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Decisão foi impulsionada pela pandemia nos EUA; empresa diz que vai pagar US$ 428 milhões em bônus aos colaboradores americanos
A multinacional Walmart planeja deixar a lojas fechadas nos Estados Unidos no Dia de Ação de Graças. A medida representa um baque na tradição da Black Friday da companhia, que dá início ao saldão na data do feriado.
A pandemia da covid-19 impulsionou a decisão da empresa, após a sugestão do supervisor de uma das unidades da companhia no país. A ideia seria de que, em um ano atípico, os colaboradores pudessem passar mais tempo com a própria família.
No Dia de Ação de Graças, o Walmart geralmente abre as lojas no horário normal de funcionamento, mas retira os produtos da Black Friday das prateleiras - disponibilizado-os ao anoitecer.
No ano passado, a rede começou as vendas promocionais às 18 horas, atraindo uma multidão do lado de fora das lojas. A cadeia de armazéns Sam's Club, que faz parte do grupo, deve tomar a mesma medida de fechamento.
O Walmart e outras varejistas tradicionalmente abrem no Dia de Ação de Graças. Mas a estratégia é criticada por parte dos consumidores, que defende que os empregados da companhia possam passar o feriado com a família. Algumas empresas têm mudado de posicionamento.
O Walmart anunciou que vai pagar um novo bônus de US$ 150 a US$ 300 ao empregados da companhia no dia 20 de agosto, o que deve somar US$ 428 milhões.
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O valor mínimo por colaborador equivale a R$ 780 pela cotação de ontem. Segundo a empresa, o dinheiro extra marca o terceiro bônus que a empresa paga desde o início da pandemia.
Uma das maiores varejistas do mundo, o Walmart lucrou e US$ 3,99 bilhões no primeiro trimestre fiscal deste ano, em meio à crise do coronavírus. Na manhã desta quarta-feira (22), as ações da empresa registravam leve queda no pré-mercado, mas avançaram 10% desde o início do ano.
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