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REDUZINDO AS DÍVIDAS

CSN (CSNA3) avança em plano de desinvestimentos e inicia processo para venda de ativos de infraestrutura, diz jornal

A operação faz parte do plano de venda de ativos da companhia anunciado em janeiro

CSN Mineração (CMIN3), CSN (CSNA3)
Prédio da CSN - Imagem: Divulgação

Depois de anunciar o processo de desenvestimento na CSN Cimentos, agora a CSN (CSNA3) deu início à venda de um conjunto de ativos de infraestrutura, segundo informações do colunista Lauro Jardim, d’O Globo.

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No pacote estão terminais portuários no Rio de Janeiro, a participação na empresa de transporte ferroviário de carga MRS e a recém-comprada Tora, de logística. Ainda de acordo com o jornal, o mandato de venda é do Citibank e Bradesco.

Nos planos de desenvestimentos: a CSN Cimentos

A notícia surge em meio ao processo desinventimentos da companhia na CSN Cimentos. Segundo a agência de notícias Reuters, a siderúrgica recebeu ofertas não-vinculantes para a venda na divisão de cimento, no início de maio.

Quatro companhias, duas brasileiras (Votorantim e Polimix) e duas chinesas (Huaxin Cement e Sinoma International), avançaram para a próxima fase do processo e devem encaminhar uma proposta vinculante até o dia 7 de agosto.

A venda pode levantar entre R$ 12 e R$ 13 bilhões — inicialmente, a unidade estava avaliada em R$ 10 bilhões. Esse preço é maior que o valor de mercado da CSN, de R$ 8,02 bilhões.

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A venda da segunda maior fabricante de cimento do Brasil é parte de uma estratégia mais ampla da CSN para reduzir a dívida e faz parte do plano de venda de ativos da companhia anunciado em janeiro.

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A siderúrgica registrou prejuízo líquido de R$ 555 milhões no primeiro trimestre de 2026, reduzindo as perdas em 24,2% ante resultado negativo de R$ 732 milhões em igual período de 2025.

No período, o Ebitda ajustado somou R$ 2,646 bilhões, o que representa alta de 5,5% na comparação anual. Já a receita líquida atingiu R$ 10,604 bilhões, com queda de 2,8% frente ao primeiro trimestre de 2025.

A empresa encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 40,5 bilhões, acima dos R$ 35,8 bilhões registrados no primeiro trimestre de 2025, mas abaixo dos R$ 41,2 bilhões do fim de 2025.

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A alavancagem, medida pela relação dívida líquida/Ebitda, ficou em 3,36 vezes no trimestre, com redução de 11,6 pontos-base em relação ao trimestre imediatamente anterior.

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