de aproximadamente 7,91 milhões de novas cotas, sem contar a taxa de distribuição.
Caso haja demanda, o fundo pode vender um lote adicional de 25% da oferta, o que aumentaria a quantia total captada para cerca de R$ 983,59 milhões.
Os cálculos consideram o preço de R$ 99,95 por cota definido pelo KNHF11. O valor corresponde ao valor patrimonial por cota do portfólio em 31 de outubro e está cerca de 2,33% abaixo da cotação de fechamento do FII no pregão anterior, de R$ 101,88.
O dólar encerrou às negociações a R$ 4,9071, com alta de 0,66%, no mercado à vista.
A moeda norte-americana foi impulsionada pelo forte recuo do petróleo e agenda mais esvaziada no cenário local e no exterior.
Os contratos do petróleo tipo Brent para janeiro de 2024 terminaram a sessão com baixa de 2,53%, a US$ 79,54 o barril na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os futuros para dezembro do WTI fecharam em queda de 2,63%, com o barril a US$ 75,33, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
As preocupações sobre o enfraquecimento da demanda e a desaceleração da China permanecem pressionando esse mercado, com o conflito Israel-Hamas em segundo plano.
As ações da Magazine Luiza (MGLU3) avançam mais de 5% e lideram os ganhos do Ibovespa, com rumores de follow-on da companhia.
Segundo informações da Broadcast, a movimentação foi negada pela varejista.
O dia de ajustes nas bolsas internacionais e o desempenho das commodities são alguns motivos que movimentam as ações mais negociadas do Ibovespa.
Os papéis preferenciais da Petrobras (PETR4) operam com queda superior a 2%, acompanhando a desvalorização do petróleo em meio à cautela sobre a demanda da commodity.
Já as ações de Vale (VALE) avançam com o minério de ferro, após anúncio de novos estímulos na China e expectativas sobre dados de inflação no gigante asiático que saem hoje.
Magazine Luiza (MGLU3) estende os ganhos da sessão anterior, com o alívio na curva dos juros futuros (DIs).
Totvs (TOTS3) sobem mais de 5% repercutindo o balanço do terceiro trimestre.
No rescaldo do dia anterior, também com reação aos resultados trimestrais, Itaú (ITUB4) é a quinta ação mais negociação no Ibovespa, com leve alta de 0,17%, a R$ 29,03.
O mercado de fundos imobiliários começa esta quarta-feira (8) com movimentações de venda e locações nos portfólios. O TRX Real Estate (TRXF11) anunciou na noite de ontem que vendeu um de seus ativos com lucro milionário.
O FII assinou um memorando de entendimentos (MOU) — uma espécie de acordo de compromisso — para se desfazer de um imóvel localizado em Caucária, no Ceará, por R$ 132,5 milhões.
O montante implica em um cap rate (taxa de capitalização, em português) de 7,69%. O indicador mede o retorno de um investimento imobiliário através da relação entre a receita gerada pelo ativo e o preço de venda. Ou seja: quanto maior a cifra recebida pelo vendedor, menor o cap rate.
O imóvel do TRX Real Estate (TRXF11) possui uma área bruta locável (ABL) de 43,37 mil metros quadrados e é composto por duas áreas: um centro de distribuição (CD) e uma loja.
Após disparar no início da semana, as ações da BRF (BRFS3) realizam os ganhos recentes e figura entre as maiores quedas do Ibovespa.
Os papéis do frigorífico caem 7,78%, a R$ 11,62 na B3.
Sem destaques sobre a companhia, a empresa é pressionada por movimento de reajuste técnico, que também afeta o desempenho do Ibovespa nesta quarta-feira (8).
As ações da Petrobras (PETR4) intensificam a queda à medida que o barril do petróleo Brent desvaloriza no mercado internacional.
Os papéis PETR4 registram queda de 2,75%, a R$ 33,96. Já as ações PETR3 caem 2,87%, a R$ 36,57.
Com a permanência da cautela sobre a demanda do petróleo em um cenário de taxas de juros elevadas nas maiores economias do mundo e sinais de desaceleração da China, a commodity recua mais de 2%.
Os contratos mais líquidos do Brent, que são referência mundial, operam em queda de 2,70%, a US$ 79,41 o barril.
A Arezzo (ARZZ3) somou lucro líquido de R$ 107 milhões no terceiro trimestre, um avanço de 4,2% na comparação com o mesmo período de 2022.
A receita líquida cresceu 11%, puxada pelas marcas AR&CO, Arezzo e Vans, enquanto Schutz Brasil e as operações internacionais foram destaques negativos.
O lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) recorrente totalizou R$ 217,5 milhões, uma alta de 27,9% na comparação anual.
Em meio a dados mistos, as ações da Arezzo (ARZZ3) recuam 4,04%, a R$ 60,04.
A Direcional reportou lucro líquido ajustado de R$ 82,7 milhões no terceiro trimestre, um crescimento de 94,1% na base anual.
Apesar do resultado vir em linha com o esperado, os papéis da companhia realizam os ganhos recentes, com queda de 3,26%, a R$ 18,67, na B3.
Segundo analistas, o motivo da queda está na receita líquida, que recuou 8% na comparação anual.
A Dexco (DXCO3) registrou lucro líquido consolidado de R$ 304,1 milhões no terceiro trimestre, uma crescimento de 97,3% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Contudo, os investidores reagem à queda da receita líquida e do lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) no período.
A receita líquida somou R$ 1,76 bilhão entre julho e setembro, uma queda de 18,2% na base anual. Já o Ebitda totalizou R$ 287,9 milhões, um recuo de 30,7% ante o terceiro trimestre de 2022.
Em reação, as ações da Dexco recuam 11,52%, a R$ 6,68, na B3.
As bolsas europeias encerraram o pregão em majoritariamente tom positivo, com expectativa de relaxamento do aperto monetário em breve.
Com a virada das bolsas de Nova York para o tom negativo, o Ibovespa firmou queda e perdeu os 119 mil pontos.
O principal índice da bolsa brasileira cai 0,60%, aos 118.551 pontos.
Por outro lado, o dólar estende os ganhos e opera a R4 4,9098, com alta de 0,71%.
Em situação financeira delicada, o Grupo Casas Bahia (BHIA3) ganhou um impulso adicional na B3 nesta quarta-feira, dia da publicação do balanço do terceiro trimestre.
A expectativa para os números não é das melhores, mas a varejista apresentou novidades sobre o fundo que pretende captar para financiar os clientes que fazem compras pelo crediário da rede de lojas.
O fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) buscará uma captação inicial de R$ 600 milhões, de acordo com a Casas Bahia. Mas o objetivo é atingir um capital total de R$1,5 bilhão.
O processo de captação em si ainda não começou. O que a empresa apresentou hoje foi uma mudança no regulamento do fundo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Totvs (TOTS3) roubou os holofotes do mercado financeiro nesta quarta-feira (8) após o resultado financeiro robusto do terceiro trimestre de 2023 e a divulgação de um programa de recompra de ações.
Os papéis da empresa de tecnologia brasileira lideram as altas da bolsa brasileira hoje. Por volta das 13h05, as ações TOTS3 subiam 5,54%, negociadas a R$ 30,28. No ano, a Totvs acumula valorização de 13,7% na B3.
Mas vamos por partes, a começar pelo balanço. A companhia registrou um lucro líquido de R$ 214,8 milhões, crescimento de 28,9% em relação ao mesmo período do ano passado.
A receita líquida atingiu o patamar de R$ 1,202 bilhão entre julho e setembro, crescimento de 18,9% em comparação com igual intervalo de 2022.
O Ibovespa tenta sustentar os 119 mil pontos em dia de agenda fraca no exterior e forte recuo do petróleo no mercado internacional.
A expectativa de apreciação da Reforma Tributária no plenário do Senado Federal e o avanço de mais de 1% do minério de ferro limitam as perdas.
Na ponta positiva, Totvs (TOTS3) lidera os ganhos desde a abertura dos negócios com os investidores repercutindo os números do terceiro trimestre.
