O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações do Nubank acumulam queda de mais de 20% desde estreia na bolsa de Nova York, em dezembro de 2021, e estão 40% abaixo do pico
O Nubank causou frisson no fim de 2021 ao desembarcar na bolsa de Nova York como o banco mais valioso da América Latina.
Sim, o roxinho abriu seu capital com um valor de mercado superior ao de tradicionais gigantes do setor financeiro como Itaú e Bradesco.
Apenas algumas semanas se passaram desde o IPO da Nubank, em dezembro, e a situação parece voltar ao normal. Ou pelo menos ao normal ao qual o mercado estava habituado antes de o Nubank lançar suas ações.
Após a desvalorização das últimas semanas, NUBR33 negocia 20% do abaixo do preço definido na oferta pública inicial de ações.
O banco digital vendeu papéis a US$ 9 na oferta. Na tarde de ontem, a ação do roxinho chegou a bater US$ 7,20 antes de recuperar terreno e fechar a US$ 7,42.
Se levarmos em consideração que NUBR33 bateu US$ 11,85 nos dias seguintes ao IPO, a queda se aproxima de 40%.
Leia Também
Com isso, o Nubank chegou ao fim da sessão de ontem em Nova York com um valor de mercado de US$ 33,46 bilhões.
O papel do Nubank já havia sido ultrapassado há cerca de duas semanas pelo Itaú, que ontem valia US$ 38,9 bilhões. A novidade foi o banco digital ter sido deixado para trás pelo Bradesco, cujo valor de mercado atual é de US$ 34,32 bilhões.
A expectativa de altas de juros nos Estados Unidos neste ano tirou atratividade de ações de empresas com alto crescimento e lucro zero - como o Nubank.
Após a bem-sucedida oferta inicial, as expectativas do mercado se voltam para os resultados do quarto trimestre de 2021, que serão os primeiros que o Nubank divulgará como companhia aberta.
Em relatório divulgado na segunda-feira, o Itaú BBA projetou que o Nubank apresentará lucro de R$ 203 milhões no período, mas que fechará 2021 com prejuízo de R$ 326 milhões. As receitas totais da fintech devem crescer 28% em relação ao terceiro trimestre, para R$ 2,6 bilhões, graças à expansão da base de cartões e da carteira de crédito como um todo. O número de clientes deve chegar a 53,4 milhões.
O analista Pedro Leduc, do Itaú BBA, disse que a desvalorização das últimas semanas pode estar relacionada à combinação entre o cenário de mercado e as expectativas do investidor para as ações do Nubank.
O Itaú BBA vê um ano desafiador para os bancos digitais brasileiros. A casa ponderou que a dependência dos cartões de crédito como um problema.
"Cartões de crédito são um produto-chave para a monetização e o engajamento em bancos digitais, e é onde provavelmente veremos a maior deterioração da inadimplência - particularmente entre brasileiros de menor renda, que respondem pela maior parte das bases de clientes do Nubank e do Pan", afirmaram os analistas. Procurado, o Nubank não comentou.
A casa de análise de Empiricus, que faz parte do mesmo grupo empresarial do Seu Dinheiro, recomendou short em NUBR33 na semana passada.
Em relatório, os analistas da Empiricus consideram que as ações do Nubank ainda estão caras, e não só devem cair mais, mas o investidor pode apostar dinheiro nisso.
Para eles, o potencial de queda de NUBR33 é de aproximadamente 70%. "O preço justo do BDR de Nu (NUBR33) está mais perto dos R$ 2 do que dos atuais R$ 7", diz o relatório.
Você pode saber mais sobre os motivos por trás do short no Nubank na nossa página do Instagram, aproveite para nos seguir por lá (basta clicar aqui).
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM