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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais fecharam em leve alta com investidores reagindo a dados de inflação na China. O CPI ficou estável em junho, o que tem sido avaliado como mais um sinal de desaceleração econômica.
Contudo, a aversão ao risco deu lugar à expectativa de anúncio de novos estímulos econômicos pelo governo chinês.
O dado mais fraco, por sua vez, repercutiu negativamente no desempenho das commodities. O minério de ferro encerrou as negociações com baixa acima de 3%; o petróleo tipo Brent registrou queda de 1%.
Por aqui, o dia foi de agenda esvaziada e os investidores realizaram os ganhos recentes, à espera do IPCA de junho, que será divulgado nesta terça-feira (11).
Pressionado por commodities, o Ibovespa fechou os negócios com recuo de 0,80%, aos 117.942 pontos.
O dólar à vista encerrou a R$ 4,8825, em alta de 0,34%.
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Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (10):
O Ibovespa fechou com recuo de 0,80%, no nível dos 117 mil pontos.
Na ponta positiva, as ações da Azul (AZUL4) recuperaram as perdas da semana anterior, quando as companhias aéreas repercutiram os dados operacionais de junho.
O destaque, porém, foi para os papéis de Ambev (ABEV3). O Bank of America elevou a recomendação da varejista de neutro para compra, com preço-alvo de R$ 17,50.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 19,88 | 2,90% |
| RAIZ4 | Raízen ON | R$ 4,26 | 1,43% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 14,99 | 0,94% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 22,34 | 0,90% |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 39,67 | 0,81% |
Já a ponta negativa do Ibovespa foi dominado pelo setor de varejo, pressionados pelo avanço dos juros futuros (DIs).
Vale destacar também a queda de CSN (CSNA3), repercutindo o rebaixamento de recomendação de neutro para venda pelo Itaú BBA.
Confira as maiores quedas da sessão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 19,14 | -6,27% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,03 | -4,25% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,05 | -4,09% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,29 | -3,38% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 9,79 | -2,88% |
Em dia de agenda esvaziada, os investidores operaram mais cautelosos e à espera de dados de inflação de junho. O índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) deve ser divulgado amanhã (11) e, segundo as estimativas, apontar deflação de 0,10% em junho ante maio.
Com o foco no exterior, o Ibovespa fechou em queda de 0,80%, aos 117.942 pontos.
O tom negativo deve-se aos dados de inflação mais fracos na China, que indicou uma desaceleração da economia e refletiu no desempenho do minério de ferro. A commodity encerrou os negócios em queda de 3,46%, a US$ 109,98.
O recuo pressionou as ações de Vale (VALE3), que puxou o Ibovespa. O tom negativo também foi sustentado pela baixa do setor de varejo — repercutindo o avanço dos juros futuros (DIs).
Apesar dos dados mais fracos da China, as bolsas de Nova York terminaram a sessão em leve alta com expectativas de inflação.
Mais cedo, o Fed de Nova York divulgou que as expectativas de inflação de um ano caíram pelo terceiro mês consecutivo, de 4,1% em maio para 3,8% em junho. Essa foi a menor leitura desde abril de 2021.
Confira o fechamento de NY:
O dólar fechou a R$ 4,8825, em alta de 0,34%.
A moeda americana foi beneficiada pelo aumento da cautela dos investidores após dados na China. Mais cedo, o gigante asiático reportou estabilidade da inflação, dado pelo CPI (na sigla em inglês), em junho na comparação anual.
O CPI chinês diminuiu 0,2% em junho ante maio. Além disso, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) também registrou queda — o índice caiu 0,8% em junho na comparação com o mês anterior.
Com os dados mais fracos do que o esperado, e a ausência de eventuais estímulos aos setores, os investidores temem uma desaceleração na segundo maior economia do mundo.
Por aqui, a agenda do dia foi esvaziada, com a proximidade do recesso parlamentar. Na sessão de hoje, permaneceu a expectativa de deflação a ser apontada pelo IPCA de junho amanhã (11).
Em meio à realização de ganhos recentes, o Ibovespa renovou a mínima há pouco com queda de 0,90%, aos 117.824 pontos.
A forte queda do minério na China e o recuo em bloco do setor de varejo, pressionado pelo avanço dos juros futuros, dão o tom negativo ao índice da bolsa brasileira.
Na última hora do pregão, o Ibovespa cai 0,83%, na mínima do dia, aos 117.910 pontos.
O índice é pressionado pela cautela dos investidores após dados mais fracos na China e na expectativa do IPCA de junho — que, segundo as projeções do mercado, deve registrar deflação de 0,10%.
