O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A agenda do dia foi calma, sem grandes indicadores as atenções ficaram voltadas aos discursos de Charles Evans e John Williams, presidentes do Fed de Chicago e Nova York
Depois de um dia de valorização, hoje o dólar deu um alívio e permitiu que o real se fortalecesse um pouco. O dólar terminou o dia negociado a R$ 5,1400, desvalorização de 0,52%. O euro também registrou queda, ao fim das negociações valia R$ 5,824, o que representa desvalorização de 0,91%.
No começo da tarde, o dólar chegou a ameaçar romper o patamar dos R$ 5,11 e apesar de ter devolvido parte da queda ainda assim registrou queda importante.
Isso porque o fluxo de dinheiro vindo do exterior continua forte, apesar de ainda encontrar obstáculos nas tensões entre Rússia e Ucrânia.
A agenda do dia foi mais ou menos calma, sem grandes indicadores econômicos que pudessem afetar o dólar e o euro sendo anunciados. Mas o Fed permaneceu nos holofotes, com os discursos de Charles Evans e John Williams, presidentes do Fed de Chicago e Nova York, respectivamente.
James Bullard, presidente do Fed de Chicago, defendeu nesta semana uma atuação mais dura do BC americano, o que foi em parte corroborado pelo discurso de Charles Evans, tido como um dos diretores mais dovish (que para combater a inflação prioriza taxas de juros mais baixas, penalizando menos atividade e empregos) do Fed.
Na avaliação de Evans, o Fed vai precisar reposicionar sua política monetária para que consiga combater efetivamente a inflação, contudo, deve ter cautela para que não penalize a economia demasiadamente, prejudicando o mercado de trabalho e o PIB.
Leia Também
John Williams, por sua vez, defendeu a necessidade de que o Fed aumente os juros já em março. Segundo ele, quando a elevação estiver em curso, a autoridade monetária deverá reduzir seu balanço através da venda de títulos.
O presidente do Fed de Nova York ainda disse ter a expectativa de que o desemprego continue a cair, até chegar ao patamar dos 3,5% e que a economia norte-americana registre crescimento de cerca de 3% em 2022.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,38% | 12,38% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,40% | 11,46% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,27% | 11,32% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,29% | 11,34% |
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos