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Os riscos e vantagens do TotalPass e Wellhub para as academias, inflação e resultados da Vale: o que mexe com os mercados hoje

Entenda como o crescimento de aplicativos agregadores de atividades físicas afeta a receita e rentabilidade das redes de academias

Imagem: iStock/Jacob Wackerhausen

Yoga na segunda-feira, spinning na terça, musculação na quarta, pilates na quinta e, para fechar bem a semana, uma aula de natação. Se alguém quisesse fazer todas essas atividades físicas há alguns anos, precisaria se matricular em cinco locais diferentes, ou ainda encontrar uma academia completa e recheada de aulas — e, portanto, mais cara.

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Hoje, esse processo ficou bem mais fácil e com um custo bem mais em conta. O segredo são os agregadores, aplicativos que, com apenas uma mensalidade, permitem realizar atividades distintas. É só fazer um check-in pelo app e, em alguns casos, agendar com antecedência.

Para mim, é a solução perfeita. Posso frequentar locais tanto perto de casa quanto próximos ao trabalho.

Para as redes de academias, no entanto, não é assim tão simples. Os agregadores como TotalPass ou Wellhub trazem novos alunos para seus espaços. Mas há alguns problemas escondidos nesse crescimento.

A repórter Giovanna Figueredo conversou com executivos tanto dos agregadores quanto de academias menores para entender se, no fim do dia, é um negócio tão bom para essas empresas quanto é para os usuários.

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Entenda tudo nesta matéria aqui.

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A inflação vai dar uma folga? O futuro dos juros com petróleo e super El Niño na conta

Enquanto o último dado do IPCA surpreendeu o mercado vindo abaixo do esperado, a interrupção do acordo entre Estados Unidos e Irã empurrou o petróleo de volta a casa dos US$ 90 o barril, reacendo temores acerca da volta do risco inflacionário.

Em meio a esse cenário controverso, os investidores passam a se perguntar: a inflação vai dar uma folga ou alívio temporário deve se dissipar em breve?

Convidado desta edição, Luis Otavio Leal, economista-chefe da G5 Partners, fala sobre o que esperar para a trajetória da inflação e dos juros e se o investidor deve continuar a se proteger mesmo assim. Confira:

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Esquenta dos mercados

O conflito entre EUA e Irã volta a pressionar o preço do petróleo nesta manhã (22), fazendo com que os contratos futuros do Brent, referência internacional, amanheça em forte alta.

Os impactos foram sentidos do outro lado do globo. As bolsas asiáticas fecharam o pregão desta quarta-feira sem direção única em meio a preocupações com a alta da commodity e os possíveis efeitos inflacionários.

Já na Europa, os mercados começam o dia no azul, impulsionados pelo bom desempenho de ações do setor de mineração e de petróleo e gás.

Wall Street, por outro lado, sente a pressão do conflito, com os índices futuros de Nova York indicando um dia de perdas por lá. Enquanto isso, os investidores aguardam balanços de grandes empresas dos EUA, incluindo os números das big techs Alphabet, Tesla e IBM.

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Por aqui, a temporada de resultados do 2T26 também domina a agenda econômica. Os participantes dos mercados locais digerem hoje o relatório de produção e vendas da Vale (VALE3).

Divulgado na noite de ontem, o documento mostrou que a mineradora registrou aumento de produção e vendas em todos os segmentos. O bom desempenho levou a companhia a atingir o melhor segundo trimestre desde 2018.

Já nesta quarta, os holofotes se voltam para a Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da Vale para escolher o novo presidente do conselho de administração. Além disso, a Weg (WEGE3) divulga hoje o balanço do 2T26, após o fechamento dos mercados.

Os investidores também passam a lidar, a partir de hoje, com as tarifas de 25% impostas pelo governo de Donald Trump sobre diversos produtos brasileiros.

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No mercado internacional, os holofotes se voltam para o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e o Índice de Preços ao Produtor (PPI) do Reino Unido, ambos referentes ao mês de junho.

Outros destaques do Seu Dinheiro

FLIP 2026
A FLIP no ano da Copa: uma entrevista com a curadora da Festa Literária de Paraty, Rita Palmeira. A curadora fala sobre a escolha da poeta, os desafios de captação de recursos e o momento da literatura brasileira.

PARAÍSO DOS DIVIDENDOS?
Nem só de Selic vive o investidor: empresas brasileiras distribuem US$ 6,3 bilhões em dividendos — quem é a vaca leiteira que puxa essa fila? Brasil avançou acima da média global em pagamentos aos acionistas e segue entre os maiores distribuidores de proventos do mundo.

LIÇÃO DE CASA
Milagre de Milei (de novo)? Como a Argentina conseguiu ganhar uma nota melhor da Moody’s e encostar no Brasil. A agência de classificação de risco elevou nesta terça-feira (21) a nota de crédito da Argentina de Caa1 para B3, com perspectiva positiva.

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POR TRÁS DO TOMBO
Ações da Oracle caem 50% desde junho. É o fim da linha ou uma pechincha em Nova York? Enquanto o S&P 500 acumula alta de 9% no ano, a Oracle amarga uma queda de 36% no ano — puxada, em grande parte, pelo recuo vertiginoso desde o início de junho.

CARTÃO PREMIUM
BTG Pactual expande benefícios Ultrablue com World Legend, nova categoria para segmento de altíssima renda. Destinado a clientes com investimentos a partir de R$ 3 milhões, novo cartão reúne benefícios em viagens, gastronomia, hotéis de luxo, arte e experiências exclusivas; confira.

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