O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O apetite pelos papéis da empresa e de outras construtoras também é alimentado pelo arrefecimento da inflação em julho
Após a Cury (CURY3) reportar mais um conjunto de resultados sólidos no segundo trimestre, os analistas já esperavam uma reação positiva do mercado. Mas, assim como os números da construtora, a performance das ações também supera as expectativas nesta quarta-feira (10).
Por volta das 12h25, os papéis CURY3 saltavam 9,18%, a R$ 9,28, e lideravam as altas do setor, mas perderam um pouco da força ao longo do dia para encerrar com alta de 8,82%, a R$ 9,25.
Além do balanço, o apetite pelos papéis da Cury e de outras construtoras foi alimentado pelo arrefecimento da inflação em julho e pelas perspectivas do fim da alta da taxa Selic.
Uma das linhas do balanço responsável pela injeção de ânimo dos investidores hoje é a da receita líquida, que bateu recorde no segundo trimestre e atingiu R$ 602,8 milhões. A cifra representa uma alta de 33,6% ante o mesmo período do ano passado.
Segundo a XP, o número foi impulsionado pela alta histórica de 31,5% das vendas líquidas, na mesma base de comparação, para R$ 897 milhões.
Outra fonte de otimismo é a margem bruta da companhia, que ficou em 35,8%. Apesar de ter registrado uma leve queda de 0,3 ponto percentual, o Itaú BBA considera que o indicador ainda está em um “patamar saudável”.
Leia Também
Os analistas da divisão de investimentos do Itaú destacam que a manutenção das margens em um cenário de custos desafiador mostra que a estratégia de precificação da companhia tem sido bem sucedida.
E, de acordo com a Genial Investimentos, o reajuste no valor dos empreendimentos deve implicar em ganhos para o indicador nos próximos meses agora que a inflação finalmente começou a ceder.
O preço médio dos lançamentos cresceu 40,8% na base anual e chegou a R$ 297,7 mil por unidade no segundo trimestre.
Com o histórico de boa performance financeira e operacional, os analistas da corretora esperam que a Cury siga apresentando resultados “bem acima da média do setor”. E a visão positiva também se estende para os papéis da construtora.
A Genial destaca que a companhia entrega o maior dividend yield — retorno com base no pagamento de proventos — do setor. Além disso, ela está “barata”, negociando a 4,9x P/E (índice que relaciona o preço atual da ação e o lucro estimado) para 2023.
Por isso, a corretora coloca a empresa como sua favorita do setor e indica a compra para os papéis CURY3, com preço-alvo de R$ 12. O valor implica em um potencial de alta de 29,3%, em relação à cotação atual da companhia.
Itaú BBA e XP também recomendam compra para a Cury. Com o salto dos papéis hoje, porém, o banco de investimento não prevê ganhos, com preço-alvo de R$ 9, enquanto a corretora aposta em um valor justo de R$ 13 e alta de 40%.
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio
O banco cortou a recomendação da dona da Hering de compra para neutra, enquanto revisou estimativas para uma série de outras empresas brasileiras diante da guerra e juros elevados
Banco vê estatal mais protegida em um possível cenário de petróleo mais barato e traz Embraer de volta à carteira do mês