O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O CPI, índice de preços ao consumidor americano, deve acelerar por mais um mês seguido e registrar a maior alta dos últimos quase 40 anos
Depois de uma sessão agitada na última quarta-feira (09), as bolsas pelo mundo amanheceram com certa aversão ao risco na manhã desta quinta-feira (10), à espera dos dados inflacionários dos Estados Unidos, medidos pelo CPI.
A inflação americana está longe de ser “transitória”, como pregou durante muito tempo o presidente do Banco Central americano, Jerome Powell. Dessa forma, se o CPI vier acima do esperado pelos analistas, o Federal Reserve pode ter de aumentar os juros com mais intensidade e antes do esperado.
E, vivendo um dia de cada vez, o Ibovespa conseguiu registrar mais um dia de ganhos. No fechamento de ontem, o principal índice da B3 encerrou o dia em leve alta de 0,20%, aos 112.461 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, recuou 0,64%, a R$ 5,2269 com o influxo de recursos estrangeiros depois que o Bank of America (BofA) elevou a recomendação da bolsa brasileira para compra e rebaixou o México para venda.
Com a agenda mais esvaziada hoje, os investidores locais acompanham os movimentos do exterior, de olho nos balanços lá e por aqui. Enquanto os EUA acompanham os resultados de Coca-Cola, PepsiCo e Twitter, no Brasil, Alpargatas (ALPA4), BR Partners (BRBI11), Itaú Unibanco (ITUB4), Jalles Machado (JALL3) e Multiplan (MULT3) movimentam o dia.
Saiba o que deve movimentar a bolsa hoje:
Leia Também
O principal indicador do dia vai para o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) dos Estados Unidos. De acordo com o The Wall Street Journal, o CPI de janeiro deve subir 0,4% na comparação mensal e acumular alta de 7,2% em relação ao mesmo mês do ano passado.
Vale lembrar que a inflação nos EUA é a maior em quase 40 anos, o que coloca as falas dos dirigentes do Federal Reserve, o BC americano, em foco hoje. O Núcleo do CPI também deve ter um aumento de 0,4% no mês e alta de 5,9% na comparação anual.
Já é esperado que o CPI avance em janeiro, o que não deve fazer tanto preço no mercado. Contudo, de acordo com o Market Watch, se o indicador vier muito acima do esperado, a próxima reunião do Federal Reserve pode trazer uma surpresa desagradável para os investidores.
O Fed já afirmou que, além da retirada de estímulos à economia, o aperto monetário virá. Dessa forma, o aumento dos juros tende a valorizar os títulos do Tesouro americano, os chamados Treasuries.
Com essa perspectiva, por volta das 7h, o T-Bond de 10 anos avançava 0,62%, enquanto o T-Bond de 20 anos subia 0,41% e o T-bond de 30 anos registrava alta de 0,55%.
Para coroar o cenário externo, os investidores permanecem atentos aos balanços de Coca-Cola, PepsiCo e Twitter, nos Estados Unidos. Mais cedo, a AstraZeneca (Reino Unido) registrou prejuízo no quarto trimestre, uma surpresa para os analistas e para os produtores do imunizante.
Do mesmo modo, o Credit Suisse (Suíça) também registrou prejuízo e redução de receita no último balanço. O banco suíço já havia alertado que seu resultado trimestral seria afetado por custos legais e outras despesas.
Enquanto o mundo digere os dados de inflação dos Estados Unidos, o investidor local enfrenta seus próprios demônios.
Na noite de ontem (09), a Petrobras (PETR3 e PETR4) divulgou seu relatório de produção do quarto trimestre. Os dados vieram aquém do esperado, mas os números são resultado do processo de desinvestimento da companhia — minha colega Larissa Vitória conta em detalhes aqui.
Os American Depositary Receipts (ADR) chegaram a operar sem direção definida no after market em Nova York. Para hoje, permanece no radar o relatório de produção mensal de petróleo da Opep.
Ainda hoje, a Vale (VALE3) deve divulgar o próprio relatório de produção do último trimestre de 2021 após o fechamento do mercado. Contudo, existe grande expectativa para as projeções dos próximos meses.
Isso porque a China tem pressionado as cotações do minério de ferro, o que afeta diretamente as empresas de mineração. Entretanto, a retomada da economia pode ser uma oportunidade para acelerar os ganhos da Vale.
Os principais índices asiáticos encerraram o pregão desta quinta-feira em alta, seguindo o bom desempenho de Nova York da última quarta-feira (10).
Enquanto isso, a Europa amanheceu sem direção definida, à espera do CPI dos EUA.
De maneira semelhante, os futuros de Nova York também apontam para uma abertura mista. Além dos dados inflacionários, os investidores acompanham os balanços do dia.
Você também pode conferir a agenda completa dos resultados clicando aqui.
Antes da abertura:
Após o fechamento:
Sem horário:
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros