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Presidente da estatal brasileira espera receber o comando da petroleira mexicana neste mês para formalizar os primeiros entendimentos entre as empresas

A Petrobras (PETR4) deve dar mais um passo na aproximação com a estatal mexicana Pemex ainda neste mês. A presidente da companhia brasileira, Magda Chambriard, afirmou nesta sexta-feira (12) que o presidente da petroleira mexicana, Juan Carlos Carpio, visitará o Brasil para a assinatura dos primeiros acordos de cooperação entre as empresas.
Os documentos envolvem áreas estratégicas para as duas companhias, como exploração, produção e refino de petróleo, e devem marcar o início de estudos conjuntos.
As declarações foram feitas durante a cerimônia de reabertura do edifício-sede da Petrobras, no centro do Rio de Janeiro.
Segundo Magda Chambriard, a expectativa é que a visita do executivo mexicano ocorra ainda em junho.
“Prevemos, para esse mês, a vinda do presidente da Pemex para o Brasil e vamos assinar os primeiros documentos, acordos de confidencialidade, memorandos, e começar estudos conjuntos”, afirmou a presidente da Petrobras a jornalistas.
De acordo com a executiva, os documentos que serão assinados abrangem as áreas de exploração, produção e refino. Ela não detalhou o conteúdo dos acordos nem os projetos que poderão surgir da cooperação entre as duas estatais.
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A iniciativa reforça a aproximação entre Petrobras e Pemex em um momento em que as companhias buscam oportunidades de colaboração em diferentes frentes da indústria de petróleo.
Durante o evento, Chambriard também comentou a cobrança de aproximadamente R$ 20 bilhões feita pelo governo do Rio de Janeiro à Petrobras.
A executiva classificou a cobrança como “questionável” e afirmou que a companhia avaliará cuidadosamente os fundamentos da dívida.
“A gente apura os nossos tributos e depois revisa mais adiante. Quando a gente entende que deixou de pagar alguma coisa, a gente espontaneamente vai lá e paga a diferença. Se existe algum tributo não pago, pode ser que a tese não se encaixe em nosso entendimento”, disse.
Segundo a presidente da estatal, quando uma cobrança tributária é analisada pela empresa, ela pode ser enquadrada juridicamente em diferentes categorias de risco, como provável, possível ou remota.
“Sobre esses R$ 20 bi então eu acho que é questionável”, afirmou Chambriard.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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