🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Ivan Ryngelblum

Ivan Ryngelblum

Jornalista formado pela PUC-SP, com pós-graduação em Economia Brasileira e Globalização pela Fipe. Trabalhou como repórter no Valor Econômico, IstoÉ Dinheiro e Agência CMA.

Entrevista exclusiva

“CVC passou pela crise e está vivíssima”, diz Leonel Andrade

Em entrevista exclusiva, CEO da CVC conta sobre reorganização da empresa em plena pandemia e anuncia lançamento mirando novo segmento de clientes

Ivan Ryngelblum
Ivan Ryngelblum
1 de dezembro de 2020
6:01 - atualizado às 10:34
Leonel Andrade, presidente da CVC
Leonel Andrade, presidente da CVC - Imagem: Divulgação

Quando Leonel Andrade estava negociando para assumir o comando da CVC no começo deste ano, ele já tinha na cabeça algumas ações prioritárias. Uma delas era realizar uma transformação digital na operadora de turismo, com a integração de todos os canais de vendas, físico e digital, a chamada "omnicanalidade" no jargão do varejo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas tudo que ele imaginava e queria fazer teve que ser colocado de lado. A maior operadora de turismo do País enfrentava dois graves problemas que precisavam ser resolvidos o mais rápido possível. O primeiro foi a constatação de erros em sua contabilidade, resultado de falhas em controles internos, com impacto de R$ 362 milhões.

O segundo foi a pandemia de covid-19. As medidas para conter a disseminação do novo coronavírus provocaram a pior crise já enfrentada pela empresa e seus pares no setor de turismo e viagens. A deterioração foi tamanha que a sobrevivência da CVC chegou a ser colocada em dúvida no mercado.

Corta para novembro e temos uma companhia muito diferente daquela que Andrade assumiu em 1º de abril. Os balanços foram reapresentados, com os dados corrigidos, e as vendas de pacotes e produtos começam a apresentar sinais de recuperação.

Ainda que a situação esteja longe do ideal, com as ações (CVCB3) acumulando queda 55,7% em 2020, ela já não está mais com a faca no pescoço. A combinação dos esforços de reorganização e um cenário benigno para o setor fez os papéis encerrarem novembro com alta de 48,4%, um alívio para os acionistas – ela é uma corporation, jargão do mercado para definir empresas de capital pulverizado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A situação mais tranquila está permitindo à CVC olhar para frente e lançar novos produtos, um deles sendo um serviço para o público de alta renda, chamado Travel Boutique, segundo adiantou Andrade em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro.

Leia Também

“A CVC passou pela crise. É uma empresa de baixíssimo risco que vai retomar o caminho de crescimento”, disse ele. “Se tivessem me perguntado três meses atrás, diria que estávamos negociando para ter tranquilidade. A empresa agora está vivíssima e com capacidade de caixa para honrar seus compromissos e crescer.”

Distorções contábeis

Depois de seis anos no comando da Smiles (SMLS3), Andrade chegou à CVC encarando problemas nada simples. No final de fevereiro, a empresa anunciou ao mercado que encontrou, em avaliação preliminar, indícios de erros na contabilização de valores transferidos aos fornecedores de serviços turísticos.

Ao contratar estes serviços, a empresa faz uma provisão dos valores a serem pagos aos fornecedores. No entanto, essas cifras não necessariamente corresponderam ao que, de fato, foi transferido. Na ocasião, a empresa estimou que o impacto potencial acumulado na receita líquida de vendas seria de R$ 250 milhões, considerando os resultados de 2015 a 2019.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora o conselho de administração tenha instaurado imediatamente uma comissão independente para investigar o caso, a notícia caiu como uma bomba no mercado. No pregão seguinte, as ações recuaram mais de 10%. Quando a revisão das demonstrações foi concluída, os ajustes acabaram somando R$ 362,4 milhões.

O comitê constatou que a CVC tinha deficiências nos processos e controles contábeis, fatores que contribuíram para a ocorrência das distorções. E, para piorar, apontou indícios, não conclusivos, de que os resultados podem ter sido intencionalmente manipulados.

O caso precisava ser resolvido rapidamente. A covid-19 paralisou o mercado de turismo, fazendo com que a CVC praticamente não registrasse receita no segundo trimestre – R$ 3 milhões, para ser exato, queda de 99,3% em relação ao mesmo período de 2019.

Sem faturamento, ela precisava renegociar suas dívidas com os credores para preservar caixa e seguir em frente. Ela tinha R$ 600 milhões em dívida vencendo em novembro e necessitava obter dos detentores de suas debêntures o chamado waiver, um adiamento do vencimento destes títulos, que somavam R$ 1,5 bilhão. Mas a falta de balanços com números precisos impedia fechar qualquer acordo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Assim, começou-se uma corrida contra o tempo para ajustar as demonstrações financeiras em atraso. “Tivemos um trabalho imenso para republicar tudo”, conta Andrade. “Foi um estresse imenso e consumiu muita energia nas soluções.”

Junto com a reapresentação dos balanços, a CVC passou a ter agora uma estrutura de controle para evitar a repetição deste tipo de situação, incluindo a criação de uma área de compliance, o que tende a evitar a repetição de um episódio do tipo.

Sobre possíveis responsabilizações, ele disse que o assunto agora está com o conselho de administração, que deve tomar alguma atitude a respeito. “Não tem prazo [para divulgação de medidas], mas óbvio que o negócio não pode ficar para sempre. Acredito que [uma proposta para responsabilização] vai ser submetida à assembleia”, disse.

E ressaltou que não existem suspeitas sobre os funcionários da companhia. “As pessoas que estão trabalhando não têm nada a ver [com o caso], mesmo as pessoas que estavam no passado não têm nada a ver”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Preservando a saúde financeira

Ao mesmo tempo em que corria para republicar os balanços, a diretoria da CVC buscava soluções para lidar com os efeitos da pandemia de covid-19. Praticamente sem faturamento, o foco passou a ser a preservação do caixa.

A empresa acabou realizando ajustes em suas operações, reduzindo a jornada de trabalho e dos salários dos funcionários em 50%, postergando investimentos e projetos não prioritários e suspendendo investimentos em marketing.

A diretoria também foi atrás de novos recursos. Em agosto, ela concluiu a primeira etapa do processo de capitalização, com o aumento do capital social em R$ 301,7 milhões via emissão de novas ações. Para cada papel que compraram, os acionistas receberam um bônus para subscreverem a mais uma ação. Se todos esses direitos forem exercidos, a empresa vai arrecadar um total de R$ 703 milhões.

Ela também repactuou sua dívida como Citibank, elevando o empréstimo que já tinha com a instituição, de US$ 77 milhões para US$ 99 milhões, e contou com uma ajuda do governo federal, que sancionou uma lei em agosto desobrigando empresas do setor de turismo e de cultura de reembolsar os valores pagos pelo consumidor por produtos, desde que assegurem a remarcação dos serviços ou disponibilizem crédito para uso ou abatimento na compra de outros produtos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com tudo isso, a empresa chegou em setembro com uma posição confortável de caixa, de cerca de R$ 1,5 bilhão. E com a publicação dos balanços atrasados, a CVC conseguiu fechar um acordo com os debenturistas para alongar parcialmente as dívidas. O acordo está condicionado ao pagamento imediato de parte do saldo e restrições ao pagamento de dividendos. Ela também se comprometeu com novos covenants (compromissos) financeiros e a implementar um “evento de liquidez”, ou seja, uma captação de recursos no mercado local ou internacional.

“Se tivesse que pagar dívidas naquele momento, iria afetar a retomada das operações”, disse o CEO.

Retomada

Depois de passar os primeiros oito meses de sua administração arrumando a casa para garantir que a CVC continuasse funcionando, Andrade agora consegue começar a pensar em como melhorar e expandir as operações e aumentar as vendas.  

Além da estabilização financeira da companhia, ele passou a contar com a retomada da demanda, puxada pelo turismo nacional, que responde por mais de 60% do faturamento. As vendas totais de setembro atingiram 35% do total registrado no mesmo período de 2019. Parece pouco, mas vale lembrar que, em abril, esse percentual foi de 2%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O turismo doméstico volta razoavelmente mais rápido porque é o que é possível de se fazer neste momento. Com as fronteiras fechadas e o dólar alto, as pessoas preferem ficar mais próximas de casa” — Leonel Andrade, CVC

Dentro do turismo doméstico, as viagens regionais são as que apresentam crescimento robusto. A companhia avalia que destinos como praias, campo e hotéis com espaços ao ar livre devem permanecer como a preferência dos brasileiros nos próximos meses. Roteiros de carro para cidades na vizinhança também são tendência.

A CVC espera chegar ao fim do ano com vendas equivalentes a 50% e 60% do apurado no ano passado. A situação só deve voltar a níveis normalizados em 2023, porque as viagens internacionais, que respondem por 20% das vendas, ainda dependem da vacinação das pessoas e de um recuo do dólar. E o segmento de viagens corporativas só vai reagir com a retomada das convenções e feiras, algo que também não deve ocorrer enquanto não houver uma imunização.

