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Raphael de Carvalho será sucedido por Marcos Pessoa de Queiroz Falcão, que acumulará a função de diretor vice-presidente de subscrição do IRB

Raphael de Carvalho assumiu a presidência efetiva do IRB (IRBR3) em setembro de 2021. Tinha diante de si um trabalho hercúleo: recuperar a credibilidade perdida pela resseguradora depois da revelação de um escândalo contábil.
A missão de Carvalho terminou ontem. Já a credibilidade do IRB segue contestada pelo mercado.
O executivo renunciou ao cargo na quarta-feira e o conselho de administração da empresa convocou reunião extraordinária para eleger um CEO interino.
O escolhido para suceder Carvalho foi Marcos Pessoa de Queiroz Falcão. Ele acumulará a função de diretor vice-presidente de subscrição.
Queiroz Falcão responderá como diretor-presidente do IRB até que uma nova eleição seja realizada.
Queiroz Falcão é formado em Ciências Econômicas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Possui mestrado pela Stanford Graduate School of Business.
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O executivo é considerado experiente na gestão de talentos e de ativos financeiros, além de manter bom relacionamento com agentes do mercado financeiro e de capitais.
Ele integra o conselho de administração do IRB desde maio de 2020, participando de praticamente todo o processo de reestruturação da companhia.
IRBR3 estava entre as ações mais badaladas da bolsa brasileira até pouco antes da pandemia.
O calvário do IRB teve início da primeira sessão de fevereiro de 2020.
Foi quando veio a público o alerta da Squadra.
A gestora carioca foi a primeira a apontar a existência de inconsistências contábeis nos balanços da empresa de resseguros.
Executivos da companhia ainda tentaram salvar a imagem da empresa ao divulgar a notícia falsa de que a Berkshire Hathaway, holding de investimentos do bilionário Warren Buffett, teria “aumentando a posição em IRBR3”. E funcionou por um momento. Os papéis recuperaram imediatamente parte das perdas.
Mas, assim como ocorreu com os balanços, o jogo virou quando a mentira foi descoberta. O IRB foi alvo de um vexame internacional depois que a Berkshire veio a público afirmar que nunca teve, não tem e não pretende ter ações da empresa.
Quase três anos depois do início da crise, o IRB vem acumulando sucessivos prejuízos e enfrenta dificuldade para se manter dentro do enquadramento regulatório. Ao mesmo tempo, IRBR3 perdeu 98% de seu valor de mercado desde fevereiro de 2020.
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