Na ponta positiva, Azul (AZUL4) lidera os ganhos em movimento de ajuste às perdas da última sessão. Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 19,81 | 2,54% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 22,38 | 1,08% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 14,98 | 0,88% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 33,38 | 0,75% |
| CCRO3 | CCR ON | R$ 13,87 | 0,65% |
Na ponta negativa, o setor de varejo se destaca, pressionado pelo avanço dos DIs. Lojas Renner (LREN3) é a maior queda. Confira o que mais desce no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 19,26 | -5,68% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,01 | -5,19% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,05 | -4,09% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,26 | -3,62% |
| BEEF3 | Minerva ON | R$ 10,19 | -3,14% |
Os contratos do petróleo do tipo Brent para setembro encerraram a sessão em queda de 0,99%, a US$ 77,69 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Já os contratos para agosto do petróleo WTI fecharam com baixa de 1,18%, a US$ 72,99 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex).
O mercado de commodities é um dos primeiros a ser pressionado em momentos de aversão ao risco — o que não foi diferente nesta segunda-feira (10).
O petróleo recuou com o temor de desaceleração da China após dados de inflação de junho mais fracos do que esperado e ainda ausência de novos estímulos à economia do país por parte do governo chinês.
A Ambev (ABEV3) recebeu uma boa notícia nesta segunda-feira (10) — o que aumenta ainda mais a expectativa para o happy hour de sexta-feira. Os analistas do Bank of America (BofA) elevaram a recomendação dos papéis da empresa de bebidas, de neutro para compra, com direito a ajuste para cima no preço-alvo.
O banco norte-americano projeta que os papéis ABEV3 têm potencial para atingir os R$ 17,50, um avanço de cerca de 17% em relação às cotações atuais — as ações da companhia sobem 1% nesta tarde, a R$ 15,00, e aparecem entre as maiores altas do Ibovespa hoje.
O dia, porém, não é dos melhores para a bolsa brasileira. O Ibovespa recua 0,61%, aos 118.179 pontos, de olho na economia chinesa e queda das commodities.
Diversos fatores, locais e externos, devem contribuir para a valorização das ações da Ambev no médio prazo, segundo o BofA. E, como resultado, a companhia deve ter um desempenho de encher o copo — digo, os olhos.
Em sua mais recente participação no quadro Giro do Mercado, o analista Enzo Pacheco revela por que o BDR da Nike (NIKE34) está entre os queridinhos para o mês de julho. Veja no vídeo abaixo e aproveite para acessar a lista com os 5 BDRs que os analistas da Empiricus recomendam para este mês, o link está na descrição.
O dólar opera em queda ante o moedas globais, com recuo do DXY em 0,26%. Mas, a agenda doméstica esvaziada e à espera de dados de inflação (IPCA) de junho, a moeda americana mantém-se em leve alta na comparação com o real.
O dólar sobe 0,09%, a R$ 4,8763.
As bolsas de Nova York viraram para alta na segunda parte da sessão, reagindo a falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed).
O presidente regional do Fed de Atlanta, Raphael Bostic, afirmou que, embora a inflação permaneça alta, as "autoridades da política monetária pode ser paciente", por enquanto, em meio a sinalizações de desaceleração econômica nos EUA.
"Continuamos a ver sinais de que a economia está desacelerando, o que me diz que a restrição está funcionando", disse Bostic.
Mais cedo, o Fed de Nova York divulgou que as expectativas de inflação de um ano caíram pelo terceiro mês consecutivo, de 4,1% em maio para 3,8% em junho. Essa foi a menor leitura desde abril de 2021.
Confira o desempenho de Wall Street:
O Ibovespa vem renovando as mínimas durante a segunda parte da sessão, pressionado pela cautela do exterior após dados na China e na contramão das bolsas em NY.
O índice da bolsa brasileira opera em queda de 0,68%, aos 118.093 pontos.
Entre as mais negociadas hoje no Ibovespa, as ações da Vale (VALE3) recuam 1,16%, a R$ 64,69.
O movimento de queda deve-se ao desempenho negativo do minério de ferro em Dalian, repercutindo a piora do humor dos investidores após dados de inflação na China mais fracos do que o esperado — reacendendo a luz de alerta para a desaceleração da economia do país.
O minério de ferro encerrou as negociações em queda de 3,46%, cotado a US$ 109,98.
Além de Vale (VALE3), o setor de mineração e siderurgia opera em baixa em bloco, na esteira da commodity.
A semana começou com boas notícias para quem é cotista do fundo imobiliário XP Malls (XPML11): o FII comunicou que as próximas distribuições de dividendos terão um incremento.
O aumento nos rendimentos ocorre após o fundo antecipar parte do pagamento de operações de securitização utilizadas na compra dos shoppings Cidade Jardim e Catarina Fashion Outlet, em 2018.
