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O ministro do STF Celso de Mello parece ter combinado com o mercado financeiro. A liberação do vídeo da já famosa reunião ministerial de 22 de abril caiu na internet quase ao mesmo tempo em que os investidores faziam os últimos negócios antes do fechamento da bolsa.
Quem tentou acessar os vídeos diretamente pelo site do Supremo não deve ter conseguido, provavelmente diante do grande número de acessos simultâneos.
Mas você já pode ter acesso à íntegra da transcrição do encontro nesta matéria, que traz também alguns dos “melhores momentos” das falas do presidente Jair Bolsonaro e dos ministros.
A que conclusões chegamos até agora? Não vou me ater às questões ideológicas. Nesse sentido, acredito que o material dá margem tanto aos apoiadores quanto aos detratores do presidente reforçarem suas convicções. Ou seja, duvido muito que alguém vai mudar de lado depois de assistir ao vídeo.
No que toca às declarações do ex-ministro Sergio Moro, a gravação traz o já conhecido trecho sobre o suposto desejo de Bolsonaro intervir na Polícia Federal.
O saldo político dessa história ainda vai ser contabilizado. Mas pelo menos na primeira interpretação dos “críticos de cinema” do mercado financeiro, a divulgação foi positiva para o governo.
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Com a bolsa já fechada, a reação foi concentrada no Ibovespa futuro, que passou a subir forte logo após a liberação do vídeo.
O desempenho contrasta com a tensão que rondou as mesas de operação ao longo do dia. A bolsa fechou hoje em queda de 1,03% e o dólar ficou praticamente estável.
Mesmo assim, a semana foi amplamente favorável ao mercado de ações, como mostra o Victor Aguiar.
O crescimento acelerado do e-commerce levou o BTG Pactual a elevar a recomendação — para compra — da Via Varejo. Para os analistas, a dona das redes Casas Bahia e Via Varejo conseguiu se adaptar bem ao desafio de migrar suas vendas das lojas de rua para os canais digitais. A Jasmine Olga conta nesta matéria a visão do banco para os números da varejista e também qual o potencial de valorização das ações.
Com a pandemia do coronavírus, vamos voltar 15 anos no tempo — pelo menos do ponto de vista automotivo. Essa é a expectativa do presidente da Fiat na América Latina, Antonio Filosa. Ele disse, contudo, que a montadora não a intenção de deixar o país. Pelo contrário, a empresa mantém o seu plano de investimentos de R$ 14 bilhões no Brasil.
Apesar de sinalizar o prosseguimento de cortes de juros no último Copom, o Banco Central procurou mostrar que não há um “vale tudo” para a Selic. A manifestação do diretor de política econômica, Fábio Kanczuk, vai nessa linha: a de que, com certo limite mínimo de juros, será necessária precaução para se equilibrar o patamar da Selic e do câmbio. Leia mais sobre a fala do diretor do BC.
A semana foi de alívio nos mercados locais. Politicamente, investidores gostaram da reunião entre o presidente Jair Bolsonaro, os presidentes da Câmara e do Senado e os governadores. De fato, foram dias atípicos, mas até onde vai esse cessar-fogo em Brasília? O Victor Aguiar e eu conversamos sobre o assunto no nosso podcast — que agora é feito ao vivo no nosso canal do YouTube. Se você perdeu a transmissão, vale a pena assistir!
Carlos “Kaiser” foi um jogador de futebol de carreira longa, capaz de seduzir cartolas e descolar bons contratos, mas que quase nunca entrou em campo. E o que isso tem a ver com você? Bem, já parou para pensar se quem te dá recomendações de investimentos tem experiência nos gramados do mercado? Esse é o tema da coluna da palmeirense Ana Westphalen. Vale muito a pena ler!
Um ótimo fim de semana para você.
Aquele abraço!
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