Casas Bahia (BHIA3) estende os ganhos da sessão anterior, beneficiada pelo alívio nos DIs e à espera do balanço da companhia, que deve sair hoje após o fechamento dos mercados.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 30,57 | 6,55% |
| BHIA3 | Casas Bahia ON | R$ 0,60 | 5,26% |
| TIMS3 | Tim ON | R$ 17,26 | 4,16% |
| EMBR3 | Embraer ON | R$ 18,93 | 3,16% |
| VIVT3 | Telefônica Brasil ON | R$ 49,39 | 2,81% |
Na ponta negativa, Dexco (DXCO3) e Arezzo (ARZZ3) repercutem os balanços trimestrais. Petrobras (PETR4) recua na esteira da desvalorização do petróleo.
Confira as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 6,72 | -10,99% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 11,71 | -7,06% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 60,00 | -4,11% |
| RAIZ4 | Raízen ON | R$ 3,91 | -2,01% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 36,94 | -1,89% |
A Alper (APER3) é uma das muitas small caps da B3. A empresa de consultoria e corretagem de seguros valia pouco mais de R$ 700 milhões na bolsa antes da abertura do pregão desta quarta-feira (8).
Já a Warburg Pincus figura entre os maiores fundos de investimento do mundo. A gestora norte-americana mantém mais de US$ 83 bilhões sob sua administração. Seu portfólio conta com mais de 250 empresas em dezenas de países.
Minutos antes da abertura do pregão de hoje da B3, as duas empresas entraram para o noticiário corporativo. A Alper anunciou que a Warburg Pincus pretende realizar uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) da companhia.
Iniciada a sessão, APER3 disparou mais de 10% fora do Ibovespa, orbitando a faixa de R$ 40 por ação.
O Ibovespa tenta driblar a queda do petróleo e o tom misto das bolsas de Nova York e defende os 119 mil pontos. O principal índice da bolsa brasileira se encaminha para fechar o quinto pregão consecutivo de ganhos no mês.
O Ibovespa sobe 0,02%, aos 119.291 pontos.
O tom positivo é sustentado pelo avanço do minério de ferro no mercado internacional, após a China anunciar medidas para eliminar o tratamento diferencial entre empresas domésticas e estrangeiras, além de dados de inflação no radar.
Por aqui, os investidores também acompanham a tramitação da Reforma Tributária. A matéria foi aprovada ontem (7) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal e deve ser apreciada no plenário da Casa ainda hoje.
Lá fora, o dia é de agenda mais esvaziada. Mais cedo, o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, discursou em evento do departamento do BC norte-americano, mas não comentou sobre a política monetária.
O indicador DXY, que compara o dólar a uma cesta de moedas globais como euro e libra, opera em alta de 0,14%, aos 105.685 pontos. Na comparação com o real, a moeda norte-americana sobe 0,11%, a R$ 4,8820.
Os juros futuros (DIs) acompanham o recuo dos rendimentos dos Treasurys e estendem o alívio da sessão anterior em toda a curva, operando próximo da mínima intradiária.
A Rede D'Or (RDOR3) registrou lucro líquido de R$ 760,3 milhões entre julho e setembro, uma alta de 91,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. O resultado já considera a incorporação da SulAmérica, concluída em dezembro de 2022.
O lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 1,912 bilhão no terceiro trimestre, um crescimento de 26,8% na base anual.
Na visão do Itaú BBA, os resultados da Rede D'Or no segmento de hospitais "surpreenderam positivamente no ticket (preço) médio, com aumento de 4,8% na base trimestral".
"O segmento de saúde e odontológico continuou a apresentar boas tendências de crescimento da receita líquida, impulsionado principalmente pelo aumento do ticket médio, que mais do que compensou a perda líquida de 70 mil vidas no trimestre", escreveu o analista Vinicius Figueiredo, em relatório do banco.
Na B3, as ações RDOR registram alta de 1,02%, a R$ 24,88, em reação aos números trimestrais.
A Eletrobras (ELET3) confirmou nesta quarta-feira (8) a reabertura da segunda fase do programa de demissão voluntária (PDV) nesta quarta-feira (8), com mais 101 vagas.
O anúncio ocorre na esteira da homologação de um acordo entre a empresa e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) firmado em outubro.
