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Em momentos de forte crise, alguns segmentos econômicos podem passar por um movimento de consolidação. Enquanto algumas empresas acabam trilhando o doloroso caminho da recuperação judicial, outras se unem para enfrentar a tempestade, e aquelas em melhor condição adquirem as mais machucadas, mas que ainda têm um negócio viável. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS […]

Em momentos de forte crise, alguns segmentos econômicos podem passar por um movimento de consolidação. Enquanto algumas empresas acabam trilhando o doloroso caminho da recuperação judicial, outras se unem para enfrentar a tempestade, e aquelas em melhor condição adquirem as mais machucadas, mas que ainda têm um negócio viável.
Quem acompanha esta newsletter já sabe bem como a coisa funciona, pois tem lido bastante, ultimamente, sobre empresas em RJ e também sobre as fusões e aquisições no varejo de moda, um dos segmentos mais abalados pela pandemia do coronavírus.
Agora, pode ser que estejamos prestes a assistir a alguma movimentação desse tipo em outro segmento que também tem sofrido bastante com esta crise sanitária: o das companhias aéreas.
Desde março do ano passado, as empresas do setor têm apresentado números vermelhos, mas uma delas tem sobrevivido com uma saúde melhor que as suas concorrentes: a Azul. Enquanto Latam e Gol queimam recursos, a companhia focada em voos domésticos ampliou sua posição em caixa e vem melhorando seus números operacionais.
Agora, a Azul se posicionou oficialmente como uma consolidadora de mercado. Em outras palavras, mostrou estar disposta a fazer aquisições e tem bala na agulha para isso. Será que vamos ver um negócio fechado em breve?
Nesta matéria, o Victor Aguiar e o Renato Carvalho analisam os números das aéreas, explicam por que a Azul pode assumir esta posição e dizem o que pensam os analistas sobre possíveis fusões e aquisições envolvendo a empresa.
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