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Tombo recente reverte apenas uma parte da valorização do dólar nos últimos anos; saiba até quanto a moeda pode cair, segundo o banco suíço
O dólar acumula uma queda de quase 12% no ano e voltou a ser negociado nas cotações do início da pandemia da covid-19. Mas será que há espaço para o real se fortalecer ainda mais frente à moeda norte-americana depois do rali recente?
Para o Credit Suisse, a resposta é sim. “Nossos modelos apontam que a moeda ainda tem espaço para se valorizar”, escreveram os economistas do banco suíço, em um relatório para clientes.
Aliás, o dólar segue em queda na sessão desta quinta-feira. Por volta das 11h, a moeda norte-americana era cotada na casa dos R$ 4,83 (-0,21%). Leia também nossa cobertura de mercados.
O real apresenta o melhor desempenho neste ano contra o dólar dentro de uma cesta de 33 moedas. Mas isso aconteceu depois de uma desvalorização da ordem de 40% entre 2020 e 2021.
Além de o dólar ainda estar em um patamar mais alto em relação à média histórica, o Credit Suisse aponta dois fatores que tendem a fortalecer o câmbio:
Afinal, até quanto o dólar pode cair? Os modelos do Credit Suisse apontam para um intervalo entre R$ 4,10 e R$ 4,80 nas cotações, com mediana em R$ 4,50 agora em março. Ou seja, por essa estimativa o dólar tem espaço para cair mais em relação aos níveis atuais.
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Uma queda ainda maior do dólar pode ajudar não só a tornar o sonho da Disney mais próximo da realidade como também traria um alívio para a inflação, de acordo com os economistas.
“A tendência para nossa previsão de inflação de 4% em 2023 se inclinaria para o lado negativo se a moeda continuar se valorizando de forma consistente.”
Vale destacar, contudo, que o fato de o dólar ter espaço para cair não significa que isso de fato acontecerá. O próprio Credit Suisse tem uma visão neutra para o câmbio, com uma projeção de R$ 5,00 para a moeda nos próximos três meses e de R$ 5,30 em 12 meses.
A visão mais conservadora tem relação com os fatores de risco, que podem levar o dólar a retomar a trajetória de alta.
Entre eles, os economistas destacam a incerteza em relação às eleições presidenciais neste ano, a fragilidade fiscal do país e um processo de alta de juros mais intenso do que o esperado nos países desenvolvidos.
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