O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Decisões de autoridades monetárias na 'super-quarta' estiveram no centro das atenções

A decisão do Federal Reserve de hoje a tarde causou alguma instabilidade nos mercados no momento de sua publicação, inicialmente o dólar até acabou acelerando a alta, mas bastou o presidente do banco central norte-americano jogar a ideia de uma elevação de 0,75 p.p pela janela para que tudo mudasse.
A divisa acabou fechando o dia negociada a R$ 4,9036, desvalorização de 1,21%. O euro também recuou, 0,61%, e vale R$ 5,1975.
Durante o dia, o dólar operou no intervalo entre R$ 5,0355 e 4,8935. O euro registrou máxima de 5,2989 e mínima de 5,1975.
Nos EUA, o Federal Reserve não surpreendeu ninguém e elevou os juros nos Estados Unidos em 0,5 p.p. Segundo comunicado emitido pelo banco central norte-americano, o aumento se deu “em apoio às metas [de pleno emprego e inflação em 2%]”.
Mas não que dizer que não haja nenhuma novidade: o anúncio de que a autoridade monetária pretende enxugar o seu balanço a partir de junho, veio com mais detalhes sobre o processo. A redução deve estar limitada a US$ 4,75 bilhões por mês nos primeiros três meses. Após esse período o limite passa a ser de US$ 95 bilhões.
Inicialmente, também ficou a impressão de que o comitê não teria descartado altas mais agressivas nas reuniões subsequentes, contudo o discurso de Powell fortaleceu a percepção de que o ritmo das altas não deve aumentar. Segundo ele, existe uma grande chance de que a estabilidade de preços seja atingida sem uma recessão.
Leia Também
Neste cenário, o DXY, índice que compara o dólar a seus pares, com especial ênfase para o euro, teve um dia de recuo.
Por aqui, a retomada da greve dos servidores do BC não afetou a reunião do Copom, que já está em curso.
O mercado espera uma alta de 1 p.p na Selic, o que levaria a taxa para 12,75% ao ano, conforme sinalizado pelo comitê em seu último encontro. Vale ficar de olho nas pistas que a autoridade deve dar sobre seus próximos passos.
A curva de juros respondeu ao que acontecia nos Estados Unidos e acabou fechando nas mínimas nesta quarta-feira.
Acompanhe a nossa cobertura completa de mercados para acompanhar o desempenho de bolsa, dólar e juros hoje. Confira também o fechamento dos principais contratos de DI:
| COD | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,04% | 13,11% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,08% | 12,20% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,92% | 12,04% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,93% | 12,05% |
PEDIDO ENTREGUE
TEMPORADA DE BALANÇOS
DISPUTA PELO CAPITAL GLOBAL
MEXENDO NO PORTFÓLIO
CASTIGO DO MONSTRO
SURPRESA NEGATIVA
MERCADOS
TEMPORADA DE BALANÇOS
ALÍVIO PASSAGEIRO?
TEMPORADA DE BALANÇOS
EM EXPANSÃO
REABERTURA DE JANELA?
TEMPORADA DE BALANÇOS
CARTEIRA RECOMENDADA
BANCANDO O PREÇO DE CRESCER
DECEPCIONOU?
RESULTADOS TRIMESTRAIS
ENGORDANDO A CARTEIRA
CLIMA BAIXO ASTRAL
FIM DA SECA DE IPOS