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No Brasil entre os destaques está a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento da Febraban; Nos EUA, teremos a divulgação do relatório de renda e despesas pessoais para julho de amanhã, dado mais importante para o Fed em sua tomada de decisão
Hoje (27), teremos a tão esperada fala de Jerome Powell, presidente do Fed, marcada para as 11 horas em Jackson Hole, Wyoming.
Ontem (26), pudemos verificar algumas falas de Fed boys alertando para a possibilidade de o tapering se iniciar ainda neste ano, o que não necessariamente é ruim, como veremos a seguir.
As Bolsas globais devem ampliar a cautela da quinta-feira, no aguardo dessa participação no evento.
Lá fora, os mercados de ações asiáticos terminaram a sexta-feira de maneira mista, com os investidores aguardando mais orientações sobre os planos de flexibilização do Federal Reserve dos EUA. Os movimentos na Ásia também seguem o temor derivado dos ataques contra civis afegãos e tropas americanas no aeroporto de Cabul.
As Bolsas europeias ensaiam uma alta nesta manhã, mas flertam com a estabilidade. Nos EUA, os futuros já são mais vocais em sua alta.
A ver...
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O sistema hídrico brasileiro está chegando a seu limite, elevando o risco de apagão – pode faltar energia no fim do ano nos horários de pico se não voltar a chover a partir de novembro, com repercussão para os ativos de risco, que ainda não precificaram bem esse risco, e para a eleição de 2022 (nenhum incumbente quer disputar uma reeleição com um problema desses nas costas).
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, tem minimizado os riscos, como fez esta semana, mas o governo, por exemplo, já vai começar a praticar racionamento em seus órgãos públicos, que serão obrigados a reduzir o uso de energia entre 10% e 20%.
Provavelmente outras ações (como redução da vazão das hidrelétricas e um plano de metas para redução de consumo para clientes residenciais) aumentarão se não houver um momento de maior quantidade de chuvas no país.
Se acontecer um racionamento, as projeções de crescimento para o país serão revisadas para o ano que vem, impactando o desempenho dos ativos de risco brasileiros.
Não se fala de outra coisa que não o simpósio de política econômica e monetária de Jackson Hole do Federal Reserve (Fed), realizado usualmente em Teton, Wyoming.
Ontem (26), o movimento já foi de cautela na véspera do evento, que hoje reserva a fala do presidente da autoridade monetária americana, Jerome Powell.
Espera-se um tom geral dovish (expansionista e flexível) dos participantes da conferência, que está sendo virtual este ano pela segunda vez – poucos parecem, no entanto, esperar um anúncio de “tapering” (redução de compra de ativos) já hoje.
O Fed está prestes a tirar o pé do acelerador, e o impacto estimulativo de curto prazo do pacote de infraestrutura plurianual de Joe Biden não chegará perto do impulso que várias rodadas de cheques diretos a consumidores americanos tiveram; ou seja, retiraremos dinheiro da economia mundial consideravelmente nos próximos meses.
O pacote de infraestrutura, inclusive, deverá ser um tema cada vez mais quente nas próximas semanas. A Câmara dos Deputados dos EUA marcou para votar a medida em setembro, enquanto os democratas do Congresso trabalham arduamente em um projeto de lei de reconciliação maior, que visa adicionar mais gastos em prioridades climáticas e sociais.
Em sua história, o Federal Reserve lançou apenas dois programas de compra de ativos em grande escala: um após a crise financeira de 2008 e outro em resposta à pandemia. Isso torna mais difícil definir como os mercados financeiros e a economia real irão responder.
Com isso, existem algumas preocupações de que os mercados financeiros possam entrar em pânico, como fizeram em 2013, quando Ben Bernanke chocou o mercado ao discutir pela primeira vez o assunto de redução da compra de ativos, hoje estacionada em US$ 120 bilhões por mês por parte do Fed.
Desta vez, porém, todos sabem que a redução está chegando, facilitando uma maior previsibilidade para o movimento.
Mais importante é que o surto dos mercados que seguiu o anúncio de 2013 não foi tão ruim quanto sua reputação sugere. Basicamente, as ações caíram cerca de 5,8% de 22 de maio a 24 de junho de 2013, mas essa perda foi recuperada em apenas 12 dias.
O mercado de ações não precisa de flexibilização quantitativa para produzir ganhos, embora eles sejam maiores durante os períodos em que o Fed está comprando títulos do que quando não está. No final, o momento de 2013 chamado de “taper tantrum” representou uma oportunidade de compra em ações dos EUA.
Sempre há uma chance de turbulência de curto prazo, o próprio momento de recuperação econômica parece muito diferente daquele que se seguiu à crise financeira, uma vez que as coisas desta vez parecem muito fortes, o que não era o caso em 2013.
Mesmo que as taxas de juros subam ligeiramente à medida que o Fed muda de curso, é provável que permaneçam muito perto de mínimas históricas.
A esperança é que, se começar a recuar este ano, o Fed poderá ser capaz de transitar suavemente, sem causar muito tumulto. Neste caso, começar mais cedo permite que eles façam isso de forma ainda mais gradual.
A agenda é também relevante para além do simpósio de Jackson Hole. Nos EUA, teremos a divulgação do relatório de renda e despesas pessoais para julho de amanhã, dado mais importante para o Fed em sua tomada de decisão.
As estimativas de consenso são de que tanto a renda pessoal quanto os gastos aumentem 0,5% na comparação mensal. O Índice de Preços PCE, o indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve, é visto saltando 4,2% em 12 meses.
Aqui no Brasil, contamos com a participação do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, em evento da Febraban às 10 horas – novidades sobre inflação e crise hídrica serão observadas.
Enquanto isso, no Supremo Tribunal Federal (STF), deveremos ter a conclusão do julgamento sobre a constitucionalidade da inclusão do ISS na base de cálculo do PIS e da Cofins. Fora isso, ainda acompanhamos a Aneel divulgando a bandeira tarifária para setembro e a FGV divulgando o índice de confiança da indústria em agosto.
Seria este discurso de Powell um de seus últimos como presidente do Fed? Em breve, o presidente Joe Biden deve decidir se manterá Powell no cargo depois que seu mandato de quatro anos terminar em fevereiro.
Powell tem muitos críticos, alguns da ala da própria esquerda do partido democrata. Por exemplo, muitos deles argumentam que o presidente teria afrouxado as regulamentações para os grandes bancos e ignorado os riscos urgentes das mudanças climáticas.
Já para a direita, Powell é criticado por deixar a inflação subir demais e não agir com mais urgência para esfriar a economia. De todo modo, Powell obteve notas altas até mesmo entre os críticos por sua forma de lidar com a pandemia e por se manter discreto quando o ex-presidente Trump o criticou há vários anos.
Com isso, a maioria dos economistas entende que Biden marcaria um gol contra ao não renomear Powell, que é amplamente popular no mercado depois do helicóptero de dinheiro que lançou sobre os ativos para salvar todo mundo em 2020.
Biden também corre o risco de irritar algumas pessoas em seu gabinete se mudar a pessoa do posto, como a própria secretária do Tesouro, Janet Yellen, que comandou o Fed antes de Powell – ela teria dito que apoia mais quatro anos de Powell, o que aumenta significativamente suas chances de renomeação.
Isso é relevante, pois o presidente do Fed é o formulador de políticas monetárias mais poderoso do mundo; por isso, cada palavra e gesto de mão são dissecados por investidores em todo o mundo, influenciando os mercados globais, desde as taxas de juros no mundo inteiro até a conta do supermercado (inflação).
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Jojo Wachsmann
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