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Os planos da estatal de saneamento do Rio Grande do Sul foram barrados pelo Tribunal de Contas do Estado, que pede ajustes na modelagem da oferta

A Corsan trabalhava com o objetivo de concluir sua privatização, feita por meio de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3, ainda no início de 2022. Mas os planos da estatal de saneamento do Rio Grande do Sul foram barrados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).
Em fato relevante divulgado nesta quinta-feira (7), a companhia afirmou que estuda, junto com o governo gaúcho - que é o acionista controlador -, medidas cabíveis para dar prosseguimento à oferta primária na qual planeja levantar R$ 1 bilhão.
Para liberar a operação, o TCE pede que sejam feitas correções na modelagem econômico financeira adotada, que deixará o estado com uma participação de cerca de 30% no capital da empresa.
Além disso, o tribunal pede que empresa e governo justifiquem e comprove a incorporação das correções no preço mínimo da transação. Vale destacar que os recursos levantados serão destinados principalmente a obras e investimentos para universalização da coleta e do tratamento de esgoto no Rio Grande do Sul.
A Corsan defende que a oferta de ações é essencial para a capitalização da companhia. O objetivo é "otimizar o patrimônio do Estado e garantir a execução de plano de investimentos".
"Considerando as características da Corsan, temos convicção de que esse é o melhor modelo a ser adotado a fim de viabilizar os investimentos requeridos pelo Novo Marco do Saneamento Básico, para universalização dos serviços de água e esgoto”, disse Roberto Barbuti, diretor-presidente da empresa, no ano passado.
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A empresa é assessorada pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na privatização. Ou seja, o banco é assessor direto do acionista controlador, acompanhando todas as etapas necessárias para a execução do processo de IPO e apoiando as tomadas de decisão.
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