O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O petróleo tipo Brent avançou quase 5%, para US$ 120 o barril; na Europa, as bolsas encerraram o dia em baixa, com os investidores avaliando também a invasão da Ucrânia pela Rússia
Os temores de uma inflação ainda mais elevada voltaram a assombrar os investidores nesta quarta-feira (23) em meio ao avanço dos preços do petróleo. Com isso, o S&P 500, o Nasdaq e o Dow Jones acabaram encerrando o dia com perdas superiores a 1%.
O petróleo tipo Brent — referência no mercado internacional — avançou quase 5% para US$ 120 o barril. O petróleo WTI, dos Estados Unidos, teve alta de cerca de 4%, para mais de US$ 114 por barril.
Esse avanço fez o S&P 500 e dos demais índices da Bolsa de Nova York tropeçarem, pressionados pelos temores de impacto da inflação no crescimento global em um momento em que o Federal Reserve (Fed) continua a falar de aumentos mais rápidos na taxa de juros.
Na terça-feira (23), o presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, enfatizou a necessidade de o banco central note-americano agir mais rápido e de forma mais agressiva no aumento da taxa de juros para conter a aceleração da inflação.
Os comentários vieram um dia depois de o presidente do Fed, Jerome Powell, dizer que o banco central estaria preparado para ir além da elevação de 0,25 ponto percentual (pp) nas próximas reuniões para garantir o retorno da estabilidade de preços.
Os desenvolvimentos da guerra entre Rússia e Ucrânia também continuaram no radar dos investidores. Amanhã, a invasão russa completa um mês e o fim do conflito não parece próximo — pelo menos não até o momento.
Leia Também
Assim como o S&P 500 e os demais índices de Wall Street, as bolsas europeias fecharam em baixa nesta quarta-feira, com os investidores avaliando as preocupações com a inflação e a invasão da Ucrânia pela Rússia.
O Stoxx 600 pan-europeu fechou em queda de 1%, com quase todos os setores e principais bolsas em território negativo. As ações de serviços públicos caíram 2,5% para liderar as perdas, enquanto as ações de petróleo e gás resistiram à tendência de queda e aumentaram 2%.
As principais notícias econômicas do dia vieram do Reino Unido, onde o ministro das Finanças Rishi Sunak anunciou um corte imediato nos impostos para os trabalhadores em uma tentativa melhorar o padrão de vida dos britânicos.
A inflação no Reino Unido chegou a 6,2% ao ano em fevereiro, a maior desde março de 1992, à medida que os custos crescentes de alimentos, combustíveis e energia continuam a aprofundar a crise de custo de vida do país.
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global
As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice
Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento
Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação
Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano
Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias
No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários
Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima
Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores
Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA
Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores
Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA