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O cenário doméstico se sobrepõe ao exterior, com risco fiscal e ameaças de paralisação do Banco Central no centro do debate nacional.
Nenhuma boa fase de videogame está completa sem um bom desafio. É justamente isso que faz com que o próximo nível seja tão recompensador e emocionante, mas nem sempre as coisas andam como o planejado. O “chefão” não seria o chefão se ele não fosse duro na queda.
O mercado brasileiro parece empacado na mesma fase do jogo há alguns bons meses, mas pelo menos tem sido bem-sucedido em evitar um game over. É que toda vez que o chefão parece ter sido finalmente derrotado, ele assume novas formas. Em certos momentos pode até parecer que alguns truques tirados da cartola e manobras complexas podem ser a combinação perfeita, mas não passam de ilusões.
Infelizmente para os investidores brasileiros, esse problema não é facilmente resolvido com o botão de "desligar" e uma voltinha para tomar um ar. O risco fiscal está por toda parte.
A PEC dos precatórios parecia ter sido a solução, mas o líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros, segue falando em revisar mais uma vez as contas para encaixar mais gastos. Os servidores públicos também fazem pressão e buscam reajustes semelhantes aos concedidos aos policiais. Isso sem falar na falta de compensação tributária para a prorrogação da desoneração da folha de pagamento para quase 20 setores.
Com um chefão dessa magnitude, os juros futuros voltaram a disparar, e o DI com vencimento para janeiro de 2023 encerrou a sessão acima dos 12%. A inclinação da curva de juros contaminou os demais ativos, que tiveram um dia de muita volatilidade.
| CÓDIGO | NOME | ULT | ABERTURA |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,04% | 11,88% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,16% | 10,89% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,05% | 10,81% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,10% | 10,89% |
Pelo segundo dia consecutivo, as empresas produtoras de commodities foram responsáveis por limitar as perdas da bolsa brasileira. O Ibovespa chegou a operar em alta, mas encerrou a sessão em queda de 0,39%, aos 103.513 pontos.
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O risco fiscal fez sua parte, mas as pressões externas também contribuíram para o dia instável do dólar. A ata da última reunião do Federal Reserve será divulgada amanhã, e os investidores voltam a temer um indicativo mais concreto sobre a elevação da taxa de juros no país. A moeda americana encerrou o pregão em alta de 0,48%, a R$ 5,6900.
Confira também alguns dos destaques do noticiário corporativo que movimentaram o dia:
O risco fiscal envolvendo a desoneração da folha de pagamento agora conta com uma possível judicialização da medida provisória (MP) do presidente da República, Jair Bolsonaro.
A medida que prorroga por dois anos a desoneração da folha de pagamento para 17 setores econômicos, considerados os que mais geram vagas de empregos no país, pode ir para o judiciário. Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) acreditam que a União deve compensar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) pela desoneração da folha de pagamento dos 17 setores.
Os servidores afirmam que a revisão do cálculo do teto de gastos abre um espaço artificial nas contas públicas e a renúncia fiscal pode chegar a R$ 9,08 bilhões.
A sanção da medida ficou travada porque a equipe econômica cobrou a exigência de compensação, com aumento de outros impostos, pela redução da tributação para as empresas desses setores, mas ela não ocorreu, embora esteja prevista na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
A semana começou com os investidores à espera dos dados de emprego dos Estados Unidos. A bola da vez desta terça-feira é o relatório Jolts de emprego, divulgado ao meio-dia, e que mostrou uma criação de empregos menor do que a esperada. Já o PMI Industrial do país recuou acima do previsto.
Na noite da última segunda-feira (03), o PMI industrial da China avançou de 49,9 para 50,9, indicando uma expansão das atividades. Já o mesmo indicador do Reino Unido caiu menos do que o esperado, a 57,9 em dezembro.
Ainda existe uma grande expectativa em torno da divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve amanhã, que deve trazer maiores detalhes sobre a alta nos juros americanos. Com isso, as bolsas americanas fecharam o dia com sinais mistos.
As ações da CSN Mineração lideraram pelo segundo dia consecutivo as maiores altas do Ibovespa. Para Rafael Passos, da Ajax Capital, o movimento ainda é efeito do rebalanceamento de carteira do início do ano e impulsionado pela entrada da companhia no Ibovespa. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 7,55 | 7,09% |
| ITUB4 | Itaú Unibanco PN | R$ 22,12 | 2,84% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 26,17 | 2,55% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 60,89 | 2,18% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 10,95 | 2,15% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VARIAÇÃO |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 24,30 | -13,68% |
| BIDI4 | Banco Inter PN | R$ 8,18 | -12,98% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 14,41 | -8,91% |
| BPAN4 | Banco Pan PN | R$ 9,43 | -7,82% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 11,89 | -6,75% |
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