Sendo assim, está previsto o desligamento de 150 pessoas em novembro e de 200 em dezembro — o que totaliza a demissão de 614 funcionários, de forma voluntária, até o fim de 2023.
Segundo a companhia, a expectativa é de uma economia adicional de custos de R$ 61 milhões no quatro trimestre deste ano. A estimativa é de saída de 614 funcionários até o fim do ano.
As bolsas de Nova York operam sem direção única. O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, não comentou sobre política monetária em um evento do departamento do banco central norte-americano.
A Eletrobras (ELET6;ELET3) apresentou lucro líquido de R$ 1,47 bilhão no terceiro trimestre deste ano (3T23), segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (8). O resultado representa uma reversão do prejuízo de R$ 88 mil reportado no mesmo período de 2022.
O analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, comenta o resultado e reforça sua recomendação para as ações da elétrica.
Outras duas empresas importantes divulgaram seus resultados financeiros do 3T23: a Direcional (DIRR3) e o Iguatemi (IGTI11).
A construtora viu o seu lucro disparar para R$ 82,7 milhões, enquanto a empresa de shopping centers registrou lucro de R$ 101,9 milhões no terceiro trimestre deste ano.
O analista Caio Araújo participa do Giro do Mercado desta quarta-feira (8) para comentar os balanços das duas empresas e o que esperar da reação das ações após os números apresentados.
Acompanhe:
Em mais um dia de alívio nos rendimentos dos Treasurys em Nova York, os juros futuros recuam em toda a curva.
Por aqui, os investidores monitoram a tramitação da Reforma Tributária, com a expectativa de votação da proposta no plenário do Senado Federal ainda hoje. Lá fora, as declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, em evento é o destaque do dia.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | MIN | MAX | ABE | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,00% | 12,00% | 12,01% | 12,01% | 12,01% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,81% | 10,80% | 10,87% | 10,85% | 10,82% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,60% | 10,59% | 10,70% | 10,66% | 10,62% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,72% | 10,59% | 10,84% | 10,83% | 10,77% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,94% | 10,93% | 11,06% | 11,00% | 10,98% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 11,08% | 11,07% | 11,20% | 11,14% | 11,13% |
Na expectativa do balanço do terceiro trimestre, as ações das Casas Bahia (BHIA3) operam com alta de 8,77%, a R$ 0,62, liderando a ponta positiva.
As ações do setor de varejo também avançam, ainda beneficiadas pelo alívio na curva dos juros futuros (DIs).
As ações da Totvs (TOTS3) operam em alta de 3,14%, a R$ 29,59, no Ibovespa e figura entre os maiores avanços do dia.
Os investidores repercutem o resultado trimestral da companhia. A empresa reportou lucro líquido ajustado, de R$ 200,9 milhões, um crescimento de 31,7% na comparação anual.
Uma nova vaca leiteira da bolsa brasileira parece pronta para voltar a produzir na forma de proventos. A Telefônica Brasil, dona da Vivo (VIVT3), deu mais um passo em direção ao pagamento de dividendos bilionários aos acionistas.
Após receber o aval da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em meados de setembro para uma redução de capital de até R$ 5 bilhões, a Telefônica confirmou a intenção de distribuir dinheiro aos acionistas.
Segundo a dona da Vivo, a ideia é remunerar os investidores através de dividendos, juros sobre capital próprio, reduções de capital social e recompra de ações.
O montante a ser distribuído deve ser igual ou maior que 100% do lucro líquido de cada um dos respectivos exercícios sociais de 2024 a 2026.
O Ibovespa estende os ganhos da sessão anterior e avança pelo quinto pregão consecutivo, no patamar dos 119 mil pontos.
Os investidores acompanham a tramitação da Reforma Tributária no Senado Federal e repercute os balanços trimestrais.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 29,79 | 3,83% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,43 | 2,55% |
| ELET3 | Eletrobras ON | R$ 38,57 | 2,28% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 42,19 | 2,01% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 18,94 | 2,05% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 7,11 | -5,83% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 12,04 | -4,44% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 60,48 | -3,34% |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 23,92 | -2,88% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 7,52 | -1,83% |
O Ibovespa abre em alta de 0,22%, aos 119.532 pontos.
