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RESUMO DO DIA: A tão esperada ata da última reunião do Copom trouxe poucas novidades para o mercado. Isso deve fazer o Ibovespa se apegar aos dados de varejo de hoje e ao cenário externo. Por falar nas bolsas do exterior, a tentativa de recuperação dos índices hoje é limitada pela cautela do Federal Reserve. As falas de dirigentes do BC americano permanecem no radar.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Ibovespaencerra sesão em baixa de 0,14%, aos 103.109,94 pontos
Dólar à vista recua 0,44%, a R$ 5,1336.
As falas dos dirigentes do Fed de hoje injetaram cautela nos mercados ao longo do dia, mas a vontade dos investidores em recuperar as perdas das últimas sessões parece ser superior à aversão ao risco.
Perto das 16h de hoje, o Ibovespa operava em leve alta de 0,09%, aos 103.342 pontos.
Enquanto isso, o dólar à vista caía 0,76%, negociado a R$ 5,1231.
O Ibovespa opera com alta volatilidade hoje e tenta reverter a tendência de queda.
Por volta das 15h20, o principal índice da B3 avançava 0,01%, próximo da estabilidade, aos 103.238 pontos.
No mesmo horário, o dólar à vista caía 0,92%, cotado a R$ 5,1146.
Em evento em Nova York organizado pelo BTG Pactual na manhã desta terça-feira (10), o presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou que, seja quem for o presidente a partir de 2023, o Congresso eleito será de centro-direita.
Para ele, é comum haver uma polarização durante o período eleitoral. Porém, o deputado acredita que, entre um extremo político e outro, existe o centro, que atua como regulador da política brasileira, para que “o Brasil funcione como uma democracia forte”.
Leia as principais falas do presidente da Câmara no evento do BTG Pactual.
O Ibovespa perdeu os 103 mil pontos com a cautela generalizada após falas de dirigentes do Fed sobre os próximos passos dos juros americanos.
Com isso, o principal índice da B3 recuava 0,18%, aos 102.899 pontos, por volta das 14h40.
No mesmo horário, o dólar à vista também recuava 0,85%, negociado a R$ 5,1200.
A Qualicorp (QUAL3) apresenta nesta terça-feira (10) seus resultados do primeiro trimestre e, pelos sintomas, a empresa de administração de planos de saúde por adesão sofre do mal da inflação.
Bancos como Credit Suisse, Citi, Bank of America (BofA) e Itaú BBA acreditam que a disparada de preços no Brasil alimentou a pressão sobre os custos da Qualicorp entre janeiro e março deste ano, contribuindo para uma queda do lucro e da receita líquida no período.
Leia a reportagem completa e os detalhes do balanço da Qualicorp.
Ibovespa acelera queda e recua 0,56%, aos 102.628 pontos. O dólar à vista opera em queda de 0,05%, cotado a R$ 5,1554.
O Ibovespa perdeu o fôlego no início da tarde de hoje. Por volta das 12h, o principal índice da B3 recuava 0,15%, aos 103.090 pontos.
Por sua vez, o dóalr à vista era negociado em queda de 0,11%, cotado a R$ 5,1930 no mesmo horário.
O motivo por trás da queda está nas falas da dirigente do Federal Reserve, Loretta Mester. Para a dirigente do Fed de Cleveland, a instituição ainda não descartou alta de 75 pontos-base na alta dos juros, na contramão do que disse Jerome Powell, presidente do BC americano, ao final da reunião da última quarta-feira (04).
Isso aumentou a cautela de Nova York, que também inverteu o sinal e passou a cair.
Mais cedo, o Banco Central divulgou a ata da sua última reunião do Comitê de Política Monetária, o Copom, que subiu os juros básicos da economia para 12,75% no último encontro.
A publicação trouxe poucas novidades sobre o futuro da Selic no Brasil. Enquanto as projeções dão conta de que o fim do ciclo de aperto deve terminar em 13,25%, o BC entende que os juros devem acomapnahr as mudanças de cenário pela frente.
Leia a matéria completa sobre os destaques da publicação aqui.
E você deve estar se perguntando: até onde vai a inflação? E mais importante do que isso: o que fazer agora?
O mercado ainda não conseguiu ver uma linha no horizonte para o final da alta dos preços, mas o nosso colunista, Matheus Spiess, dá algumas pistas de até onde a inflação deve chegar.
O destaque sa sessão de hoje vai para o Banco Inter (BIDI11), que acompanha o desempenho do setor de tecnologia no exterior.
A maior alta de Nova York é da bolsa de Nasdaq, que sobe 2,22%, seguida pelo S&P 500 (+1,49%) e Dow Jones (+1,0%).