Por lei, os fundos imobiliários estão proibidos de contrair dívidas para financiar as alocações, mas podem utilizar seu patrimônio como garantia para antecipar recursos.
Os aluguéis futuros de um imóvel da carteira, por exemplo, podem servir como lastro para captação de dinheiro via emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs).
As ações das companhias de varejo operam em baixa no pregão desta segunda-feira (10), pressionadas pelo avanço dos DIs, por serem papéis mais sensíveis aos juros.
Ainda que os investidores mantenham a expectativa de início do corte na Selic a partir de agosto, o mercado aguarda o IPCA de junho para precificar o nível de redução, de 25 ou 50 pontos-base.
Além disso, a cautela pesa no Ibovespa repercutindo dados mais fracos da China, que apontam desaceleração da segunda maior economia do mundo.
Confira o desempenho do setor varejista:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 19,32 | -5,39% |
| ALPA4 | Alpargatas PN | R$ 8,84 | -3,91% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,04 | -3,77% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,07 | -3,46% |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 11,66 | -3,00% |
| ARZZ3 | Arezzo ON | R$ 81,27 | -2,73% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,29 | -2,63% |
| ASAI3 | Assaí ON | R$ 13,81 | -1,36% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 7,20 | -0,96% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 11,58 | -0,43% |
| PCAR3 | GPA ON | R$ 22,23 | +0,41% |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 15,05 | +1,35% |
Com a retomada da aversão ao risco, após dados mais fracos do que o esperado na China, os juros futuros ampliam os ganhos em toda a curva acompanhando os Treasuries, embora o dólar tenha perdido fôlego há pouco.
Por aqui, os investidores aguardam a divulgação da inflação, medida pelo IPCA, de junho; o dado deve ser divulgado amanhã (11).
Confira o desempenhos dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,82% | 12,79% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,77% | 10,69% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,15% | 10,06% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,19% | 10,11% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,37% | 10,29% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,51% | 10,45% |
As ações das Lojas Renner (LREN3) figuram entre as maiores quedas do Ibovespa, com baixa de 5,04%, a R$ 19,39.
O movimento de queda é acompanhando pelas demais varejistas, pressionadas pelo avanço dos juros futuros (DIs) — que embora o dólar tenha arrefecido alta há pouco, os investidores realizam.
O dólar perdeu o fôlego há pouco e opera em queda ante o real, cotada a R$ 4,8686.
A moeda americana também perdeu força na comparação com as moedas globais. O indicador DXY registra baixa de 0,20%.
Dar o braço a torcer nem sempre é fácil, especialmente quando a briga é pública. Faz pouco menos de um mês que a presidente do conselho de administração do Magazine Luiza (MGLU3), Luiza Trajano, colocou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em uma saia justa com cobranças para os cortes na Selic.
Não é de hoje que o setor vem sendo pressionado pelo juro alto no Brasil e um alívio das taxas é cobrado inclusive pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Agora quem agora engrossa o time de que a redução da Selic é crucial para a retomada do varejo e do próprio Magalu é o Santander.
O banco espanhol publicou um relatório nesta segunda-feira (10) em que estima um novo preço-alvo para os papéis da varejista, que podem saltar até 36% segundo as novas projeções.
Isso porque o Santander acredita que as ações do Magalu podem chegar a R$ 4,30 até o começo de 2024.
O Ibovespa recua 0,24%, aos 118.607 pontos, com NY sem direção única e commodities em queda.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| ABEV3 | Ambev ON | R$ 15,17 | 2,15% |
| RDOR3 | Rede D'Or ON | R$ 32,23 | 1,86% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 19,60 | 1,45% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 7,86 | 1,03% |
| BBSE3 | BB Seguridade ON | R$ 31,62 | 0,96% |
E as maiores quedas do pregão:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 12,20 | -4,09% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 7,23 | -3,98% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 19,63 | -3,87% |
| VIIA3 | Via ON | R$ 2,05 | -3,30% |
| MRVE3 | MRV ON | R$ 12,94 | -2,63% |
Apesar da cautela internacional, as bolsas europeias fecharam em leve alta, com a expectativa de que o governo chinês apresente novas medidas de estímulos após o CPI mais fraco em junho.
Confira o fechamento na Europa:
Quem procurar pelas maiores altas da B3, a bolsa brasileira, nesta segunda-feira (10) verá que um fundo imobiliário está nas primeiras posições da lista. O Brascan Lajes Corporativas (BMLC11) chegou a disparar mais de 15% hoje após anunciar um aumento nos dividendos.
Por volta das 12h15, o FII operava em alta de 10,21%, a R$ 110. Mas vale destacar que, por ser um fundo de menor porte — com 1.404 cotistas de acordo com o último informe mensal — a liquidez é reduzida e as cotas do BLMC11 estão sujeitas à maior volatilidade.
