O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nubank provavelmente não precisará diminuir o ritmo de crescimento nem de uma injeção de capital de novo para cumprir a regra do Banco Central, segundo o Itaú BBA
As ações do Nubank (NUBR33) desabaram 15% depois que o Banco Central anunciou uma nova regulação que vai exigir mais capital das novas empresas de tecnologia que atuam no setor financeiro (fintechs). Mas para o Itaú BBA, as mudanças não mudam as perspectivas para os papéis do banco digital.
“Na verdade, saudamos a visibilidade dessa questão regulatória pendente, com uma transição gradual para o novo modelo”, escreveram os analistas do Itaú BBA, em relatório.
O BC divulgou as novas regras para as fintechs na sexta-feira. Com a mudança, instituições de pagamento que oferecem outros serviços financeiros, como é o caso do Nubank, passarão a ter exigências de capital semelhantes às dos bancos.
A exigência de mais capital para operar torna a atividade de intermediação financeira mais cara. Por outro lado, aumenta a segurança do sistema como um todo.
O Nubank aguenta o tranco e está bem capitalizado para absorver as mudanças, de acordo com os analistas. O banco digital captou US$ 2,6 bilhões (R$ 13,2 bilhões, no câmbio atual) na oferta inicial de ações (IPO) realizada em dezembro.
Pelas projeções do Itaú BBA, o Nubank chegará a 2026 com um total de R$ 200 bilhões em empréstimos. Essa carteira de crédito vai demandar aproximadamente R$ 14 bilhões em capital, um aumento de 15% em relação à regra atual.
Leia Também
Mesmo com o aperto, o Nubank provavelmente não precisará diminuir o ritmo de crescimento nem de uma injeção de capital para cumprir a regra do Banco Central, um dos temores do mercado. E essa estimativa é válida mesmo que a fintech não acumule lucros até lá.
Os papéis do Nubank negociados na B3 (NUBR33) recuperaram parte das perdas no pregão desta quarta-feira e fecharam forte alta de 11,95%, cotados a R$ 5,81.
Mas se a nova regulação não deve pesar sobre o Nubank, tampouco ajuda a melhorar a visão do Itaú BBA para as ações. Os analistas mantiveram a recomendação underperform (equivalente a venda) para os papéis.
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora