O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Embora pequena, a See’s Candies é considerada o “negócio dos sonhos” por Buffett. E não é à toa. O bilionário conseguiu um retorno de mais de 8000% com a companhia
O lendário investidor Warren Buffett detém ações de algumas das maiores e mais poderosas empresas do mundo. Estou falando de nomes como Apple, Bank of America e Coca-Cola.
Mas o investimento favorito do bilionário é um negócio bem menor e quase centenário: a fábrica de chocolates See's Candies.
A empresa representa menos de 0,2% do portfólio da Berkshire Hathaway, a holding que concentra os investimentos do bilionário.
Ainda que seja menor na comparação com outras empresas do portfólio, Buffett considera a See's Candies o “negócio dos sonhos”. E não é à toa. O "oráculo de Omaha" conseguiu um retorno de mais de 8000% com a companhia – ou 160% ao ano –, pelos cálculos da Business Insider.
"Nós colocamos US$ 25 milhões e ela nos deu mais de US$ 2 bilhões em resultados antes dos impostos, bem mais de US$ 2 bilhões", afirmou Buffett, no encontro de acionistas da Berkshire Hathaway do ano passado.
A See's Candies foi fundada como um pequeno negócio familiar em 1921 e hoje que conta com uma rede de mais de 200 lojas nos Estados Unidos.
Leia Também
Buffett investiu na empresa em 1972, e escreveu em uma carta aos acionistas que quase estragou o negócio por não querer pagar os US$ 30 milhões que o vendedor pedia.
"Felizmente, ele cedeu. Caso contrário, eu teria recusado e esses [US$ 2] bilhões teriam sido destinados a outra pessoa."
Embora tenha se provado um grande negócio e tenha uma base leal de clientes, a See's Candies não se tornou uma marca gigante do ramo dos chocolates.
Mas Buffett e seu sócio Charlie Munger não parecem muito preocupados com isso, como você pode conferir neste vídeo em que ambos comentam sobre o negócio da See's Candies:
No site da empresa você pode conferir uma lista dos chocolates favoritos de Warren Buffett. Uma caixa do doce com amendoim (uma espécie de pé de moleque) que aparece no centro do vídeo acima, por exemplo, custa entre US$ 12,50 e US$ 22,25 – ou R$ 58 e R$ 103 pelas cotações de sexta-feira da nossa desvalorizada moeda.
*Com informações da Business Insider e The Hustle
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro