O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Ações de ambas as companhias, que já acumulam alta de ao menos 70% desde janeiro, subiram de maneira forte novamente no pregão desta sexta-feira
O mercado financeiro mais uma vez enxergou em Via Varejo e Magazine Luiza potencial, agora embalados pela perspectiva dos ganhos com as datas de vendas de fim de ano: Black Friday e Natal.
As ações de ambas as companhias, que já acumulam alta de ao menos 70% desde janeiro, subiram de maneira forte novamente no pregão desta sexta-feira (9), com Via Varejo (VVAR3) avançando 2,83%, a R$ 18,91.
Para o Magazine Luiza (MGLU3) a alta foi de 7,2%, a R$ 98,43. A B2W (BTOW3), outra varejista com atuação no meio digital, subiu 2,10%. Na semana a dona das Casas Bahia tem ganhos de 5,82%, Magalu de 6,80% e B2W está praticamente estável, com recuou de 0,22%.
O desempenho das empresas na bolsa é apresentado em meio às expectativas em torno das vendas de Natal e da Black Friday. Também ajuda a calibrar os investimentos as vendas do comércio, de forma geral, desde o processo de reabertura da economia.
Nesta quinta-feira, o IBGE revelou que o setor varejista avançou 3,4% em agosto, na comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo período do ano passado, a alta foi de 6,1%.
Para a economista da XP Investimentos, Lisandra Barbero, os dados de agosto reforçam um viés positivo para o curto prazo. "O recente recorde dos recursos alocados na poupança também eleva a probabilidade de que o varejo continue apresentando recuperação acelerada no ano que vem", diz.
Leia Também
A alta das ações do Magazine Luiza ainda tem como pano de fundo o desdobramento dos papéis anunciado pela companhia - aprovado ontem pelos acionistas da empresa.
Segundo informou a empresa, a proporção será de uma ação ordinária para quatro novas. Os ativos passarão a ser negociados desdobrados a partir de 14 de outubro.
Aqueles que tiverem ações do Magazine Luiza no dia 13 de outubro receberão os novos ativos no dia 16 de outubro.
Como indica o desempenho de Via Varejo e companhia na bolsa, as expectativas em torno das empresas de comércio digital é alta especialmente desde a pandemia. Mas as perspectivas positivas têm sido reiteradas mesmo com a reabertura das lojas físicas.
No último dia 5, o Credit Suisse, por exemplo, elevou o preço-alvo de ações de quatro empresas ligadas ao e-commerce.
O valor para as ações do Magazine Luiza passou de R$ 55 para R$ 100. A B2W teve o preço-alvo elevado de R$ 70 para R$ 100, as Lojas Americanas passou por um ajuste de R$ 30 para R$ 35 e o valor da Via Varejo passou de R$ 21 para R$ 24.
A recomendação para os papéis de Magazine Luiza e B2W foi mantida em neutro. Para Via Varejo e Lojas Americanas, a recomendação permanece sendo de compra.
A tese dos analistas do banco é de que, altamente capitalizadas, essas empresaas devem busca de oportunidades para expandir suas ofertas de serviços, aumentando o número de aquisições nos próximos trimestres.
A holding informou que o valor não é substancial para suas contas, mas pediu um diagnóstico completo do ocorrido e um plano para melhoria da governança
Mesmo após levantar US$ 122 bilhões no mês passado, em uma rodada que pode se tornar a maior da história do Vale do Silício, a OpenAI tem ajustado com frequência sua estratégia de produtos
Após frustração com o precatório bilionário, Wilson Bley detalha como decisão pode afetar dividendos e comenta as perspectivas para o futuro da companhia
O complexo fica situado próximo à Playa Mansa, uma das regiões mais sofisticadas da cidade uruguaia
A alta participação negociada demonstra uma insegurança do mercado em relação à companhia
Estatal reforça investimento em petróleo, mas volta a apostar em fertilizantes, área vista como “fantasma” por analistas, em meio à disparada dos preços globais
O termo de criação da NewCo previa que a Oncoclínicas aportaria os ativos e operações relacionados às clínicas oncológicas, bem como endividamentos e passivos da companhia
Medidas aprovadas pelo conselho miram redução de custos, liberação de limites e reforço de até R$ 200 milhões no caixa
A Justiça deu novo prazo à Oi para segurar uma dívida de R$ 1,7 bilhão fora da recuperação judicial, em meio a um quadro financeiro ainda pressionado
Duplo upgrade do BofA e revisão do preço-alvo reforçam tese de valorização, ancorada em valuation atrativo, baixo risco e gatilhos como disputa bilionária com o Estado de São Paulo e novos investimentos
Na semana passada, o BTG anunciou um acordo para aquisição do Digimais, banco do bispo Edir Macedo, financeiramente frágil
A companhia busca suspender temporariamente obrigações financeiras e evitar a antecipação de dívidas enquanto negocia com credores, em meio a um cenário de forte pressão de caixa e endividamento elevado
Candidata a abrir capital na próxima janela de IPOs, a empresa de saneamento Aegea reportou lucro líquido proforma de R$ 856 milhões em 2025, queda de 31%
O GPA informou a negativa do Tribunal Arbitral ao seu pedido de tutela cautelar para bloqueio das ações que pertencem ao acionista Casino, ex-controlador. A solicitação buscava travar as participação do francês em meio a uma disputa tributária bilionária
A greve na JBS representou um golpe na capacidade de processamento dos EUA, depois que a Tyson Foods fechou uma fábrica de carne bovina
Enquanto o Starship redefine o padrão dos lançamentos espaciais, a SpaceX avança rumo a um IPO histórico; confira
RD Saúde (RADL3), Smart Fit (SMFT3), Petz (AUAU3) estão entre as varejistas que devem registrar desempenho positivo no primeiro trimestre de 2026, segundo o BTG Pactual
Investidores precisam estar posicionados no dia 20 de abril para receber o provento; pagamento está previsto para maio e faz parte dos dividendos obrigatórios de 2026
Companhia cai 7,26% na semana e destoa do clima positivo na bolsa brasileira. Entenda o impacto do dólar, do corte do BofA e da pressão no mercado de celulose
Depois de comprar os naming rights, o banco brasileiro tem vários planos para a arena, mas o verde não vai sair