O tom positivo do índice é impulsionado pela recuperação do minério de ferro na China e a aprovação da Reforma Tributária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.
Os investidores monitoram a tramitação da matéria na Casa, com a expectativa de que a proposta seja apreciada em plenário ainda hoje, de acordo com a agenda do Senado Federal.
Lá fora, a participação do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, é o destaque do dia.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,0% para 4,8%, de 2021. A atualização foi revisada há pouco.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única, acompanhando o desempenho das commodities.
A mineradora avança com a recuperação do minério de ferro, enquanto Petrobras recua na esteira da desvalorização do petróleo.
Confira:
As commodities operam sem direção única nesta quarta-feira (8).
Na expectativa de dados de inflação na China, o minério de ferro encerrou as negociações em alta de 1,03%, com a tonelada a US$ 128,42 em Dalian.
Os contratos futuros do petróleo aceleram a queda da sessão anterior. O petróleo Brent cai 1,30%, a US$ 80,53 o barril. Os futuros do WTI recuam 1,47%, com o barril a US$ 76,22.
VAI FALAR ALGO DE NOVO?
Investidores globais estão ansiosos para ouvir as palavras de Jerome Powell, o presidente do Federal Reserve (Fed), nesta manhã.
Após a reunião da semana passada do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) e os últimos dados sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos, o mercado se inclina para uma possível reversão da tendência que tem sido observada desde agosto, quando as taxas de juros de mercado começaram a subir, culminando com os títulos de 10 anos atingindo 5% em meados de outubro.
A questão é se Powell confirmará, mesmo que de forma sutil, a expectativa de um possível fim do ciclo de aperto monetário, encerrando a tese de "juros mais altos por mais tempo".
Nesta quarta-feira, os mercados asiáticos enfrentaram grande volatilidade, à medida que os investidores lutavam para interpretar os planos do Federal Reserve em relação às taxas de juros.
Nos bastidores, todos aguardam sinais mais claros de uma possível queda na inflação e uma força de trabalho mais fraca antes de tomar decisões definitivas.
Um fator relevante na luta contra a inflação é a contínua fraqueza nos preços do petróleo.
Os principais contratos de petróleo caíram mais de 4% na terça-feira e continuaram a cair nesta manhã, devido a preocupações sobre a demanda no próximo ano. Os mercados europeus e os futuros dos Estados Unidos também estão em declínio.
A ver…
00:53 — Algumas aprovações: a agenda econômica finalmente voltou a andar
No Brasil, enquanto nos dedicamos à análise de indicadores, dados fiscais, e aos sólidos resultados corporativos de empresas como Eletrobras, BTG e BB, também acompanhamos atentamente as recentes aprovações no Congresso que ocorreram na tarde e noite de ontem.
A Reforma Tributária está no centro das atenções, após a aprovação do parecer do relator Eduardo Braga (MDB) na CCJ do Senado.
Os senadores optaram por dispensar as cinco sessões de debates e aprovaram um requerimento para acelerar a tramitação da matéria, o que indica que a votação deverá ocorrer no Senado ainda hoje. Após sua conclusão, o projeto retornará à Câmara devido às alterações realizadas. Mais debates devem acontecer por lá.
No processo final de ajustes, o relator acatou mais de 30 emendas no Senado, expandindo as exceções previstas na reforma. Mesmo com as emendas, a aprovação na CCJ do Senado foi comemorada pela equipe econômica, que considera as mudanças no sistema tributário ainda positivas.
O secretário extraordinário da Reforma Tributária, Bernard Appy, enfatizou que a alíquota padrão do futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) a ser criado com a reforma deve ficar entre 25,9% e 27,5%, englobando o IVA federal (CBS) e o IVA estadual e municipal (IBS). Essa faixa é superior àquela prevista no texto aprovado na Câmara.
No entanto, a alíquota final dependerá da regulamentação, que será decidida em um segundo momento.
Apesar das preocupações contínuas relacionadas à questão fiscal, o mercado se mostra otimista com os avanços nessa proposta fundamental da agenda econômica.
No tocante a esse tema, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou o relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) sem solicitar uma revisão da meta fiscal para 2024, o que é uma vitória para Haddad.
