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Além disso, os mercados amanheceram com apetite de risco nesta-segunda-feira; confira

A temporada de balanços do Brasil se encaminha para o fim, com a principal semana de resultados contando com os dados do segundo trimestre de grandes bancos como Itaú, Petrobras e Bradesco (confira em Balanços, mais em baixo).
E a semana já começa com a perspectiva da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que deve acontecer entre terça-feira (03) e quarta-feira (04). A alta na taxa básica de juros deve fazer a Selic encerrar o ano na casa dos 7,0%, de acordo com a última edição do Boletim Focus.
A publicação de hoje do boletim deve confirmar a tendência de alta da Selic.
Enquanto a cautela deve tomar o mercado brasileiro até o último dia da reunião do Copom, o exterior deve seguir atento à temporada de balanços dos Estados Unidos, com General Motors e Moderna no radar. Além disso, dados do índice do gerente de compras (PMI) também devem movimentar os pregões ao longo da semana.
E na sexta-feira (06), devem ser divulgados o relatório de empregos (payroll) e a taxa de desemprego dos Estados Unidos, trazendo um panorama mais completo da situação do país no pós-pandemia. O Federal Reserve usa como um dos parâmetros a melhora do emprego para o início da retirada de estímulos da economia norte-americana, o chamado tapering.
Enquanto isso, confira o que esperar da bolsa nesta segunda-feira (02):
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O Congresso volta do recesso nesta segunda, com importantes pautas no radar. A derrubada da PEC do voto impresso deve ser uma nova derrota do governo federal, além da retomada dos debates sobre a reforma do Imposto de Renda.
Somado a isso, a CPI da Covid deve agitar o cenário em Brasília. A partir de terça-feira, a Comissão deve ouvir o depoimento dos intermediários que tentaram vender vacinas para o governo federal.
Essa disputa entre o Congresso e o Palácio do Planalto liga um sinal de alerta para o presidente da República, Jair Bolsonaro, que começou a desmantelar o “superministério” de Paulo Guedes, ministro da Economia, para oferecer cargos ao Centrão.
Essa piora de cenário entre as Casas Legislativas e o poder federal deve colocar as reformas estruturais em segundo plano, tendo em vista que a eleição de 2022 já começa a dar o tom dos debates.
Os mercados asiáticos encerraram o pregão com ganhos na manhã de hoje, de olho nos resultados da temporada de balanços. Os temores envolvendo o avanço regulatório da China sobre importantes setores da economia, como o de tecnologia, parecem ter se dissipado desde o final da semana passada.
Já no Velho Continente, os principais índices europeus também avançam, com balanços e indicadores positivos aumentando o apetite de risco.
Por fim, os futuros de Nova York apontam para um pregão de alta, motivados pelos balanços dos últimos dias. Na manhã de hoje, o retorno dos títulos do Tesouro norte-americano, os Treasuries, de longo prazo se mantém na estabilidade, o que indica uma maior propensão ao rico.
Segunda-feira (02)
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