O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em momentos de forte crise, alguns segmentos econômicos podem passar por um movimento de consolidação. Enquanto algumas empresas acabam trilhando o doloroso caminho da recuperação judicial, outras se unem para enfrentar a tempestade, e aquelas em melhor condição adquirem as mais machucadas, mas que ainda têm um negócio viável.
Quem acompanha esta newsletter já sabe bem como a coisa funciona, pois tem lido bastante, ultimamente, sobre empresas em RJ e também sobre as fusões e aquisições no varejo de moda, um dos segmentos mais abalados pela pandemia do coronavírus.
Agora, pode ser que estejamos prestes a assistir a alguma movimentação desse tipo em outro segmento que também tem sofrido bastante com esta crise sanitária: o das companhias aéreas.
Desde março do ano passado, as empresas do setor têm apresentado números vermelhos, mas uma delas tem sobrevivido com uma saúde melhor que as suas concorrentes: a Azul. Enquanto Latam e Gol queimam recursos, a companhia focada em voos domésticos ampliou sua posição em caixa e vem melhorando seus números operacionais.
Agora, a Azul se posicionou oficialmente como uma consolidadora de mercado. Em outras palavras, mostrou estar disposta a fazer aquisições e tem bala na agulha para isso. Será que vamos ver um negócio fechado em breve?
Nesta matéria, o Victor Aguiar e o Renato Carvalho analisam os números das aéreas, explicam por que a Azul pode assumir esta posição e dizem o que pensam os analistas sobre possíveis fusões e aquisições envolvendo a empresa.
Leia Também
• A inflação até desacelerou por aqui, mas os novos dados sobre a economia americana e a queda das commodities azedaram o humor do mercado hoje. Com isso, o Ibovespa recuou 0,84% e voltou para os 122.987 pontos, enquanto o dólar subiu 0,23%, a R$ 5,33.
• Um benefício concedido a milionários do Tesouro Direto está prestes a acabar. Aplicações superiores a R$ 5 milhões em títulos públicos, antes isentas de taxa de custódia, estarão sujeitas à cobrança de 0,25% ao ano feita pela B3 a partir do mês que vem. Veja quem segue isento.
• Depois de inovar com um produto voltado ao mercado de carbono, a Vitreo também vai permitir que interessados se exponham ao cobre, commodity que valorizou 121% na pandemia. Saiba mais sobre o primeiro fundo de investimentos no metal do Brasil.
• Nós já informamos ontem que o Inter quer trocar a bolsa brasileira pela norte-americana Nasdaq e fechou um acordo de até R$ 2,5 bilhões com a Stone. Hoje, o Victor Aguiar foi conferir o que os bancos e casas de análise estão achando dessa história e te conta as reações à parceria nesta matéria.
• A queda recente nas ações da XP levou o Credit Suisse a alterar sua recomendação para a empresa. Além disso, o banco também se mostrou preocupado com os rumos da batalha por agentes autônomos entre a corretora e o BTG Pactual. Veja a nova indicação para os papéis.
• Mostrando que cão que ladra também morde, a Mongólia Interior, uma região autônoma da China, divulgou hoje oito regras para controlar a mineração de bitcoins. Veja quais são as medidas, que devem afetar principalmente locais que ainda usam combustíveis fósseis no processo.
• Parece que nem todos os membros do Federal Reserve compartilham a visão do presidente da instituição, Jerome Powell, a respeito dos estímulos à economia dos EUA. O vice-presidente do Fed, Richard Clarida, admitiu hoje que o banco central americano pode começar a debater em breve a redução da compra de ativos.
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026