O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo o banco, uma das empresas tem menos espaço para dividendos e recompras — um fator negativo importante para uma futura reclassificação das ações
A siderurgia como um todo não está empolgando os investidores e é justamente nesse momento que oportunidades para a compra de papéis do setor podem surgir. Em um duelo entre Usiminas (USIM5) e Gerdau (GGBR4), o BTG Pactual já escolheu a preferida.
O banco não só rebaixou a recomendação das ações da Usiminas como cortou o preço-alvo — uma mudança que a própria instituição considerou tardia.
De acordo com a atualização, o BTG passou de uma recomendação de compra para neutra e cortou o preço-alvo dos papéis USIM5 de R$ 16 para R$ 11, o que representa um potencial de valorização de 15% com relação ao fechamento de sexta-feira (26).
O banco recomenda que, em um ambiente em que todo o setor está barato, os investidores construam suas posições na Gerdau em vez da Usiminas, pois espera que a diferença de desempenho entre ambas aumente ainda mais.
Por volta de 14h45, as ações da Usiminas caíam 4,15%, a R$ 8,30, figurando no bloco de maiores perdas do Ibovespa. Na contramão, as ações da Gerdau avançavam 0,13%, a R$ 24,09. Confira a nossa cobertura completa dos mercados.
De forma geral, o BTG tem dificuldades de enxergar como as ações da Usiminas terão um desempenho superior em um ambiente de falta de retornos relevantes para os acionistas, visibilidade operacional limitada, riscos macro elevados, descontos de preços no Brasil e deterioração do impulso dos lucros.
Leia Também
“Nos sentimos um pouco estranhos em rebaixar uma ação que está negociando a 2,9 vezes o Ebitda previsto para 2023, e concordamos que é um movimento tardio, pois o mercado já está pessimista com a empresa”, diz o banco.
O BTG agora projeta um Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) de R$ 5 bilhões em 2022 e R$ 4,3 bilhões em 2023 — projeção de 20% a 30% menor.
A redução incorpora os custos mais altos de matérias-primas, descontos no preço do aço no mercado doméstico e menor lucratividade com o aumento da relaminação de placas no mix geral.
A estimativa revisada do banco é de que a Usiminas seja negociada a 2,9 vezes o Ebitda de 2023, gerando um rendimento de fluxo de caixa ao acionista abaixo da média de 12%.
O rebaixamento, explica o BTG, foi feito, em primeiro lugar, devido aos riscos operacionais e à baixa visibilidade dos resultados — “uma das mais baixas que já vimos em anos”, diz o banco.
A Usiminas (USIM5) deve iniciar a reforma do alto-forno 3 em Ipatinga. Segundo o BTG, o processo deve impactar negativamente as margens, já que a siderúrgica precisa adquirir agressivamente placas de terceiros para manter as entregas.
Nos cálculos do banco, essas paradas para manutenção podem ter um efeito negativo sobre a margem Ebitda de 5 a 10 p.p.
E o mercado já reagiu à manutenção. Na última sexta-feira (29), os papéis da Usiminas recuaram em reflexo da reforma em Ipatinga.
“A empresa também está lutando contra contratempos anormais em seus fornos de coque, que devem consumir capex adicional de R$ 1,1 bilhão e reduzir significativamente a lucratividade de curto prazo à medida que a empresa intensifica as compras de coque no mercado”, diz o BTG.
A alocação de capital é outro problema da siderúrgica, de acordo com o BTG.
Dada a extensão dos requisitos de capex à frente e as necessidades de capital de giro de curto prazo, o banco acredita que o fluxo de caixa do acionista será prejudicado nos próximos trimestres.
O BTG projeta os menores retornos do fluxo de caixa livre para a Usiminas no setor — próximo de 10% de retorno para 2023, contra um retorno de cerca de 20% para a Gerdau (GGBR4).
Nesse cenário, o espaço para dividendos e recompras é relativamente menor, um fator negativo importante para uma futura reclassificação das ações, de acordo com o banco.
Embora mantenha uma visão mais cautelosa, o BTG avalia fatores que podem surpreender positivamente:
Com dólar ao redor de R$ 5,06 e queda próxima de 8% no mês, combinação de fluxo estrangeiro, juros elevados e cenário externo sustenta valorização do real. Especialistas acreditam que há espaço para mais desvalorização
Escalada das tensões no Oriente Médio, com foco em Israel e Líbano, ainda mantém os preços do barril em níveis elevados, e coloca estatal entre as mais negociadas do dia na bolsa brasileira
O fundo imobiliário destacou que a movimentação faz parte da estratégia ativa de gestão, com foco na geração de valor para os cotistas
A construtora divulgou números acima das expectativas do mercado e ações disparam mais de 12%, mas Alea segue sendo o grande incômodo de investidores
Trump pausou a guerra contra o Irã, mas o setor de defesa está longe de esfriar; BTG Pactual projeta um novo superciclo global de investimentos e recomenda ETF para capturar ganhos. Entenda por que a tese de rearmamento segue forte.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra