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Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
A esta altura do campeonato, você que é leitor da Empiricus+ já deve ter ouvido falar sobre o momentum crescente do Halo trade — sigla para Heavy Assets, Low Obsolescence.
Trata-se de uma abordagem financeira meio vintage, na medida em que privilegia empresas de commodities, infraestrutura e utilities que fornecem recursos para os altos casos de tecnologia/IA ou são tão brutas que não podem ser substituídas por algoritmos.
Ironicamente, a renda variável brasileira, que é underweight em tecnologia, acabou se beneficiando disso, sobretudo através de sua exposição a commodities como minério de ferro e petróleo.
De fato, essa tem sido a primeira pernada do movimento, e é provavelmente uma pernada com bastante elasticidade à frente. Se você ainda não ganhou dinheiro com o Halo trade até aqui, pode seguir pegando carona e ser muito feliz, sem remorso pelo atraso.
Ao mesmo tempo, porém, enquanto uma pernada seminal se manifesta, já precisamos pensar em suas derivadas. É sobre isso que eu quero falar hoje.
Se as commodities amplas já lideram o movimento de alta, sugerindo um novo ciclo secular de valorização, as commodities agrícolas ainda estão tomando coragem para seguir a tendência (conforme mostra o gráfico abaixo).
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Isso possivelmente ajuda a entender por que as ações de SLC estavam em banho-maria, e de repente acordaram em meio a um sell-off generalizado das bolsas internacionais.

Ou seja, dólar ou petróleo não são as únicas formas possíveis de hedgear sua carteira.
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo.
PS. Se você ainda não assina nossos conteúdos de análise e quer ter uma visão completa das classes de ativos (incluindo hedges conjunturais), convido-lhe a conhecer o novo pacote Empiricus+. Por apenas R$ 14,90/mês, nada vai lhe faltar nesta vida financeira, e nem na próxima.
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