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Resultados prometem trazer uma boa temperatura de como vários setores da economia se comportaram no quarto trimestre deste ano e também em 2019 como um todo
Um banco, uma varejista e uma produtora de papel e celulose. A segunda semana da temporada de balanços das empresas que fazem parte do Ibovespa promete trazer uma boa temperatura de como vários setores da economia se comportaram no quarto trimestre deste ano e também em 2019 como um todo.
Quem dá o "start" é o Bradesco, que apresenta os seus resultados já na quarta-feira (5). Na sequência, vem a Lojas Renner e a Klabin que divulgam os seus balanços na quinta-feira (6).

Mesmo com a expansão das fintechs, aumento da competição, o Bradesco não fará feio nesta temporada.
Segundo as estimativas dos analistas compilada pela Bloomberg, o banco deve apresentar um crescimento de 13,7% em seu lucro líquido ajustado no quarto trimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, o lucro líquido pode passar de R$ 5,7 bilhões para R$ 6,5 bilhões.
A combinação do avanço da carteira de crédito pessoal, consignado e de financiamento de veículos, retornos ainda altos e inadimplência controlada devem ser alguns dos fatores que devem ajudar manter os lucros do Bradesco ainda bem fortes no trimestre.
As operações de seguros, previdência e capitalização também devem dar um boom extra para o lucro do banco, assim como fizeram no último trimestre.
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E mesmo diante de um cenário de queda de juros e crescimento da concorrência, o retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) do Bradesco deve fechar o quarto trimestre em 20,05% e manter o movimento de alta visto nos últimos trimestres.
Apenas para fins de comparação, o indicador fechou em 20,2% no terceiro trimestre de 2019 e em 19,7% no quarto trimestre de 2018.
Apesar do ambiente mais desafiador, o potencial de alta para as ações continua chamando a atenção dos analistas, ainda que o desempenho dos papéis recentemente tenha sido ruim. Hoje, os papéis preferenciais do Bradesco (BBDC4) possuem 14 recomendações de compra, cinco de manutenção e uma de venda. E segundo as estimativas dos analistas compilada pela Bloomberg, o preço-alvo para as ações em 12 meses é de R$ 43,76.
Depois de dois períodos consecutivos de recuo na última linha do balanço, a Lojas Renner vai finalmente ver uma alta no lucro líquido do quarto trimestre. Pelo menos é isso o que esperam os analistas ao apresentar as estimativas para a companhia.
Para o quarto trimestre, os especialistas acreditam que o lucro líquido ajustado da empresa possa chegar a R$ 531,6 milhões, ante os R$ 443 milhões reportados um ano antes, o que representa uma expansão de 20,0%.
De olho na perspectiva de bom desempenho das vendas nas mesmas lojas (SSS, na sigla em inglês), que considera as unidades abertas há pelo menos um ano, além do potencial de ganho de participação de mercado (market share) e de aumento da presença no meio digital, os analistas esperam que a companhia apresente melhoras também na receita líquida.
Segundo as estimativas compiladas pela Bloomberg, os especialistas aguardam um incremento de 13,3% na receita líquida fazendo com que o indicador chegue aos R$ 3,238 bilhões no quarto trimestre.
O Ebtida (lucro antes de juros, amortização, depreciação e impostos), por sua vez, também vai apresentar alta de 14% e ficar em R$ 846,3 milhões.
A ação é hoje uma das queridinhas de casas como o BB Investimentos. Em sua carteira mensal, o braço de ativos do Banco do Brasil manteve a recomendação de compra para os papéis.
Segundo a instituição financeira, a companhia deve continuar entregando uma receita consistente e crescimento de margem, por meio das suas iniciativas digitais.
Entre os destaques está o fato de que a Renner apresentou quatro pilotos de lojas em que há autopagamento (self checkout) e que as vendas por essa forma de pagamento já representam 20% do total, assim como o uso de inteligência artificial para prever modelos e melhorar a transição das coleções entre as estações.
Hoje, os papéis da Lojas Renner (LREN3) possuem 15 recomendações de compra e cinco recomendações de manutenção. De acordo com os dados compilados da Bloomberg, o preço-alvo para o papel em 12 meses é de R$ 60,68.
Após ver o seu lucro líquido dobrar no terceiro trimestre do ano passado, a Klabin deve reportar uma situação bastante diferente no último trimestre de 2019.
Segundo o compilado de estimativas da Bloomberg, os analistas esperam uma queda acentuada de 57% no lucro líquido ajustado da empresa, que deve fechar o trimestre em R$ 356,8 milhões.
Mesmo com o recuo drástico na última linha do balanço, a companhia deve mostrar uma melhora em relação ao terceiro trimestre, quando o lucro líquido ficou em R$ 207 milhões.
Outro indicador da Klabin que também deve vir com contração expressiva é o Ebitda. De acordo com as estimativas dos analistas, ele deve cair 23,7% e ficar em R$ 864,3 milhões.
Uma das possíveis razões para a queda está no fato de que os preços da celulose melhoraram, mas ainda sim ficaram perto dos menores níveis já vistos nos últimos anos.
Seguindo na mesma linha, a receita líquida também deve recuar 8,1% no quarto trimestre ante o mesmo período de 2018. Nas estimativas dos analistas, o indicador deve fechar em R$ 2,6 bilhões no último trimestre do ano passado.
A queda ainda é fruto do menor volume de vendas e efeito da contração nos preços nos mercados de celulose e kraftliner ocorrida no ano passado.
Hoje, a Klabin possui sete recomendações de compra, sete de manutenção e duas de venda. Segundo o compilado das estimativas feito pela Bloomberg, o preço-alvo dos papéis em 12 meses é de R$ 20,34.
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