Andrade não acredita que a pandemia vai mudar de maneira estrutural o mercado de turismo, ainda que viagens a trabalho possam diminuir. “A maior parte, o que move [o segmento de viagens corporativas], são os grandes eventos, feiras, convenções. Isso vai voltar, as pessoas querem interagir, e esses eventos são importantes para fechar negócios”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

De olho na alta renda

Enquanto aguarda a retomada das viagens internacionais e corporativas, a CVC investe na diversificação de produtos para viajantes domésticos. Um deles é o Travel Boutique. Conforme adiantado por Andrade ao Seu Dinheiro, trata-se de um produto voltado para o público de alta renda.

A CVC vai oferecer uma seleção de roteiros de viagens, hospedagens e serviços sob medida, como gastronomia assinada por chefs, atendimento 24 horas desde o momento do check in, café da manhã a qualquer hora do dia e traslados exclusivos para realização de passeios privativos.

Para isso, a companhia fechou acordos com hotéis de alto padrão como Palácio Tangara e Emiliano, ambos em São Paulo, Txai, em Itacaré (BA), e Pousada Etnia, em Trancoso (BA).

A iniciativa marca a entrada da CVC no mercado de alta renda. Até então a companhia tinha seus produtos voltados para a classe média. “Ao longo do ano, com a pandemia, a alta renda não foi para o exterior, então criou-se um público gigantesco para o mercado doméstico que quer ter exclusividade”, afirmou Andrade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A empresa está apostando no poder de consumo desta fatia da população. De acordo com a pesquisa “World Travel Market Trends Report”, da consultoria Euromonitor, o gasto médio do turista de alta é de cerca de US$ 20 mil em cada viagem, oito vezes mais do que os cerca de US$ 2,5 mil gastos por um turista tradicional.

A novidade se junta ao serviço de locação temporária de residências Vacation Homes Collection (VHC), que até fevereiro atuava apenas nos Estados Unidos.

Até agora, no País, estão catalogados 40 apartamentos em Gramado (RS) e, até o final de 2020, devem ser oferecidas residências em Canela (RS), Bombinhas (SC), litoral norte de São Paulo a partir da Riviera de São Lourenço, Península de Maraú (BA) e Praia do Forte (BA), totalizando 1 mil propriedades disponíveis para locação no País.

O movimento é uma forma da CVC de acompanhar as mudanças no mercado de turismo, que começaram desde antes da pandemia, com novas empresas promovendo o fim da intermediação feita pelas operadoras entre viajantes e serviços. Para Andrade, as disrupções provocadas pela tecnologia não devem parar por aí, por isso é preciso acompanhar as novidades.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A gente também vai ter que entrar no mundo digital”, disse. “Mas temos uma marca confiável, temos distribuição física em todo lugar e vamos agregar tecnologia, omnicanalidade, novos produtos. Novas tecnologias e entrantes são uma ameaça se você não se transforma.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

ONDE INVESTIR EM 2026

Nubank (ROXO34), Localiza (RENT3) e mais: as 10 ações para investir em 2026, com cortes na Selic e eleições à vista

21 de janeiro de 2026 - 18:00

Em painel do evento Onde Investir em 2026, do Seu Dinheiro, grandes nomes do mercado analisam os cenários para o Ibovespa em 2026 e apontam as ações que podem se destacar mesmo em um ano marcado por eleições

MERCADOS HOJE

Ibovespa bate os 171 mil pontos pela primeira vez: o que está por trás da disparada do índice?

21 de janeiro de 2026 - 14:04

Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores

DE MALAS PRONTAS

PicPay, fintech da J&F, dos irmãos Batista, busca levantar mais de R$ 2,34 bilhões em IPO nos EUA

20 de janeiro de 2026 - 12:29

O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA

MEXENDO NA CARTEIRA

XP Malls (XPML11) vai às compras? FII de shoppings mira captação de R$ 400 milhões com emissão de cotas, com espaço para buscar ainda mais

20 de janeiro de 2026 - 11:46

A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços

O QUE FAZER COM AS AÇÕES

Sabesp (SBSP3): mercado projeta destruição bilionária de valor, mas JP Morgan vê exagero e mostra ‘saídas’ para a empresa

19 de janeiro de 2026 - 10:38

Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório

REPORTAGEM ESPECIAL

A Selic vai cair — mas isso resolve o drama das empresas mais endividadas da bolsa? Gestores não compram essa tese 

19 de janeiro de 2026 - 6:09

Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar