O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com quase R$ 4 bilhões em caixa, o CEO da empresa acredita que na retomada para 2021 com boas perspectivas
O setor de turismo foi um dos mais atingidos pela pandemia de covid-19, em especial as empresas aéreas, que operam com uma margem de lucro estreita. Foi nesse cenário que a Azul encerrou 2020 com um prejuízo de R$ 4,6 bilhões ante lucro líquido ajustado de R$ 845,5 milhões em 2019.
A receita líquida total da companhia somou R$ 5,79 bilhões em 2020, queda de 49,4% sobre o desempenho do ano anterior. No quarto trimestre, a queda foi de 45,1% em relação ao mesmo período de 2019.
Apesar disso, vale destacar o resultado dos recursos em caixa da empresa. “Há um ano, tínhamos R$ 2,3 bilhões em caixa, sem nenhuma expectativa de vacina no horizonte e com apenas 70 voos por dia. Um ano depois, temos R$ 4 bilhões em caixa, 220 milhões de vacinas previstas para chegar nos próximos quatro meses e mais de 700 voos diários. Temos alguns desafios pela frente, mas certamente nos sentimos confiantes em nossa posição competitiva”, comenta John Rodgerson, CEO da Azul.
Para um mesmo trajeto, o custo por passageiro (RPK) aumentou em 103,2% na passagem do terceiro para o quarto trimestre de 2020. Isso se deve a um aumento de 70% das despesas de manutenção, em especial a depreciação do real frente aos seus pares internacionais nesse período.
O EBITDA (sigla em inglês para Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi positivo, chegando a R$ 192,9 milhões, representando um aumento de 10,8%, comparado com o terceiro trimestre.
Na comparação do quarto trimestre de 2019 com 2020, houve uma queda de 22% nos custos operacionais da empresa. Entretanto, a Azul registrou prejuízo de R$ 918 milhões no quarto trimestre de 2020, ante lucro líquido ajustado de R$ 411,2 milhões um ano antes.
Leia Também
Já o Ebitda do trimestre alcançou R$ 192,2 milhões, queda de 84,3% sobre o mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda foi de 10,8% no último trimestre de 2020, uma queda de 27 pontos porcentuais na mesma base de comparação.
A receita líquida total da companhia somou R$ 1,78 bilhão no quarto trimestre, queda de 45,1% na comparação com o mesmo intervalo de 2019.
John Rodgerson vê boas perspectivas para o ano de 2021. “Do lado da demanda e da capacidade, avançamos significativamente no trimestre. Nossa frota diversificada combinada com as vantagens de nossa malha exclusiva resultaram em uma das recuperações mais aceleradas do mundo”, comenta.
Segundo ele, a empresa já retomou 90% da capacidade doméstica de voos e já adicionou 92 cidades aos seus destinos em 10 meses. Com isso, as ações da Azul (AZUL4) chegaram a avançar mais de 1% hoje, mas fecharam em leve queda de 0,16%, a R$ 38,50.

*Com informações do Estadão Conteúdo
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora
Expectativa de trégua no Oriente Médio reduz prêmio de risco da commodity e pesa sobre ações de petroleiras na bolsa brasileira
Conhecida pelos celulares, a Samsung é maior fabricante mundial de chips de memória de alta performance
Apesar de o horizonte mostrar a chegada de uma tempestade, há ações que podem fazer a carteira dos investidores navegar mais tranquilamente
A gestora projeta que a retomada das vendas deve contribuir para recompor o caixa e viabilizar o retorno dos dividendos
Ações da mineradora recuaram com aversão ao risco global, enquanto minério de ferro avançou na China; bancos seguem otimistas com dividendos
Apesar das transações, a gestão do fundo imobiliário mantém o guidance de R$ 0,09 por cota no semestre
O banco elevou uma ação elétrica de neutra para compra, e citou outras duas empresas do setor que são consideradas as mais promissoras
Considerando a receita dos novos imóveis, a casa de análise enxerga potencial de geração de valor no médio prazo
O comunicado é uma resposta à notícia de que a controladora da Decolar considerava fazer uma oferta pela operadora brasileira de turismo