A performance de hoje é impulsionada pelo anúncio de que o FII pagará proventos mais de quatro vezes maiores aos cotistas após receber o pagamento pela venda de dois pavimentos do edifício que o nomeia, o Brascan Century Corporate.
O negócio rendeu R$ 18,17 milhões ao caixa. Do total, R$ 2,6 milhões representam o lucro líquido obtido com a operação.
O Ibovespa opera em queda de 0,42%, aos 118.394 pontos. O tom negativo deve-se ao recuo das commodities no mercado internacional e cautela após dados da China.
O CPI do gigante asiático ficou estável em junho, ante as expectativas de alta, o que é entendido pelos investidores como sinal de desaceleração da economia e frustra a perspectiva de reabertura econômica na China.
Dada a incerteza, o minério de ferro fechou em queda de 3,46%, com a tonelada cotada a US$ 109,98. O petróleo também é pressionado pela cautela e opera instável, próximo a US$ 78,50 o barril.
Entre os destaques do Ibovespa estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
A aversão ao risco impulsiona o dólar à vista, que sobe 0,07%, a R$ 4,8755. Os juros futuros (DIs), na esteira do dólar, avançam em toda a curva.
Tchau, Mc Donald's (MCDC34), bem-vinda, Nike (NIKE34): o restaurante fast food perdeu espaço na carteira das 5 melhores BDRs de julho para a Nike, considerada 'uma das melhores empresas do mundo'. O que motivou essa troca, e por que é hora de comprar a ação?
Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, explica a tese da Nike e comenta o que esperar das bolsas norte-americanas com o cenário econômico nos Estados Unidos.
Aproveitando a valorização dos últimos meses, alguns fundos imobiliários (FIIS) anunciaram expansão das carteiras com novas emissões de cotas. Caio Araújo aponta onde estão as oportunidades no setor e por que a Empiricus aumentou a exposição em um fundo específico.
Acompanhe:
As companhias aéreas Gol (GOLL4) e Azul (AZUL4) operam entre as maiores altas do Ibovespa, em movimento de recuperação das perdas recentes.
Os papéis também são impulsionados pela queda do petróleo no mercado internacional que, em linhas gerais, barateia o combustível usado nas aeronaves.
Confira o desempenho das empresas hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GOLL4 | Gol PN | R$ 12,29 | 2,42% |
| AZUL4 | Azul PN | R$ 19,70 | 1,97% |
Na semana passada, as companhias divulgaram os dados operacionais de junho. A Gol registrou queda na taxa de ocupação, enquanto Azul registrou um leve avanço.
E, reagindo aos números, as empresas fecharam a semana anterior como as duas maiores quedas: Gol registrou baixa de quase 9% e Azul, recuo de mais de 11% nos últimos sete dias.
Em movimento de correção, as ações da BRF (BRFS3) operam em queda de 3,47%, a R$ 9,71, entre as maiores perdas do Ibovespa.
Na semana passada, o frigorífico anunciou o aumento de capital (follow-on) de até 500 milhões de ações, o que pode movimentar cerca de R$ 4,5 bilhões.
As companhias ligadas ao petróleo operam na contramão da commodity e sobem no Ibovespa, corrigindo as perdas das sessões anteriores.
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PRIO ON | R$ 39,89 | 1,37% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 32,48 | 0,71% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 33,35 | 0,66% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 29,57 | 0,24% |
A crise das varejistas, agravada no início do ano com as “inconsistências contábeis” da Americanas (AMER3) da ordem de R$ 20 bilhões, se arrasta até hoje. Buscando contornar esses problemas, a Via (VIIA3) vem tentando gerar caixa com os créditos do ICMS.
Por meio da chamada transferência de créditos tributários de ICMS, a varejista já vendeu R$ 950 milhões com esse mecanismo — destes, a venda de R$ 150 milhões foi feita nesta segunda-feira (10).
Esses créditos ocorrem porque o ICMS é um tributo não cumulativo. Em outras palavras, quando uma empresa realiza a compra de insumos, mercadorias, entre outros bens, são registrados créditos — a serem compensados nas operações de venda.
Assim, empresas que precisam gerar caixa vendem os direitos sobre esses créditos.
O dólar tem operado instável na última hora, mas há pouco firmou-se em tom positivo.
A moeda americana sobe 0,11%, a R$ 4,8774.
O movimento também acontece ante as moedas globais: segundo o indicador DXY, o dólar registra alta de 0,03%.
Os ganhos são impulsionados pela cautela dos investidores repercutindo dados de inflação na China. O CPI, que mede a variação dos preços, ficou estável em junho, ante as expectativas de alta de 0,02%.
Em linhas gerais, o avanço da inflação indica que a economia segue aquecida e, no caso da China, que a reabertura econômica tivesse ganhado alguma força.
As bolsas em Nova York operam mistas após a abertura. Os investidores reagem aos dados de inflação mais fracos do que o esperado na China — o que indicaria a retomada econômica do país.
Além disso, há a expectativa sobre dados de inflação americana a serem divulgados ao longo da semana.
Confira o desempenho de Wall Street após a abertura dos negócios:
Na liderança da ponta positiva, as ações da Ambev (ABEV3) registram alta de 3,64%, a R$ 15,38.
Os papéis reagem a elevação da recomendação neutra para compra dos ativos pelo Bank of America (BofA), com preço-alvo de R$ 17,50.
O BTG Pactual também divulgou relatório da Ambev, reiterando recomendação neutra. Segundo as estimativas do banco, a varejista deve reportar receitas consolidadas de R$ 19,4 bilhões, o que representa alta de 8% na comparação anual, no balanço do segundo trimestre.
Uma disputa nos tribunais entre o Banco do Brasil (BBAS3) e o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) que já dura mais de três anos acaba de ganhar um novo capítulo.
Segundo o BTG Pactual, administrador do FII, uma decisão judicial determinou a citação do banco em uma ação de execução movida pelo fundo e solicitou que o BB pague os aluguéis devidos ao BBFI11.
Em comunicado enviado ao mercado na última sexta-feira (7), a administradora relembra que o BB Progressivo ajuizou, em maio deste ano, um processo após a instituição financeira deixar de pagar o aluguel do imóvel CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que está no portfólio do FII.
A inadimplência ocorreu após o Banco do Brasil dar um "ultimato": o BBFI11 e o banco discutem judicialmente há três anos a renovação do aluguel, mas a instituição financeira decidiu em março que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo.
Com o recuo de mais de 3% do minério de ferro na China, as ações da CSN (CSNA3) lideram a ponta negativa do Ibovespa.
Os papéis da mineradora caem 2,67%, a R$ 12,35.
Outras companhias do setor também recuam. Em destaque, Usiminas registra baixa de 1,73%, a R$ 7,40.
As duas empresas também reagem ao rebaixamento da recomendação neutra para venda das ações pelo Itaú BBA.
O Ibovespa abre em queda de 0,41%, aos 118.897 pontos, e acompanha a cautela do exterior após dados da China e commodities.
O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) ficou estável em junho, abaixo das expectativas do mercado. Isso, em consequência, impulsionou um cenário de maior incerteza sobre o crescimento do país.
A maior aversão ao risco reflete no desempenho do minério de ferro, que registra recuo de mais de 3%, e do petróleo.
Os mercados também operam de olho em dados de inflação ao longo da semana. No Brasil, o índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) deve ser divulgado amanhã (11) e a expectativa é que o dado aponte deflação.
Por aqui, as perdas devem ser limitadas ainda pela aprovação da Reforma Tributária e do voto de qualidade no Carf, na última sexta-feira (7), na Câmara dos Deputados.
Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras — que possuem as maiores participações no Ibovespa —, acompanham o desempenho das commodities e operam em queda no pré-mercado em Nova York.
A assembleia de acionistas da Copel (CPLE6) que vai tratar da privatização da estatal paranaense de energia promete ser quente. Isso porque o BNDES — segundo maior acionista da companhia — indicou que vai votar contra a matéria e ainda pretende impedir a migração da empresa para o Novo Mercado da B3.
A ida para o segmento de empresas com práticas mais rigorosas de governança corporativa da bolsa está na pauta da assembleia que a Copel realiza nesta segunda-feira (10). A expectativa do governo do Paraná é que a privatização ocorra até outubro.
Mas a BNDESPar — empresa de participações do banco de desenvolvimento — pediu a retirada dos itens que tratam especificamente da migração para o Novo Mercado.
Em resposta, a Copel anunciou que vai colocar o pedido do BNDES em votação na assembleia. Seja como for, a migração ou não para o Novo Mercado não interfere na proposta de privatização, de acordo com a empresa.
QUEM DÁ MAIS? UMA SEMANA COM ÍNDICES DE PREÇOS AO REDOR DO MUNDO INTEIRO
Lá fora, os mercados da Ásia e do Pacífico encerraram a segunda-feira em um tom misto, antes dos principais relatórios de inflação desta semana ao redor do mundo, incluindo o relatório do índice de preços ao consumidor dos EUA na quarta-feira, seguido pelo índice de preços ao produtor na quinta-feira.
Na China, o índice de preços ao consumidor ficou estável em junho em relação ao ano anterior, seu nível mais baixo desde fevereiro de 2021.
