O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Banco do Brasil surpreendeu o mercado com um balanço acima do esperado, as ações já sobem quase 25% neste ano e, de acordo com relatório da XP, ainda há espaço para mais; Goldman Sachs não vê patamar tão barato desde o caos do governo Dilma
O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou resultados que deixaram o mercado de ‘boca aberta’. Com números que vieram acima das expectativas, o banco coloca o pé no acelerador e se aproxima de seus rivais provados.
Para você ter uma noção do que estamos falando, em 2021, a instituição reportou um lucro de R$ 21,021 bilhões, o que representa um aumento de 51,4%, em relação a 2020.
Assim, de acordo com a analista de investimentos da Empiricus, Larissa Quaresma, “o Banco do Brasil foi o grande vencedor da temporada de balanços dos bancos”. Não é à toa que já salta 23% em 2022.
Só no quarto trimestre do último ano o resultado recorrente do BB aumentou 60,5% ante ao mesmo período de 2020 e atingiu R$ 5,930 bilhões. Esse número ficou bem acima das estimativas, que esperavam um lucro de R$ 4,743 bilhões.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do BB subiu de 12% para 15,8% em 2021 e atingiu 16,6% no quarto trimestre. Com o avanço, o Banco do Brasil diminuiu a distância para os concorrentes privados.
Para a analista da Empiricus, Larissa Quaresma, há outro destaque positivo no balanço: a taxa de inadimplência. Com o fim do Auxílio Emergencial e dos programas de crédito voltados a pequenas e médias empresas durante a pandemia, esperava-se que esse índice fosse subir ao longo de 2021.
Leia Também
No entanto, não foi o que aconteceu com o BB, que encerrou o ano com um percentual de apenas 1,75% de atrasos superiores a 90 dias, praticamente estável tanto em relação ao trimestre anterior como na comparação anual.
Diante desse resultado, as ações BBAS3 já disparam mais de 25% desde o começo de janeiro e esse pode ser só o começo. Para o BTG Pactual, os papéis — que estão sendo negociados na casa dos R$ 36 — podem chegar aos R$ 45, o que representa uma alta de mais 25%.
Já na visão da XP Investimentos, o papel pode ir além: a corretorao estabeleceu preço-alvo de R$ 52, uma valorização potencial de quase 45% e recomenda a compra.
Mas não para por aí. Nas contas do Credit Suisse, o Banco do Brasil (BBAS3) está sendo negociado a um múltiplo de 3,9 vezes o lucro projetado para este ano. Ou seja, o investidor pode levar 3,9 anos para obter retorno ao comprar ações.
Para você ter uma ideia do que isso significa, o preço sobre lucro (P/L) médio do setor bancário em 2021 foi de 6,7
Um preço/lucro elevado pode indicar que os investidores estão esperando um maior lucro futuro de uma empresa em relação a outra. Mas, no caso do Banco do Brasil, há uma boa performance operacional que não justifica um P/L baixo ao longo do tempo, na visão de analistas da XP, BTG Pactual e Goldman Sachs (mostraremos isso mais abaixo).
Outros, porém, veem que as eleições presidenciais podem estressar as ações do Banco do Brasil.
Para bem ou para mal, esse cenário deixa as ações BBAS3 baratas a níveis não vistos desde a era Dilma, quando a Bolsa derreteu diante da crise econômica e política do seu governo.
De acordo com o estrategista-chefe da Empiricus, Felipe Miranda, em termos de preço sobre valor patrimonial, o BB está negociando a um múltiplo de 0,6 vez o seu patrimônio líquido atual. Isso significa que, sob todas as medidas, seu valuation é, de longe, o mais barato entre os seus pares.
E tem mais: o papel passou por uma forte queda nos últimos trimestres e agora o preço sobre lucro está cerca de 37% abaixo da média dos últimos cinco anos. “Esse desconto não é nada trivial”, diz Felipe Miranda.
Além de baratas, as ações do BB são extremamente promissoras. Para a XP, o banco apresenta uma assimetria de investimento positiva, principalmente com base no valuation atraente do banco, enquanto mantém uma operação defendida e com possível destravamento de valor com uma maior distribuição de dividendos”.
“O Banco do Brasil agora está mais e melhor capitalizado, e o cenário de qualidade dos ativos não poderia ser mais diferente”, escreveram os analistas. Para o Credit Suisse, o BB oferece a maior assimetria de valor entre os bancos e tem ações com as favoritas do setor, ao lado do Itaú Unibanco (ITUB4).
E o crescimento não deve parar por aí: junto ao balanço, o banco divulgou as projeções (guidance) para algumas linhas do balanço deste ano. A expectativa é atingir um lucro líquido entre R$ 23 bilhões e R$ 26 bilhões em 2022. Para o Itaú BBA, as ações da estatal são as preferidas no setor.
Na avaliação dos analistas, a carteira de crédito defensiva, com alto índice de cobertura — que representa a proporção para o risco de crédito é capaz de cobrir a inadimplência — e captação competitiva tornam o BB uma posição mais segura em um cenário macroeconômico desafiador.
Até porque é importante lembrar que a concessão de crédito é a “especialidade” dos grandes bancos e, nesse quesito, as fintechs (como Nubank, Banco Inter e afins) não chegam nem perto.
Antes de continuar, é importante dizer que existem riscos: as eleições de 2022, por exemplo, têm o poder de trazer mais volatilidade para os papéis de uma empresa do Estado, como é o caso do BB. Assim, o “risco estatal” ainda divide os analistas.
O movimento ascendente da Selic vem sendo observado desde 2021 e tende a favorecer os bancões, cujas ações já começaram a reagir a partir deste ano. Isso porque o rápido crescimento das fintechs levou uma parte do mercado a se questionar sobre o futuro de instituições como Itaú, Santander e o Banco do Brasil.
Porém, essa percepção vem mudando nos últimos tempos. Afinal, eles contam com amplas linhas de crédito, bancos de dados robustos e estão apostando em fintechs para bater de frente com os “novatos” do setor bancário.
Para você ter uma ideia, o diretor de Relações com Investidores do Itaú, Renato Jacob, teve uma conversa exclusiva com o Seu Dinheiro no qual ele explica que, na briga com as fintechs, o Itaú tem nas mãos três atributos invejáveis para qualquer empresa de tecnologia: uma marca reconhecida, uma “montanha” de dados e uma base de 60 milhões de clientes.
Fizemos um post sobre isso no Instagram. Confira abaixo e aproveite para nos seguir (basta clicar aqui). Por lá, você vai receber as notícias mais importantes para o seu Bolso, insight de investimentos, oportunidades e riscos da Bolsa, criptomoedas, renda fixa e muito mais:
Em janeiro, nós publicamos um vídeo em que o trader, analista gráfico e head de educação da Vitreo, Rogério Araújo, alerta sobre a alta do Banco do Brasil. Quem nos acompanha por lá já lucrou mais de 25% desde então. Veja:
Mas, para você que acha que as oportunidades acabaram, Rogério alerta: “ainda há chances para lucrar com o Banco do Brasil”. E tem mais: no vídeo a seguir ele também deixa claro que as ações da Weg (WEGE3) têm um ótimo potencial daqui para a frente, assista abaixo e entenda:
No vídeo abaixo, a analista de ações da Empiricus, Larissa Quaresma, revela quais são as duas ações baratas que podem render bons lucros daqui para a frente. Para descobrir quais são, assista:
E tem mais: ainda na visão de Araújo, as ações da Oi (OIBR3) podem ter uma alta de 130% daqui em diante. Para entender a análise, clique abaixo:
E para quem está interessado em dividendos, Quaresma também revela quais são as 5 ações que mais podem pagar dividendos gordos em 2022, descubra:
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026