Confira as maiores altas do pregão:
| ATIVO | Nome | Ult | Var |
| BIDI11 | BANCO INTER UNT N2 | R$ 13,03 | 7,24% |
| BRFS3 | BRF SA ON NM | R$ 12,97 | 5,28% |
| BPAC11 | BTGP BANCO UNT N2 | R$ 23,60 | 4,01% |
| EZTC3 | EZTEC ON NM | R$ 16,38 | 3,54% |
| LREN3 | LOJAS RENNERON NM | R$ 24,64 | 3,14% |
Confira também as maiores quedas do dia:
| ATIVO | Nome | Ult | Var |
| USIM5 | USIMINAS PNA ED N1 | R$ 10,15 | -5,76% |
| CSNA3 | SID NACIONALON ED | R$ 18,37 | -3,67% |
| CMIN3 | CSNMINERACAOON ED N2 | R$ 4,46 | -3,25% |
| GOAU4 | GERDAU MET PN N1 | R$ 11,04 | -3,16% |
| GGBR4 | GERDAU PN N1 | R$ 26,78 | -2,76% |
Confira como opera o mercado de juros duturos (DIs) nesta terça-feira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,27% | 13,34% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,35% | 12,56% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,22% | 12,39% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,24% | 12,39% |
A bolsa brasileira acompanha as principais praças internacionais nesta terça-feira (10). O exterior tenta se recuperar das perdas recentes, enquanto permanece atento às falas de dirigentes do Fed ao longo do dia.
Por aqui, os dados de varejo animaram pelo segundo mês seguido, com alta de 1,0% em março após subirem 4,0% em fevereiro. Isso mostra que o setor permanece aquecido após a pior fase da pandemia de covid-19.
De acordo com o IBGE, o varejo está 2,6% acima do nível pré-pandemia.
O destaque do dia vai para o setor de petrolíferas da bolsa local, que avança mesmo com a volatilidade do petróleo, com destaque para os papéis da Petrobras: PETR4 sobe 0,75% e PETR3 avança 0,53%.
Ibovespa encerra leilões de abertura em alta de 0,34%, após dados fortes do varejo, aos 103.600 pontos.
Já o dólar à vista é negociado em queda de 0,84%, cotado a R$ 5,1170.
As vendas no varejo vieram melhores do que a mediana das projeções do Brodcast de acordo com os dados divulgados pelo IBGE.
O volume de vendas subiu 1,0% em março frente ao mês anterior, acima da mediana das projeções de 0,4%.
Já o varejo ampliado cresceu 0,7%, acima das projeções de alta de 0,1%.
Com isso, o setor cresceu 1,1% em 2022 e registra alta de 4,4% em relação aos últimos 12 meses.
Ibovespa futuro abre em alta de 0,43%, aos 105.105 pontos por volta das 9h desta terça-feira.
Já o dólar à vista abre em alta de 0,17%, negociado em R$ 5,1655 no mesmo horário.
As principais matérias primas que mexem com a bolsa local estão em queda nesta terça-feira (10).
O minério de ferro permanece pressionado com a diminuição da demanda da China, em virtude das políticas de lockdown do programa de “covid zero” no país.
Já o petróleo é negociado em queda também pela limitação de demanda chinesa e com a guerra da Ucrânia no radar dos investidores.
As bolsas internacionais entraram em um movimento de recuperação nesta terça-feira (10), após as fortes perdas das sessões anteriores.
Apesar da alta aparentemente robusta, o sentimento positivo é limitado pela cautela gerada pelo Federal Reserve, que deve subir os juros ao longo do ano.
Com isso, as falas dos dirigentes do Federal Reserve são o foco do exterior nesta terça-feira.
A busca por um norte que ajude a guiar os investidores em meio às incertezas de todos os lados não deve acontecer nem mesmo com a divulgação da última ata do Copom nesta terça-feira (10). A bolsa local permanece atenta à inflação desenfreada e o medo de recessão com as sucessivas altas de juros por parte do Banco Central.
No comunicado após a decisão de juros que elevou a taxa Selic para os 12,75% no encontro da última quarta-feira (04), o Comitê declarou que deve reduzir a magnitude do aperto monetário nas próximas reuniões.
Entretanto, esse é um espaço muito amplo para os investidores caminharem e ajustarem suas carteiras. A ata será divulgada às 8h de hoje, de acordo com o calendário do BC.
Além disso, os servidores da autoridade monetária se reunirão na tarde de hoje para deliberar sobre a continuidade da greve. A exigência dos funcionários é de reajuste acima dos 5% proposto pelo governo e a criação de um plano de carreira para a categoria.
Enquanto o cenário doméstico permanece caótico, o Ibovespa se agarra aos índices internacionais para operar nos últimos pregões. A queda na sessão de ontem (09) foi de 1,79%, fazendo a bolsa local se juntar ao ranking dos índices no vermelho em 2022, aos 103.250 pontos.
Do mesmo modo, o dólar à vista fechou no patamar de R$ 5,1565 após um fraco desempenho do petróleo, que culminou em um arrefecimento dos juros e da moeda norte-americana. A queda foi de 1,60% na sessão.
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