No entanto, a batalha ainda não está ganha. Embora formalmente o Executivo não possa mais solicitar essa revisão, ainda há a possibilidade de um aliado apresentar uma emenda.
Antes disso, a equipe econômica espera uma definição sobre o projeto de subvenção do ICMS, que terá grande impacto nas receitas do próximo ano.
Caso não ocorra agora, a meta fiscal só será revista em março de 2024, o que dá mais tempo para a equipe econômica.
01:59 — A questão Itaipu
O governo brasileiro planeja estabelecer até o final de novembro uma "base" de acordo com o Paraguai para a renegociação da distribuição de energia da usina binacional de Itaipu.
O mês de agosto marcou o 50º aniversário do Tratado de Itaipu e ambos os países têm a intenção de se reunir para renegociar os termos do Anexo C, que rege a partilha da energia gerada.
Essa ação é de grande relevância para ambas as nações, especialmente no contexto atual, marcado por debates globais acalorados sobre segurança energética.
O objetivo principal é que o acordo beneficie ambas as partes, embora haja críticas dos paraguaios em relação à maneira como o Brasil se beneficia desse acordo, que supostamente resulta em uma exploração do país vizinho.
A controvérsia gira em torno do fato de que, se uma das partes não utilizar toda a sua cota de energia, ela é obrigada a vender o excedente ao outro parceiro a um preço preferencial.
Na prática, o Paraguai sente que isso o prejudica, pois sempre vende uma parte significativa de sua energia ao Brasil com desconto. Vejo mais ruído do que sinal aqui.
02:44 — As direções do mercado americano
Ontem, nos EUA, o Dow Jones Industrial Average subiu 0,17% em sua sétima alta consecutiva.
É o segundo dia do Dow Jones subindo menos de 0,2%, mostrando que há alguma fadiga no movimento. Tanto é verdade que os futuros apontam para uma queda nesta manhã, pelo menos por enquanto.
O mesmo serve para o S&P 500 e o índice Nasdaq, que estão desfrutando de suas próprias sequências de vitórias, de sete e oito dias, respectivamente.
É o período de ganhos mais longo desde 2021. O S&P 500 subiu 6,3% durante esse período, enquanto o Nasdaq subiu 8,3%.
Os argumentos macro a favor da continuação da recuperação incluem a tendência histórica das ações terem um desempenho bastante bom depois de o Federal Reserve ter encerrado o ciclo de alta dos juros.
Os últimos meses do ano também tendem a ser um período sazonalmente forte para o mercado.
Além disso, os dados econômicos recentes e a época de lucros do terceiro trimestre enviaram, em geral, uma mensagem positiva (lembra-se que o mercado está operando no modo "notícia ruim é uma boa notícia", uma vez que qualquer desaceleração tiraria pressão da curva de juros).
03:30 — Outro tipo de atenção no Oriente Médio
O evento esportivo mais amplamente assistido vai retornar ao Oriente Médio. Recentemente, a Arábia Saudita foi confirmada como a anfitriã da Copa do Mundo de 2034, após a saída da Austrália do processo de candidatura horas antes do prazo final.
Embora o torneio esteja programado para daqui a 11 anos, esse anúncio é um marco significativo para o país, que fez investimentos substanciais para se destacar no cenário esportivo nos últimos anos, embora organizações de direitos humanos já tenham manifestado preocupações sobre a realização do torneio na região.
Os investimentos provêm do Fundo Soberano de Riqueza do país, que financiou diversos eventos esportivos de destaque na Arábia Saudita.
Entre esses eventos estão competições de boxe de alto nível realizadas em Riad, o Grande Prêmio anual de Fórmula 1, o IV Golf Tour e a Saudi Pro League, que atraíram alguns dos melhores atletas em suas respectivas áreas.
Esses esforços fazem parte da visão do príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, de transformar o Oriente Médio em uma nova Europa.
Entretanto, o conflito em Israel apresenta um desafio significativo a essa visão.
04:14 — Sol de outubro
No mês passado, outubro registrou as temperaturas mais elevadas já documentadas e é praticamente certo que 2023 será o ano mais quente da história.
