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A participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em eventos hoje também é destaque
O difícil não é chegar ao topo, mas permanecer lá em cima. Essa afirmação certamente consta de algum manual de autoajuda. Mas hoje, ela é válida para o Ibovespa: o principal índice da bolsa brasileira retomou na véspera a marca dos 110 mil pontos.
A desaceleração da inflação nos Estados Unidos foi o combustível que permitiu ao Ibovespa renovar os melhores níveis em mais de dois meses. Dessa forma, o mercado financeiro local acumula alta de 3,5% na semana e os investidores agora avaliam se há espaço para manter a recuperação iniciada no fim de julho e, quem sabe, revisitar num futuro próximo os recordes de pouco mais de um ano atrás.
No que depender das bolsas estrangeiras na manhã de hoje, os sinais para o dia são mistos. Os principais mercados de ações da Europa abriram em leve queda, enquanto os futuros de Wall Street sinalizam abertura em leve alta.
Lá fora, os investidores buscam recalibrar as expectativas em relação aos próximos passos do Federal Reserve (Fed, a autoridade monetária norte-americana) e do Banco Central Europeu (BCE).
Os participantes do mercado preparam-se hoje para o PPI, como é conhecido o índice de preços ao produtor nos Estados Unidos.
Até aqui, analistas consideram que a desaceleração da alta dos preços nos Estados Unidos — acompanhada da melhora do mercado de trabalho — abre espaço para uma postura menos agressiva do Fed para conter a inflação, Os investidores esperam que o ajuste de posicionamento leve em conta os temores de uma recessão.
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Confira o que movimenta as bolsas, o dólar e o Ibovespa nesta quinta-feira (11):
Os investidores também seguem de olho na safra de balanços corporativos. Por aqui, o mercado deve repercutir o resultado trimestral do Banco do Brasil. A instituição financeira estatal cumpriu a promessa de se equiparar aos bancos privados em rentabilidade.
Com isso, o Banco do Brasil reportou lucro de R$ 7,8 bilhões, um salto de 54,8% em relação ao segundo trimestre de 2021, e viu a rentabilidade sobre patrimônio líquido superar a do Bradesco.
Ao mesmo tempo, dezenas de balanços estão previstos para depois do fechamento hoje, o que pode levar a ajustes de posições nesses ativos. Confira o calendário de balanços completo e os resultados do dia mais abaixo.
No lado negativo, os participantes do mercado monitoram o pedido de suspensão da assembleia extraordinária dos acionistas da Petrobras convocada para a semana que vem.
Acionistas minoritários questionam a insistência da União em manter as nomeações de Jônathas Castro e Ricardo Soriano ao conselho de administração.
Ambos tiveram as indicações rejeitadas pelo Comitê de Elegibilidade da Petrobras por conflito de interesses, mas o Ministério das Minas e Energia recusou-se a retirar as nomeações.
Por fim, a bolsa local fica de olho na participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, em três eventos ao longo do dia. O chefe da pasta deve tentar estreitar relações com economistas, países e representantes do setor financeiro ao longo dos próximos meses para dar o tom de confiança ao país.
Ainda hoje, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, participa do terceiro e último dia da Febraban Tech.
Os índices de Nova York aproveitaram o rali de ontem após a divulgação dos dados de inflação para desafogar — ainda que um pouco — os investidores submersos no bear market (“mercado de urso”, momento de baixa).
O bear market é definido como uma queda superior a 20% desde as máximas mais recentes dos índices. Tanto o Nasdaq quanto o Dow Jones superaram a linha do urso — ainda que as quedas estejam por volta dos 19%.
Os investidores devem manter um viés positivo no pregão desta quinta-feira, tendo em vista que o medo de um Fed mais agressivo tenha sido dissipado por ora.
Isso porque o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, já afirmou que o BC americano toma a decisão dos juros munidos de dados da economia a cada reunião. Em outras palavras, com o arrefecimento da inflação, os EUA devem rever sua política de alta nas taxas para uma versão menos agressiva (“dovish”, no jargão do mercado).
Antes da abertura:
Após o fechamento:
Sem horário definido:
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