Enquanto isso, os preços ao produtor caíram 5,4% em relação ao ano anterior, a taxa de declínio mais rápida desde dezembro de 2015.
Os mercados europeus sobem nesta manhã, enquanto os futuros americanos recuam.
A secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, concluiu sua visita a Pequim e disse que as negociações foram diretas e produtivas, colocando os laços bilaterais em base mais segura — pode ter efeito positivo sobre os ativos de risco se houver uma pacificação das relações entre EUA e China.
Também teremos relatórios mensais da AIE e da Opep na quarta e quinta-feira, respectivamente, podendo trazer volatilidade para os preços do barril de petróleo. Por aqui, teremos igualmente dados de inflação.
A ver…
00:57 — Quer rir, tem que fazer rir
No Brasil, contamos com o índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) de junho, que deverá registrar deflação de 0,08% no mês, acumulado 3,20% na comparação anual.
Antes dele, teremos hoje IPC-S e amanhã IPC-Fipe, dois dados complementares de preços que podem ajudar o mercado a trabalhar melhor as expectativas não apenas da inflação do segundo semestre, mas também da política monetária.
Surpresas para baixo do consenso devem aumentar a chance de um corte mais arrojado em agosto, de 50 pontos-base.
Isso serve para a atividade, com volumes de serviços na quarta-feira e vendas no varejo na sexta-feira — caso venham abaixo do esperado, podem ajudar o BC a derrubar a taxa Selic.
A semana começa com um humor revigorado depois da aprovação da reforma tributária e do projeto do voto de qualidade do Carf.
O arcabouço fiscal, por sua vez, deverá ficar para depois do recesso legislativo, mas sua aprovação terá um cunho mais burocrático, com Arthur Lira falando sobre "alterações mínimas" no texto que veio do Senado à Câmara.
O consenso era grande para a reforma, com diferentes setores apoiando e uma uniformidade de votos em diferentes posições do espectro político.
Lula tentou reformar o mínimo possível seu ministério para atender aos pedidos dos congressistas; ao mesmo tempo, foram liberados R$ 5,4 bilhões do orçamento a prefeituras e governos estaduais. Quer rir? Tem que fazer rir.
01:55 — Um mercado de trabalho mais tímido?
Nos EUA, o mercado de trabalho parece finalmente esfriar. A economia americana criou 209 mil empregos em junho, abaixo da estimativa do mercado de cerca de 225 mil. É a primeira vez em 15 meses que o número de empregos fica abaixo das previsões. Para a inflação, isso pode ser um progresso real.
O dado veio depois do susto com o relatório do ADP, que mostrou que o setor privado criou 497 mil empregos em junho.
Claro, o mercado de trabalho ainda está mais quente do que frio, mas podemos estar diante de um ponto de inflexão.
Na sexta-feira, a probabilidade de o Fed aumentar as taxas durante o próximo mês de julho era de mais de 90%.
A semana traz mais notícias sobre a inflação, com o índice de preços ao consumidor sendo divulgado na quarta-feira. Espera-se um ganho de 3,1% na comparação anual, abaixo do aumento de 4% em maio.
O núcleo da inflação, por sua vez, que exclui os itens mais voláteis, como energia e alimento, poderá chegar a 5,0%, de 5,3% em maio.
Uma surpresa do CPI pode redefinir as expectativas sobre a direção do Federal Reserve. Teremos também o índice de preços ao produtor para junho na quinta-feira.
02:56 — E a temporada de resultados?
Ainda em solo americano, além do debate do juro, começamos a temporada de resultados — os balanços devem vir fracos (espera-se que as empresas do S&P 500 reportem a terceira queda consecutiva nos lucros trimestrais).
A temporada tem início com os principais bancos JPMorgan Chase, Wells Fargo e Citigroup, todos na sexta-feira.
A leitura sobre o que os principais bancos podem nos contar um pouco sobre os fluxos de depósitos e o crescimento dos empréstimos também deve ter um impacto nas ações dos bancos regionais.
Alguns investidores alertaram que os lucros dos grandes bancos atingiram o pico, já que a receita líquida de juros provavelmente continuará caindo, os custos de crédito estão gradualmente se normalizando e aumentando e as despesas são pressionadas pela inflação.
O crescimento dos lucros também está sendo prejudicado à medida que os bancos se posicionam para prováveis mudanças regulatórias, adicionando liquidez, aumentando o capital da dívida e várias retenções nas recompras de ações.
03:53 — Vibrações chinesas
No gigante asiático, a taxa de inflação dos preços ao produtor avançou ainda mais para a deflação e os preços ao consumidor permaneceram inalterados no ano — os preços ao consumidor ficaram estável na taxa mais fraca desde que os preços caíram em fevereiro de 2021 (versus expectativa de +0,2%), enquanto os dados ao produtor caíram 5,4%.