A temperatura média global de outubro foi 0,4ºC superior ao recorde anterior para o mês, estabelecido em 2019.
Além disso, foi 0,85ºC mais quente do que a média do período entre 1991 e 2020 e 1,7ºC mais quente do que uma estimativa dos níveis pré-industriais entre 1850 e 1900.
Até o momento, este ano está 1,43ºC mais quente do que a média pré-industrial.
Isso é um alerta para os países que têm lutado para cumprir suas metas ambientais, conforme acordado em compromissos anteriores. Alcançar os objetivos estabelecidos para 2030 parece uma tarefa desafiadora.
No entanto, isso não significa que devemos desistir, pois ainda podemos trabalhar na direção de um mundo mais sustentável até 2050.
Nesse sentido, o Brasil tem um papel fundamental a desempenhar e pode se destacar como um campeão global nessa causa.
O IBGE acaba de divulgar os números do varejo de setembro.
As vendas no varejo subiram 0,6% na passagem de agosto para setembro, segundo o instituto. O número veio acima da mediana das projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast, de alta de 0,1%, e mais próximo do teto das expectativas, de 0,7%.
No acumulado do ano, o varejo cresceu 1,8%, em linha com as projeções, e cresceu 1,7% em 12 meses. Assim, o varejo opera em um patamar 4,9% acima do período pré-pandemia.
Já o varejo ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas variou 0,2%. As projeções esperavam estabilidade da atividade.
Em 2023, o varejo ampliado cresceu 2,4% e avançam 1,6% em 12 meses. As projeções esperavam uma alta de 3,5% no ano e 2,7% na comparação anual.
O Ibovespa futuro começou o dia em queda de 0,16%, aos 120.260 pontos, em linha com o exterior negativo. Já o dólar à vista opera em alta de 0,31% nas primeiras horas da manhã, cotado a R$ 4,8903.
A Eletrobras (ELET3) reportou ao mercado um lucro de R$ 1,476 bilhão no terceiro trimestre de 2023, contra as expectativas do Brodcast de R$ 1,047 bilhão para o período.
As receitas da companhia de eletricidade totalizou R$ 8,781 bilhões, contra o valor esperado de R$ 8,34 bilhões.
| Horário | País / Região | Evento |
| 4h | Alemanha | Índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) de outubro |
| 6h30 | Reino Unido | Discurso de Andrew Bailey, presidente do Banco Central da Inglaterra |
| 8h30 | Brasil | Banco Central divulga estatísticas fiscais |
| 9h | Brasil | Vendas no varejo em setembro |
| 11h15 | Estados Unidos | Discurso de Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, o BC dos EUA |
| 15h40 | Brasil | Presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, profere palestra em evento em Nova York |
| 22h30 | China | Índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) e ao produtor (PPI) de outubro |
*Balanços locais: 3R Petroleum, Aeris, Allied Tecnologia, Alpargatas, Banco BTG Pactual, Banco do Brasil, Blau Farmacêutica, Boa Vista, Braskem, Caixa Seguridade, CBA, Cogna Educação, CSU Cardsystem, D1000, Equatorial Energia, Estapar, Fras-Le, Grupo Mateus, Grupo Soma, Guararapes-Riachuelo, Hapvida Intermédica, Iochpe Maxion, Log-In Logística Intermodal, LPS Brasil, Marisa Lojas, Méliuz, Minerva, Mitre Realty, MRV Engenharia, Oceanpact, Odontoprev, Oi, Profarma, RNI Negócios Imobiliários, Rossi Residencial, Santos Brasil, SIMPAR, SLC Agrícola, SmartFit, Taesa, TC (ex-TradersClub), Time For Fun (T4F), Ultrapar, Unifique, Via (ex-Via Varejo) (Casas Bahia), Vinci Partners e Vivara
*Balanços no exterior: Walt Disney, Airbus, Siemens, Adidas e Warner Bros
Os índices futuros de das bolsas de valores de Nova York amanheceram no vermelho nesta quarta-feira.
Assim como ontem, Wall Street volta a sinalizar a possibilidade de realização de lucros — agora depois de marcar sete pregões seguidos no azul.
