O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Programa de investimento em títulos públicos do Tesouro Nacional lançou cadastro unificado que simplifica o registro de novos investidores
O programa Tesouro Direto lançou, nesta quarta-feira (07), um cadastro unificado e simplificado que aceita PIX como método de pagamento.
Segundo a plataforma de investimento em títulos públicos do Tesouro Nacional, o Cad&Pag facilita o registro de novos investidores no programa, permitindo o primeiro investimento de forma fácil e rápida.
Ele integra os sistemas do Tesouro Direto, da plataforma Gov.br (portal autenticador central de acesso aos serviços do governo) e das instituições financeiras em um processo unificado, simplificando desde o cadastro das informações pessoais até a criação da conta com o banco ou corretora por meio da qual o investidor vai operar no programa.
Já os usuários que já são cadastrados no Tesouro Direto poderão passar a fazer login na plataforma por meio do seu cadastro Gov.br.
Para poder acessar o Tesouro Direto com o login Gov.br o investidor precisa ter, no mínimo, nível Prata de confiabilidade. Se não tiver, o usuário será encaminhado ao portal Gov.br para enriquecer sua conta.
Todos os investidores que se cadastrarem no Tesouro Direto pelo cadastro simplificado poderão investir via PIX pelo sistema de pagamento PagTesouro, da Secretaria do Tesouro Nacional.
Leia Também
O cadastro no portal Gov.br é necessário para ter acesso a diversos serviços online oferecidos pelo governo federal, como o resgate de "dinheiro esquecido" nos bancos e os serviços relativos à declaração de imposto de renda. Veja como criar uma conta Gov.br e passar para o nível prata ou ouro.
Juros dos títulos em dólar explodem em meio à falta de apoio claro de Cosan e Shell
Banco vê oportunidade de ganho significativo em dólar, investindo em empresas brasileiras e conhecidas
Papéis prefixados e indexados à inflação tem vencimento alongado, enquanto Tesouro Selic só oferece um vencimento
Relatório da XP recomenda a janela estratégica rara nos títulos indexados à inflação e indica os dois títulos preferidos da casa
O novo título público quer concorrer com os ‘cofrinhos’ e ‘caixinhas’ dos bancos digitais, e ser uma opção tão simples quando a poupança
Os recursos serão usados para cobrir gastos relacionados com a implantação e exploração da usina termelétrica movida a gás natural UTE Azulão II, no Amazonas; papéis são voltados a investidores profissionais
Levantamento da Empiricus mostra quais setores lideram oportunidades e como o mercado de debêntures deve se comportar nos próximos meses
Incertezas globais elevam rendimentos dos títulos públicos e abrem nova janela de entrada no Tesouro Direto
Ressarcimento começou a pingar na conta dos investidores, que agora têm o desafio de fazer aplicações melhores e mais seguras
Relatório afirma que a performance do BDIF11 está descolada dos seus pares, mesmo com uma carteira pulverizada e um bom pagamento de dividendos
Os golpistas e fraudadores estão utilizando indevidamente do nome do FGC, bem como tentando interferir no regular processo de pagamento
Apesar da pressão dos juros altos, a maioria das empresas fez ajustes importantes, e o setor segue com apetite por crédito — mas nem todas escaparam ilesas
Banco afirma que o mercado “exagerou na punição” à dívida da companhia e vê retorno atrativo para investidores em meio ao forte desconto
Itaú BBA e XP divergem em suas recomendações de títulos públicos no início deste ano; corretoras e bancos também indicam CRI, CRA, debêntures e CDB
Demora no ressarcimento pelo FGC faz a rentabilidade contratada diluir ao longo do tempo, e o investidor se vê com retorno cada vez menor
Melhor desempenho entre os títulos públicos ficou com os prefixados, que chegaram a se valorizar mais de 20% no ano; na renda fixa privada, destaque foram as debêntures incentivadas
Investimentos como CRI/CRA, debêntures e outros reduziram a participação dos bancos nos empréstimos corporativos
Novos títulos têm vencimento fechado, sem a possibilidade de resgate antecipado
O Copom ainda não cortou a taxa de juros, mas isso deve acontecer em breve — e o mercado já se move para ajustar os retornos para baixo
BTG Pactual, BB Investimentos, Itaú BBA e XP recomendam aproveitar as rentabilidades enquanto a taxa de juros segue em 15% ao ano