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A gigante de tecnologia adotou o modelo de trabalho remoto no ano passado, em que a quantidade de idas ao escritório é determinada pelos gerentes dos setores
Voltar ao escritório de forma definitiva não deve ser a realidade dos colaboradores da Amazon, pelo menos por enquanto. Andy Jassy, CEO da gigante de tecnologia, afirmou que a companhia não planeja fazer seus funcionários retornarem às atividades presenciais.
A empresa, que adotou o modelo remoto de trabalho no início de março de 2020, flexibilizou a jornada de trabalho no ano passado e passou a funcionar no formato híbrido desde então.
Em outubro de 2021, Jassy disse que a Amazon deixaria para os gerentes decidirem a frequência de idas aos escritórios dos funcionários, após ser criticado por defender o retorno a uma “cultura centrada no escritório”.
“Acho que há algumas coisas que são mais difíceis de fazer remotamente. Acho que é um pouco mais difícil inventar remotamente", disse o CEO da gigante de tecnologia em uma conferência em Los Angeles.
Além disso, Jassy disse que a Amazon está “mais aberta” a recrutar profissionais de qualquer local, em vez de concentrar apenas em áreas onde tem escritórios.
A volta integral aos escritórios é alvo de discussões no mundo corporativo, inclusive entre as gigantes de tecnologia como a Amazon.
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A Apple foi uma das primeiras a determinar o retorno aos escritórios, no ano passado, mas ainda no formato híbrido. Desde então, os colaboradores passaram a trabalhar pelo menos três vezes por semana em formato presencial.
Em abril, o Google exigiu que seus funcionários em vários locais dos EUA retornem ao escritório pelo menos três dias por semana. No mesmo mês, a Meta, dona do Facebook, permitiu a continuidade do modelo remoto integral.
Contudo, a maior polêmica sobre a volta ou não aos escritórios veio de Elon Musk, dono da Tesla, em junho. Em e-mail enviado aos funcionários, o bilionário exigiu o retorno aos escritórios — caso contrário, os colaboradores deveriam deixar a empresa.
Por fim, o CEO da Amazon, em janeiro, se manifestou a favor da volta integral aos escritórios, mas deixou nas mãos dos gerentes de departamento a decisão de retorno.
A exigência ao retorno ao trabalho presencial é um dos motivos que encabeçaram o fenômeno “Great Resignation”, ou seja, a onda de demissões voluntárias nos EUA, e que, posteriormente, chegou a outros países, incluindo ao Brasil.
No último mês de março, cerca de 4,5 milhões de americanos saíram ou trocaram os seus empregos. Entre os brasileiros não foi diferente: mais de 600 mil trabalhadores pediram as contas, segundo o Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), do IBGE.
Isso porque os trabalhadores não querem abrir mão da flexibilidade da jornada de trabalho, conquistada durante a pandemia.
Hoje, cerca de 77% dos profissionais passaram a considerar a possibilidade de trabalhar em casa como um modelo de trabalho e não mais como um benefício. Já entre os recrutadores, essa visão é compartilhada entre 72% dos entrevistados, segundo o levantamento da Robert Half, divulgado no início do mês.
*Com informações de CNBC e Business Insider
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