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Grandes instituições como Goldman Sachs e JP Morgan estão de olho no Bitcoin, o que, além de dar credibilidade, faz o preço da moeda subir
Certa vez, brinquei com um conhecido sobre investir em bitcoins. “Já viu vaca voando? Pode até ir alto, mas não foi feito para isso. Uma hora cai”. Imaginem minha cara hoje.
Por volta das 22h de ontem, o Bitcoin bateu novamente o patamar de US$ 55 mil e, na manhã de hoje, opera tentando se manter acima dos US$ 54 mil. De acordo com a Bloomberg, essa valorização se deve ao aumento do apetite de risco dos investidores que querem diversificar seu portfólio.
A moeda digital chegou a atingir sua máxima histórica em 21 de fevereiro deste ano, acima dos US$ 57 mil. Por volta das 10h30 de hoje, a criptomoeda via uma valorização de 2,96%, aos US$ 55,614.38.
No início do mês passado, o banco JP Morgan colocou o Signature Bank na sua Lista de Foco (Focus List), afirmando que a instituição pode “surfar na onda de cripto”, como disse o analista da JP Morgan, Steven Alexopoulos. Na prática, isso significa que a agência está confiante nos caminhos que a empresa tem tomado e que o ramo de negócios é promissor.
Outra instituição de peso que contribui para essa alta é a Goldman Sachs, que passou a negociar contratos futuros do bitcoin e já afirmou que a procura por cripto ativos tem sido alta. A MicroStrategy também já aumentou a aposta e comprou US$ 1,02 bilhão em Bitcoins.
O interesse de grandes bancos e agências consolidadas no mercado, além de validar a confiança na criptomoeda, também faz o preço do Bitcoin subir. A criptomoeda viu uma valorização de 321%, saindo dos US$ 7 mil no início do ano passado para mais de US$ 30 mil.
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