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Em um portfólio marcado por tropeços recentes, o megainvestidor bilionário conseguiu escolher cinco empresas que bateram recordes no último fechamento da bolsa; confira
Apesar do inegável sucesso medido pelos bilhões em patrimônio, Warren Buffett não vem tendo muito êxito em escolher ações com tendência de alta e vem colecionando alguns tropeços recentes.
Além de não atingirem novas máximas, alguns dos ativos de seu conglomerado Berkshire Hathaway estão, inclusive, em tendências de baixa definidas.
O caso mais comentado é o da Kraft-Heinz. Depois de atingir a máxima de US$ 43 por ação em junho, a empresa apresentou uma tendência contrária à do mercado norte-americano e recuou para US$ 33 nos últimos meses.
Mas nem todas as escolhas do megainvestidor estão em declínio. No portfólio de Buffett, existem cinco ações que, além de se salvarem das quedas, atingiram novos picos no fechamento das negociações em bolsa.
Vamos começar pela AbbVie's (Nyse: ABBV). O quarto trimestre de 2021 vem sendo extremamente positivo para a gigante farmacêutica.
A tendência de alta teve início em uma liquidação realizada no final de agosto pela companhia.
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Ontem, as ações da companhia fecharam as negociações na bolsa de Nova York cotadas em torno de US$ 134. Aqui na B3, os BDRs da companhia são negociados com o código “ABBV34”.
Em segundo lugar, está a Apple (Nasdaq: AAPL). Depois de tentar bater o recorde há duas semanas, a gigante tecnológica conseguiu atingir a máxima histórica ontem.
Após o fechamento dos negócios, os papéis foram vendidos a cerca de US$ 180 na bolsa americana. Aqui na B3, os BDRs da companhia são negociados com o código “AAPL34”.
Vale lembrar que, como muitas outras empresas, a fabricante de iPhones se viu em um forte tombo no começo da pandemia. Em março de 2020, suas ações chegaram a ser negociadas a cerca de US$ 63
Mesmo com a derrocada, os preços continuaram acima das mínimas vistas no início de 2019, período pré-pandemia, quando os papéis eram cotados em US$ 43.
A lista também conta com a Chevron (Nyse: CVX). Assim como a Apple, a Chevron teve uma forte queda em março de 2020, chegando a ter seus papéis negociados a US$ 72.
A empresa conseguiu se recuperar do tombo do início da pandemia, mas ainda permanece abaixo das máximas vistas em 2018 e 2019.
No final de setembro deste ano, as ações retomaram o gás de fim de ano, negociadas a aproximadamente US$ 101. Ontem, encerraram os negócios cotadas a cerca de US$ 118. Aqui na B3, os BDRs da petroleira são negociados com o código “CHVX34”.
A corretora de seguros Marsh e McLennan (Nyse: MMC) conseguiu manter sua tendência de alta iniciada no primeiro trimestre de 2020.
Depois de ser negociada na casa dos US$ 111 no começo do ano passado, a ação fechou o dia ontem cotada a US$ 173.
Quem se interessou pela companhia pode investir nos BDRs negociados na B3 com o código “M1MC34”
Por fim, vem a VeriSign (Nasdaq: VRSN) para integrar a lista das ações escolhidas pela Berkshire Hathaway que se salvaram das baixas em 2021.
Com uma forte performance, a fabricante de software conseguiu superar os picos obtidos em 2019 e 2020 já no quinto mês deste ano. Em maio, suas ações eram negociadas em torno de US$ 219.
Mesmo com o desempenho robusto durante todo o ano, sua atuação no quarto trimestre de 2021 fez a companhia chegar em dezembro com chave de ouro.
Ontem, os papéis fecharam as negociações a US$ 252 na bolsa americana. Aqui na B3, os BDRs possuem o código “VRSN34”.
*Com informações da Forbes e MarketWatch
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