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Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia
RESUMO DO DIA: Feriado no Brasil dá pausa ao Ibovespa nesta quarta-feira (2), mas bolsas no exterior repercutem a decisão de juros do Fed hoje. Por aqui, os bloqueios nas estradas promovidos por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) já começam a afetar o abastecimento de mercados e hospitais, em especial em pequenos centros urbanos.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
A bolsa brasileira pode até estar fechada para o feriado de Finados nesta quarta-feira (2), mas os investidores não têm descanso com o notíciário local repercutindo as reações à eleição de domingo e uma nova decisão de política monetária nos Estados Unidos.
Por aqui, as manifestações a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começaram a perder vapor, mas ainda há interdições em 145 pontos de rodovias do país no início da noite, segundo o último boletim da Polícia Federal Rodoviária (PRF).
No campo econômico, o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos promoveu o quarto aumento consecutivo de 0,75 ponto percentual (pp) e elevou o juro americano para a faixa entre 3,75% e 4,00% ao ano. Este é maior nível para as taxas do país desde a crise de 2008.
O tamanho do aperto não foi uma surpresa em si e os índices de Wall Street, que iniciaram o dia em queda, viraram para o campo positivo logo após a divulgação do comunicado.
Mas o mercado queria indicações do que esperar a partir de dezembro e não gostou do vislumbre oferecido por Jerome Powell, presidente do Fed.
O otimismo visto em NY após a decisão do Federal Reserve transformou-se em volatilidade e novas quedas com o início da coletiva de Jerome Powell, presidente do Fed.
Powell manteve a porta aberta para novos aumentos da taxa de juro: “Em algum momento será apropriado desacelerar o ritmo dos aumentos, mas ainda temos um caminho a percorrer com as taxas.”
O presidente do Fed também contou que o momento para reduzir o ritmo de aperto no juro pode acontecer no encontro marcado para o próximo mês.
“É muito prematuro pensar em pausar a alta de juros, mas em dezembro faremos uma nova avaliação”. A fala reforça as expectativas do mercado de que o próximo aperto nas taxas seja menor, de 0,50 pp.
Veja como operam os principais índices de Wall Street por volta das 16h05:
A decisão do Federal Reserve (Fed) desta quarta-feira (02) não é uma surpresa em si.
O mercado já havia precificado a alta de 0,75 ponto percentual (pp) da taxa básica, que agora está na faixa entre 3,75% e 4,00% ao ano — ainda assim, a reação inicial das bolsas em Nova York foi positiva.
Veja abaixo:
Em dia de agenda esvaziada e compasso de espera pelo Federal Reserve, as bolsa da Europa fecharam a quarta-feira (2) em queda.
Confira abaixo a variação registrada pelos principais índices do continente:
Os principais índices de Wall Street seguem no vermelho no início da tarde desta quarta-feira (2).
Por volta das 13h25, o Nasdaq recuava 1,2%, enquanto o S&P 500 perdia 0,70%. A menor queda é registrada pelo Dow Jones, que desce 0,28%.
A notícia de que os estoques de petróleo dos Estados Unidos tiveram uma queda acima da esperada deu uma leve força para as cotações da commodity no mercado internacional.
Por volta das 12h, o contrato do tipo WTI avançava 0,05%, a US$ 88,41 o barril, enquanto o petróleo Brent subia 0,04%, a US$ 94,69.
Vale destacar que os estoques de petróleo norte-americano recuaram 3,115 milhões de barris, a 436,83 milhões de barris, na semana encerrada em 28 de outubro.
Analistas consultados pelo The Wall Street Journal esperavam queda de 200 mil barris.
Já os estoques de gasolina caíram 1,257 milhão de barris, a 206.633 milhões de barris, enquanto a projeção era de queda de 900 mil barris.
Os de destilados, por sua vez, tiveram alta de 427 mil barris, a 106,784 milhões de barris, quando a previsão era de queda de 800 mil barris.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Por volta das 11h30, as bolsas de Nova York aprofundam a queda registrada na abertura enquanto esperam a decisão de política monetária do Federal Reserve.
A expectativa do mercado é de mais uma alta de 0,75 ponto percentual. Se o movimento se confirmar, a maior economia do planeta passará a operar com juros na casa dos 4% ao ano.
Veja abaixo:
Conforme indicavam os índices futuros, as bolsas de Wall Street abriram em queda nesta quarta-feira (2) enquanto aguardam decisão de juros do Federal Reserve.
Confira como operam, por volta das 10h40, os principais índices norte-americanos.
Antes da abertura dos negócios em NY, é possível ver que a tensão pré-Fed está no radar dos investidores: os índices futuros de Wall Street operam no campo negativo por volta das 10h30 desta quarta-feira (2).
Veja abaixo:
Diz o ditado que o bom trabalhador descansa carregando pedra. Bom, o investidor brasileiro, pode-se dizer, que também precisará ter costas fortes nesta quarta-feira (02). Afinal, o feriado de Finados mantém o Ibovespa fechado hoje, mas as bolsas no exterior e as reações à eleição de domingo continuam independentemente da pausa.
As manifestações a favor do presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) começaram a perder vapor, mas ainda há interdições em alguns pontos do país.
Os bloqueios já começam a afetar o abastecimento de mercados e hospitais, em especial em pequenos centros urbanos. Vale ressaltar que as manifestações que pedem intervenção das forças armadas são ilegais — afinal, o processo eleitoral foi reconhecido imediatamente por vários países e representantes de governo assim que foi anunciada a vitória.
Quem esperava um pronunciamento de Bolsonaro para aliviar as tensões, ganhou dois minutos de discurso após mais de 40 horas de silêncio. O presidente apenas afirmou que os protestos eram justificados e pacíficos, mas lamentou atos que ele classificou como “tradicionais da esquerda”.
Seja como for, hoje é um dia importante para o exterior, com a decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o Banco Central estadunidense) sendo divulgada mais tarde. Assim, o investidor pode voltar seus olhos para as bolsas lá fora enquanto aguarda a resolução dos problemas locais até o próximo pregão.
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