Americanas (AMER3) mostra força em sua “estreia” nos balanços, e vem mais por aí – Veja os números
Resultado do segundo trimestre é o primeiro depois da fusão operacional entre B2W e Lojas Americanas, que ainda trará sinergias
Se a primeira impressão é a que fica, então a Americanas S.A. (AMER3), resultado da fusão operacional entre B2W e Lojas Americanas, chega de forma positiva ao mundo dos balanços corporativos. Pelo menos é o que mostram os números do segundo trimestre, e as projeções para a nova configuração da varejista.
A Americanas teve lucro líquido de R$ 224,9 milhões entre abril e junho deste ano, um resultado expressivo se comparado ao mesmo período de 2020, quando a empresa teve prejuízo de R$ 36,2 milhões.
O Ebtida ajustado ultrapassou a marca de R$ 1 bilhão no segundo trimestre, com um crescimento de 45% na comparação anual.
As vendas totais (GMV) do grupo somaram R$ 12,6 bilhões, um avanço de 32,6% em um ano. A receita líquida de vendas e serviços teve alta de 46%, para quase R$ 7 bilhões.
Outro número importante está na disponibilidade de caixa da Americanas. A empresa fechou junho com um valor líquido de quase R$ 3,5 bilhões em caixa. Segundo a empresa, isso já é resultado da melhor estrutura de capital após a fusão.
Nos demonstrativos de resultados, a companhia esclarece que considerou a combinação de negócios desde o dia 1º de janeiro de 2021, para assim estabelecer uma base de comparação com a antiga estrutura.
Leia Também
Até o primeiro trimestre de 2021, os números da B2W, que detinha os resultados do e-commerce, eram divulgados separadamente e entravam no balanço consolidado de sua controladora, a Lojas Americanas.
Com a fusão operacional, os resultados do varejo eletrônico e das lojas físicas estão concentrados na Americanas S.A., enquanto a Lojas Americanas (LAME4) continua com ações listadas na B3, e se tornou uma holding de investimentos.
Veja neste vídeo cinco ações descontadas para ficar de olho e que podem dar bons retornos:
Por falar em Lojas Americanas…
Por ser uma holding de investimentos que neste momento, tem participação somente na Americanas S.A., a Lojas Americanas tem números muito parecidos com os de sua controlada.
O lucro líquido foi de quase R$ 255 milhões no segundo trimestre, ante prejuízo de R$ 7,2 milhões um ano antes. O Ebtida é praticamente idêntico ao da Americanas, com o mesmo crescimento.
E ainda tem as sinergias
Além dos resultados, a Americanas divulgou uma projeção de sinergias financeiras resultantes da fusão operacional.
O valor bruto destas sinergias até 2024, sem contar os custos da combinação de negócios, deve chegar a R$ 2,3 bilhões. Quando se leva em consideração os custos, o valor presente é de R$ 1,6 bilhão.
No comunicado, a Americanas ressalta que estas projeções podem se mostrar conservadoras, já que não consideram um possível aumento de vendas no período.
Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas
FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano
Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo
Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020
Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis
As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?
Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira
Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos
Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano
Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha
A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro
Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP
Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real
Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal
Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais
3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley
O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar
Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro
Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira
Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?
No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%
LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro
Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana
R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista
Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias
Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana
O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo
Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques
Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas
Nem o ‘Pacman de FIIs’, nem o faminto TRXF11, o fundo imobiliário que mais cresceu em 2025 foi outro gigante do mercado; confira o ranking
Na pesquisa, que foi realizada com base em dados patrimoniais divulgados pelos FIIs, o fundo vencedor é um dos maiores nomes do segmento de papel