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Presidente e fundador da big tech se pronunciou em resposta a denúncias feitas por ex-funcionária
O apagão nas redes sociais mantidas pelo Facebook ganhou os holofotes e acabou relegando a segundo plano um outro - e espinhoso - problema enfrentado pela big tech.
Na noite de domingo, Frances Haugen, ex-funcionária da empresa, concedeu entrevista ao programa "60 Minutes", da emissora norte-americana "CBS", na qual revelou ser a pessoa por trás dos recentes vazamentos de informações internas comprometedoras.
Haugen, uma engenheira da computação de 37 anos formada em Harvard, admitiu ser a pessoa que vazou para o "Wall Street Journal" informações extraídas de dezenas de milhares de documentos que expuseram uma série de práticas pra lá de duvidosas adotadas pela empresa.
Com 15 anos de experiência na área, Haugen trabalhou em empresas como Google e Pinterest antes de passar dois anos no Facebook, de onde saiu em maio.
Os documentos internos repassados por Haugen ao "Wall Street Journal" mostram que pesquisas do próprio Facebook constataram que o Instagram produziria danos à saúde mental de adolescentes, em especial meninas, e que a empresa resistiu a fazer mudanças em algoritmos que favoreciam a difusão de informações falsas.
Em um momento no qual as redes sociais têm sido alvo de críticas por não fazerem o suficiente para deter o acesso às chamadas fake news e a retóricas extremistas, o Facebook teria facilitado a circulação de discursos de ódio ao término das eleições de 2020 nos EUA, quando dispositivos de segurança foram desabilitados. Haugen vê relação, ainda que não proposital, entre a postura interna da empresa e o ataque ao Capitólio, no início deste ano.
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"O Facebook percebeu que se o algoritmo fosse programado de modo a ser mais seguro, as pessoas passariam menos tempo no site, clicariam em menos anúncios e a empresa ganharia menos dinheiro", resumiu ela ao "60 Minutes".
Ontem, como resultado do vazamento e da entrevista, ela testemunhou perante os integrantes do subcomitê de Proteção ao Consumidor e Segurança de Dados do Senado para manter sua denúncia de que o algoritmo da rede social é prejudicial a crianças e adolescentes e que a tecnologia recorre deliberadamente de práticas nocivas com o único objetivo de potencializar os lucros. “[A empresa] coloca um lucro astronômico antes do bem-estar das pessoas”, disse.
Em um texto direcionado aos funcionários do Facebook e republicado em sua própria página na rede social, o fundador e presidente da plataforma, Mark Zuckerberg, afirma que pesquisas internas que mostram danos que o Instagram causaria ao bem-estar de adolescentes foram retiradas de contexto para criar uma narrativa de que a empresa não se importa com o tema.
O executivo também disse que não é verdade que o Facebook priorize o lucro em detrimento da segurança dos usuários, e que é "ilógico" afirmar que a companhia dê mais impulso a conteúdos que geram polarização política e social.
"No coração dessas acusações está a ideia de que priorizamos o lucro em detrimento da segurança e do bem-estar (dos usuários). Isso simplesmente não é verdade", escreveu. O executivo usa como exemplo a mudança no feed de notícias do Facebook, anos atrás, que favoreceu conteúdos de amigos dos usuários, tirando espaço de vídeos virais e conteúdos de empresas. Segundo ele, a rede social fez a mudança mesmo sabendo que isso reduziria o tempo de uso do site.
Além disso, segundo Zuckerberg, é ilógico afirmar que o Facebook dá mais espaço a conteúdos polarizadores para aumentar o engajamento dos usuários. "Ganhamos dinheiro através de publicidade, e os anunciantes têm nos dito de forma constante que não querem seus anúncios próximos de conteúdos prejudiciais ou raivosos", disse ele. "E eu não conheço nenhuma empresa de tecnologia que parte para a construção de produtos que deixam as pessoas com raiva ou depressivas."
Zuckerberg afirmou que as pesquisas internas que vieram à público precisam ser visualizadas "com a foto completa", e que foram retiradas de contexto ao serem lidas individualmente. Ele defendeu que o Congresso dos EUA atualize a regulamentação sobre plataformas de internet para aumentar a segurança dos usuários, em especial crianças e adolescentes, mas se disse preocupado com "os incentivos que estão sendo criados" a partir da divulgação dos documentos.
"Se atacarmos organizações que se esforçam para estudar seu impacto no mundo, estaremos efetivamente mandando a mensagem de que é mais seguro não olhar para este impacto, caso você encontre algo que poderia ser usado contra você", afirmou.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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