O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O preço da criptomoeda mais que dobrou desde o início de 2021, saindo de US$ 29 mil em primeiro de janeiro para quase US$ 60 mil no último dia de março
O mercado de Bitcoin está prestes a dar um passo relevante: a Coinbase, maior plataforma de negociação de criptomoedas dos Estados Unidos, vai abrir hoje seu capital na Nasdaq, pregão de Nova York que concentra negócios de tecnologia.
Na manhã de hoje, mais um recorde para o Bitcoin também foi registrado: US$ 64.863, por volta das 8h40. Na tarde de ontem, o preço da criptomoeda já havia batido um recorde, aos US$ 63 mil, ou cerca de R$ 360 mil.
O preço da criptomoeda mais que dobrou desde o início de 2021, saindo de US$ 29 mil em primeiro de janeiro para quase US$ 60 mil no último dia de março.
A expectativa em torno do IPO (oferta inicial de ações, na sigla em inglês) da Coinbase é grande. A Nasdaq definiu o preço de referência das ações a US$ 250, o que colocaria o valor do negócio como um todo pouco acima de US$ 49 bilhões, de acordo com a agência Reuters.
No entanto, segundo informações de fontes de mercado, o valor pode ser considerado conservador, já que a negociação privada das cotas da companhia se situava por volta de US$ 340 ao longo do primeiro trimestre do ano.
Segundo a revista The Economist, os resultados preliminares do primeiro trimestre do Coinbase, publicados na semana passada, levam a crer que a estreia na Nasdaq será robusta. A projeção de lucro é de US$ 730 milhões a US$ 800 milhões, frente a uma receita de US$ 1,8 bilhão - bem acima do balanço do trimestre anterior. Ainda segundo a The Economist, a avaliação inicial do negócio poderia atingir US$ 100 bilhões.
Leia Também
Apesar das fortes altas das criptomoedas, negócios ligados ao setor estão sob escrutínio. A Reuters apurou que o HSBC proibiu seus clientes da plataforma de negociações online de comprar ações da empresa de softwares Micro Strategy Inc. O presidente da empresa, Michael J. Saylor, é um entusiasta do bitcoin. Segundo informações da própria companhia, a empresa possui 90.531 unidades da criptomoeda.
Em nota, o HSBC diz não desejar "exposição direta a moedas virtuais e tem tolerância limitada para facilitar produtos ou títulos que derivam seu valor de moedas virtuais". A MicroStrategy não comentou.
O aumento do interesse de instituições fez o preço da criptomoeda disparar nas últimas semanas. Grandes bancos aderiram a investimentos em Bitcoin e diversas empresas de pagamentos, como Visa e PayPal também estão surfando na onda.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais