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Vale lembrar que a entrada de capital estrangeiro ajuda na performance do mercado acionário e de câmbio. Por isso, a nova cifra não pinta um quadro positivo para o país

Desde que descobriu, no início de abril, um erro nas estatísticas que inchou dados sobre a entrada de fluxo de recursos de investidores estrangeiro, a B3 (B3SA3) iniciou a correção das estatísticas sobre renda variável nos últimos três anos.
O primeiro efeito da "revisão metodológica", divulgado no mesmo mês, foi o "sumiço" de R$ 27 bilhões em dinheiro vindo da gringa da conta deste ano. Nesta sexta-feira (20), a operadora da bolsa brasileira divulgou os resultados corrigidos de 2020 e 2021. E, novamente, desaparecem quantias bilionárias.
O fluxo estrangeiro no mercado secundário do ano passado, por exemplo, era de R$ 70,8 bilhões, de acordo com informações anteriores da B3. Após a revisão, o número recuou R$ 77,9 bilhões e ficou negativo em R$ 7,2 bilhões - ou seja, ao invés de injetarem capital, os estrangeiros retiraram recursos.
Vale lembrar que dados positivos sobre a entrada de dinheiro estrangeiro costumam ser comemorados pelos brasileiros, pois ajudam na performance do mercado acionário e de câmbio. Por isso, a nova cifra não pinta um quadro positivo para o país.
O impacto foi menor em 2020, quando a saída foi de R$ 39,7 bilhões, contra R$ 31,8 bilhões antes da correção. A diferença mais sutil - se é que podemos dizer isso sobre a queda de R$ 7,8 bilhões - ocorreu porque o erro que atrapalhou as contas começou em outubro daquele ano.
Naquele mês, a B3 iniciou as operações de empréstimo de ações em tela. Apesar de contabilizarem cerca de 30% do fluxo total de empréstimos de ações, não há aporte imediato de recursos em transações do tipo. Logo, elas não deveriam ter sido computadas.
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“As operações de empréstimo em tela começaram a alimentar o saldo e ninguém percebeu o erro durante muito tempo, até que começou a surgir uma diferença muito grande do fluxo cambial do Banco Central com a B3”, disse uma fonte da operadora ouvida pelo portal BDM online em abril.
Além disso, a B3 também mudou a metodologia para cálculo dos dados de participação de investidores estrangeiros via ofertas públicas - IPOs ou follow on. Anteriormente, a bolsa usava as informações dos anúncios de encerramento das ofertas pelos emissores, que têm prazo legal de até seis meses para serem concluídos.
Agora ela passará a considerar os números de liquidação das operações realizadas no mercado primário nos próprios sistemas da B3.
Segundo a companhia, "o ajuste oferece maior tempestividade ao dado, reduz a chance de inconsistências no preenchimento das informações" e permite a conciliação entre os dados de negociação dos investidores nos mercados primário e secundário.
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