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Divulgação do IPC-S e IPCA devem movimentar a semana, enquanto o exterior reflete o avanço do pacote de estímulos de Joe Biden
A semana começa e termina com dados sobre a inflação no Brasil. Hoje foi divulgado pela FGV o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) e na sexta-feira (09) o IBGE trará o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de março.
Ambos os indicadores devem apontar para uma alta na inflação, influenciada diretamente pela alta nos preços dos combustíveis. Enquanto isso, o otimismo com o novo pacote de estímulos do presidente americano Joe Biden deve contaminar as bolsas de Nova York, enquanto os principais índices asiáticos permanecem fechados e o mercado europeu não abriu em virtude do feriado de Páscoa.
O avanço da pandemia também deve ficar no radar do investidor. A lenta vacinação no país também deve ser precificado no longo prazo, tendo em vista que a retomada econômica depende diretamente do controle da covid-19.
Além disso, às 15h30, o ministro da Economia, Paulo Guedes, falará à XP Investimentos. Entre outras figuras importantes, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto também estará no painel online.
Confira os destaques para a semana e o que pode influenciar os mercados:
O Orçamento para 2021 segue como uma pedra no sapato para o andamento das conversas entre o Congresso e a presidência da República, em especial a equipe econômica de Paulo Guedes. Nos últimos dias, o ministro da Economia e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) se desentenderam por causa de emendas que favorecem os parlamentares.
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O Projeto de Lei Orçamentária teve de ser levado ao Tribunal de Contas da União (TCU) porque abria espaço para as chamadas “pedaladas fiscais”, que poderiam levar ao impeachment do presidente. O caso deve repercutir ainda esta semana.
O avanço da pandemia no Brasil deve permanecer no radar dos investidores por algum tempo. O país registra o pior momento da pandemia, enquanto a vacinação anda a passos lentos.
Até o momento, foram imunizadas 19,4 milhões de pessoas, o que representa 9,20% da população brasileira. Se formos contar apenas quem recebeu a segunda dose, necessária para imunização completa, o número cai para 2,55% (5.389.211).
Na última sexta-feira (02), o departamento de trabalho dos EUA divulgou que o país criou 916 mil vagas de emprego em março, bem acima das 700 mil vagas projetadas pelos analistas. Isso fez com que a taxa de desemprego saísse de 6,2% para 6,0% em março, na linha com as expectativas.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, comemorou os dados de emprego, mas afirma que ainda há um longo caminho a percorrer até a recuperação total dos efeitos da pandemia na economia norte-americana. Ele atribuiu o sucesso na taxa de desemprego ao pacote de estímulos de US$ 1,9 trilhão, aprovado no início do mês passado.
Biden agora está em busca da aprovação de um novo pacote, agora de US$ 2 trilhões, para estimular a área de infraestrutura dos EUA. Entretanto, o projeto seria financiado por meio de um aumento de impostos, o que é mal visto pelo Congresso norte-americano. Mesmo a votação do primeiro pacote de estímulos foi apertada para Biden, que terá que fazer um esforço ainda maior agora.
As bolsas europeias seguem fechadas em virtude do feriado de Páscoa e os principais índices da Ásia ficam fechados nesta segunda-feira. Enquanto isso, os futuros de Nova York apontam para um dia de ganhos no mercado internacional, refletindo os dados de emprego e estímulos à economia dos EUA.
O otimismo pode ser contaminado pela alta dos juros futuros dos Treasuries, os títulos do Tesouro dos EUA. Os T-Notes de longo prazo (10 e 30 anos) operam com ganhos na manhã desta segunda-feira, motivados especialmente pelo temor de que o novo pacote de estímulos pressione ainda mais a inflação no país.
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