Os preços dos alimentos estão subindo, mas os preços dos bens continuam caindo. Há dois efeitos indiretos para a inflação global.
Os dados de preços ao consumidor são consistentes com os gastos dos consumidores da China em serviços, em vez de bens, limitando o impacto do crescimento global da China.
Os dados também enfatizam que não há inevitabilidade global para a rigidez da inflação.
Os dados foram divulgados depois da visita da secretária do Tesouro, Janet Yellen, à China. O mercado entende que o encontro ajudou a construir um canal de comunicação produtivo entre os países, complementarmente à visita de Blinken há algumas semanas.
Os atritos entre Washington e Pequim recentemente se transformaram em uma nova guerra comercial, com ambos os lados restringindo as exportações críticas para tecnologias avançadas.
Durante 10 horas de reuniões, Yellen procurou convencer a recém-instalada equipe econômica da China de que os EUA não estão empenhados em buscar vantagens econômicas contra o país.
04:52 — Mais de 500 dias
Já se passaram mais de 500 dias desde que a Rússia invadiu a Ucrânia.
À medida que o conflito se arrasta, a luta chegou a um impasse, embora a Ucrânia espere virar a maré com sua contra-ofensiva lançada recentemente.
Esse esforço ganhou impulso na semana passada, quando os Estados Unidos tomaram a controversa decisão de enviar à Ucrânia munições cluster, pequenas bombas espalhadas proibidas em muitos países devido ao seu potencial de causar danos a civis.
Quem quer que vença, a guerra já foi um desastre humanitário – a ONU estima que pelo menos 9 mil civis foram mortos.
Também impactou a economia global, já que a maioria das empresas ocidentais saiu da Rússia e várias nações trabalharam para se livrar do petróleo russo.
Os juros futuros (DIs) abriram com viés de em toda curva, repercutindo a cautela do exterior. A frustração com dados de inflação na China retomam as incertezas dos investidores quanto a reabertura e crescimento do país asiático.
Por aqui, os ganhos são limitados pela expectativa de poucas alterações no texto da Reforma Tributária aprovado na Câmara na última sexta-feira (7). Além disso, a estabilidade da inflação apontada pelo Boletim Focus mantém o otimismo com o cenário fiscal.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 12,80% | 12,79% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 10,71% | 10,69% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,09% | 10,06% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,14% | 10,11% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,33% | 10,29% |
| DI1F29 | DI Jan/29 | 10,48% | 10,45% |
Logo após a abertura, o dólar perdeu força no mercado à vista e opera em queda de 0,13%, a R$ 4,8598.
O dólar à vista abre a R$ 4,8698, com alta de 0,08%.
Após diminuir — e muito — a participação na XP, a Itaúsa (ITSA4) prepara uma nova retirada na companhia: desta vez, de executivos. Em linha com o desinvestimento na corretora, a dona do Itaú Unibanco rescindiu o acordo de acionistas da companhia.
Com a rescisão, os membros indicados pela holding no conselho de administração e no comitê de auditoria da XP deverão renunciar aos cargos no futuro.
Desse modo, a Itaúsa deixará de registrar contabilmente o investimento na XP pelo método de equivalência patrimonial.
De agora em diante, a fatia na corretora será referida como ativo financeiro mensurado a valor justo.
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,12%, aos 120.005 pontos. O mercado opera mais cauteloso reagindo aos números mais fracos do que o esperado na China, que repercute sobre o desempenho do minério de ferro.
O CPI, um dos medidores de inflação, chinês ficou estável em junho, abaixo das projeções. Com isso, o minério cai mais de 3%.
Além disso, os investidores aguardam novos dados de inflação no Brasil e nos EUA. O IPCA de junho deve ser divulgado amanhã (11).
Por aqui, ainda repercute o Boletim Focus, que apontou queda da inflação em 2023 e estabilidade dos preços nos próximos anos. A conclusão da votação da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados, na última sexta-feira (7), pode limitar o recuo do índice da bolsa brasileira.
O minério de ferro opera em queda de 3,46%, com a tonelada a US$ 109,98, em Dalian, na China.
A commodity desacelera após dados mais fracos do que o esperado para a inflação no país asiático, o que desperta mais incertezas sobre a reabertura econômica da segunda maior economia do mundo.
Já o petróleo também é negociado em tom negativo, com recuo de 0,54%, a US$ 78,05 o barril.
A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial de 2023 caiu pela oitava semana consecutiva na pesquisa Focus.