Investidores aguardam discurso do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e de outros dirigentes do banco central norte-americano.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h:
O índice de preços ao consumidor alemão desacelerou em outubro.
A inflação acumulada em 12 meses na Alemanha passou de 4,5% em setembro para 3,8% em outubro.
Trata-se do nível mais baixo desde agosto de 2021. Na leitura mensal houve estabilidade. Os resultados vieram em linha com as expectativas.
As principais bolsas de valores da Europa abriram em baixa nesta quarta-feira. Os investidores mantêm o tom negativo da semana na região enquanto digerem balanços corporativos e indicadores econômicos regionais.
Veja como estavam as principais bolsas da Europa por volta das 7h:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira.
Os investidores estão de olhos e ouvidos atentos a discursos de dirigentes do banco central dos Estados Unidos enquanto aguardam dados de inflação da China.
A bolsa de Seul liderou as perdas, recuando 0,91%. Também fecharam em queda as bolsas de Tóquio (-0,33%), Xangai (-0,16%) e Hong Kong (-0,58%).
Na ponta positiva, a bolsa de Taiwan marcou alta de 0,33%.
O Ibovespa iniciou o dia em queda com a desvalorização das commodities, mas os ânimos foram recuperados após a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
O documento, que explica o que motivou o corte de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros, indicou que o ciclo de reduções na Selic deve continuar nas próximas decisões.
Combinado com as declarações do presidente, Roberto Campos Neto, e do diretor de política monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, os investidores operaram com mais apetite ao risco na bolsa brasileira.
Brasília também disputou as atenções dos investidores, com a tramitação de pautas econômicas.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou o texto-base da Reforma Tributária. A proposta segue para o plenário e deve ser votada entre amanhã (8) e quinta-feira (9).
Já a Comissão Mista do Orçamento (CMO) do Congresso deliberou sobre o relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias, que prevê a meta de déficit zero nas contas públicas em 2024. O texto final deve ir à votação entre os dias 22 e 24 de novembro.
Lá fora, os investidores repercutiram os dados aquém do esperado de exportação da China em outubro e dados econômicos na Europa. Wall Street, por sua vez, fechou em tom positivo com declarações de dirigentes do Federal Reserve (Fed).
O Ibovespa terminou o pregão com alta de 0,71%, aos 119.268 pontos. O dólar fechou a R$ 4,8750, com queda de 0,26%, no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados na última terça-feira (7).
O BTG Pactual (BPAC11) tem se destacado pela capacidade de entregar resultados mesmo com os ventos contrários do mercado. E não foi diferente no terceiro trimestre de 2023.
O banco de investimentos registrou lucro líquido de R$ 2,734 bilhões, o que representa um avanço de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.
O resultado foi novamente recorde para o banco e ficou pouco acima do lucro de R$ 2,719 bilhões esperado pelos analistas, de acordo com a média das expectativas que o Seu Dinheiro compilou.
Com a alta do lucro, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE) do BTG atingiu 23,2%. Trata-se de um avanço de 1,2 ponto percentual em relação ao indicador do terceiro trimestre de 2022.
Os investidores parecem preparados para deixar as travessuras de Halloween para trás e dar início às celebrações de fim de ano na B3. Mesmo após um mês marcado pela aversão ao risco nos mercados devido aos juros elevados no mundo, o universo de fundos imobiliários (FIIs) segue chamando a atenção dos analistas em novembro.
Em um “esquenta” da temporada de festas, o bom humor se estende à maior parte do mercado de FIIs. Desse modo, não há apenas um setor que lidere o otimismo dos analistas, mas três: logística, escritórios e fundos de fundos.
Do lado dos galpões, os fundos imobiliários de logística dominam a preferência dos analistas da indústria em novembro. Presente entre os FIIs favoritos das carteiras recomendadas de cinco das 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro, o BTG Pactual Logística (BTLG11) é o fundo mais indicado para o mês.
Já o segundo lugar no pódio é dividido entre dois ativos. Com três recomendações cada, o VBI Prime Properties (PVBI11), FII de lajes corporativas, e o RBR Alpha Fundo de Fundos (RBRF11), levam a medalha de bronze no ranking de novembro.
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