A expectativa dos participantes do mercado para o IPCA no fim do ano caiu de 4,98% para 4,95%. Há um mês, a expectativa estava em 5,42%.
Ao mesmo tempo, as projeções para o PIB, a taxa Selic e o câmbio se estabilizaram.
Como na semana passada, o mercado segue estimando expansão de 2,19% do PIB, taxa de juro a 12,00% ao ano e dólar a R$ 5,00 no fim de 2023.
Há um mês, as projeções eram de +1,84% (PIB), 12,50% (Selic) e R$ 5,10 (dólar).
Confira o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (10) com as projeções do mercado para indicadores da economia local:
Investidores estrangeiros retiraram R$ 1,459 bilhão da B3 na sessão da última quinta-feira, 6 de julho.
No acumulado de julho, houve retirada de R$ 2,157 bilhões da bolsa brasileira até o último balanço disponível.
No acumulado do ano, porém, o capital externo está positivo em R$ 14,861 bilhões na B3.
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis das Lojas Quero-Quero (LJQQ3).
LJQQ3: [Entrada] R$ 6.42; [Alvo parcial] R$ 6.62; [Alvo] R$ 6.94; [Stop] R$ 6.07
Recomendo a entrada na operação em R$ 6.42, um alvo parcial em R$ 6.62 e o alvo principal em R$ 6.94, objetivando ganhos de 8.1%.
O stop deve ser colocado em R$ 6.07, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
Os dados de inflação no Brasil, nos Estados Unidos e na China dominam a semana.
O preço ao consumidor chinês foi divulgado no fim da noite de domingo.
A inflação no Brasil virá à tona na terça-feira. Nos EUA, o indicador será conhecido na quarta-feira, mesmo dia em que será divulgado o Livro Bege do Fed.
Wall Street também vive a expectativa do início da temporada de balanços nos EUA.
Os índices futuros de Nova York amanheceram no vermelho nesta segunda-feira.
O movimento indica a continuidade das perdas da semana passada em Wall Street.
Os investidores repercutem a expectativa com novos números de inflação e o pessimismo com a temporada de balanços que se avizinha.
“Os mercados não estão conseguindo se livrar das amarras da alta dos juros, que aparentemente vai continuar”, segundo Richard Hunter, diretor de mercados da Interactive Investor.
Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h10:
As principais bolsas de valores da Europa abriram sem uma direção clara nesta segunda-feira.
Os índices abriram em queda para em seguida passarem a oscilar entre leves altas e baixas.
Novos dados fracos de inflação da China foram interpretados como mais um indício de que a recuperação da segunda maior economia do mundo está desacelerando.
Em contrapartida, a expectativa de que o governo chinês adote novas medidas de estímulo anima os investidores.
Veja como estavam as principais bolsas de valores da Europa por volta das 7h05:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira.
Dados fracos de inflação da China alimentam a expectativa de novas medidas de estímulo à segunda maior economia do mundo, que vem desacelerando.
Na China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,22%.
Em Hong Kong, o índice Hang Seng fechou em alta de 0,62%.
Na ponta negativa, a bolsa de Tóquio recuou 0,61%, a de Seul caiu 0,24% e a de Taiwan cedeu 0,07%.
A ação do Ant Group subiu 3% hoje na bolsa de Hong Kong.
A alta foi atribuída ao fim do cerco regulatório chinês à empresa fundada por Jack Ma.
Na última sexta-feira, o dono da Alibaba e suas subsidiárias foram multados em valor equivalente a US$ 1 bilhão.
No fim de semana, o Ant Group lançou uma oferta de recompra de ações.
O preço ao produtor chinês mostrou forte retração em junho,
O índice de preço ao produtor, conhecido como PPI, recuou 5,4% em relação a junho de 2022.
Foi a leitura mais baixa desde dezembro de 2015.
A queda foi mais forte que a esperada. Analistas estimavam recuo de 5% no período.
Em maio, o PPI chinês recuou 4,6%.
A inflação ao consumidor chinês mostrou estabilidade em junho.
Analistas estimavam que o índice de preço ao consumidor da China avançaria 0,2% em relação ao mesmo mês de 2022. Entretanto, o dado veio sem variação.
Em maio, a inflação oficial na China foi de 0,2% na comparação anual.
O Ibovespa fechou em alta de 1,25% na sexta-feira, a 118.898 pontos.
Com isso, o principal índice de ações da B3 avançou 0,69% no acumulado da primeira semana de julho.
O dólar, por sua vez, acumulou alta de 1,59% na semana passada, retornando à faixa de R$ 4,86.
O noticiário do fim de semana foi relativamente tranquilo para o mundo dos negócios, mas nem por isso desimportante.
Confira a seguir o que foi notícia no sábado e no domingo.
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
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