O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No Brasil, 21% acreditam que o momento é bom para comprar ações, inferior à média global, de 23%. Além disso, 64% dos brasileiros vão esperar os preços caírem mais para voltar a comprar
Em meio à crise econômica mundial causada pela pandemia do novo coronavírus, os investidores e empresários brasileiros estão mais pessimistas com uma recessão global do que a média de outros 13 mercados que participaram de levantamento semestral do banco suíço UBS.
A pesquisa busca medir o sentimento de quem aloca recursos pelo mundo. E uma particularidade dos resultados brasileiros é que uma das principais preocupações é a possibilidade de inquietação social causada pelo aumento do desemprego, receio maior até do que o de que autoridades econômicas deixem o governo.
Segundo a pesquisa, 78% dos investidores e empresários do Brasil acreditam que é muito provável que haja uma recessão global nos próximos 12 meses, acima dos 60% registrados para a média de todos os países. O número brasileiro é maior também do que o de outros emergentes latino-americanos, como México e Argentina, ambos com 69%.
Os dados apontam também que, no Brasil, o otimismo com o curto prazo (12 meses) alimenta 44% dos investidores brasileiros, abaixo dos 46% para todos os mercados. Já no longo prazo (10 anos), o otimismo brasileiro é um pouco maior, de 71%, contra 70% para os demais.
No Brasil, 21% acreditam que o momento é bom para comprar ações, inferior à média global, de 23%. Além disso, 64% dos brasileiros vão esperar os preços caírem mais para voltar a comprar, enquanto no mundo esse tipo de postura atinge 61% dos investidores.
"Noventa e seis por cento dos investidores no mundo inteiro afirmam que o covid-19 causou um impacto em seus estilos de vida. A maioria pratica o distanciamento social, evitando multidões e abstendo-se de viajar. Porém, seus pontos de vista divergem sobre quando o pior da crise vai passar, com um terço mencionando junho e outro terço evocando o final do ano, ou até mais tarde", destaca Paula Polito, vice-presidente divisional do UBS Global Wealth Management.
Leia Também
As maiores preocupações no Brasil, além do próprio coronavírus, são a inquietação social que poderá ocorrer como consequência do aumento do desemprego (54%) e, em seguida, a possibilidade de autoridades econômicas deixarem o governo (43%). Nos outros países, os maiores receios, depois do vírus, são a queda dos mercados e as políticas locais.
O UBS entrevistou mais de 2.928 investidores e 1.180 empresários com um patrimônio líquido mínimo de US$ 1 milhão em ativos investidos (no caso de investidores) ou pelo menos US$ 1 milhão em receitas anuais e pelo menos um funcionário além deles próprios (no caso de empresários) entre 1º e 20 de abril de 2020. A amostragem global foi dividida em 14 mercados: Argentina, Brasil, China, França, Alemanha, Hong Kong, Itália, Japão, México, Cingapura, Suíça, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e EUA.
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão
Para a XP, o principal índice da bolsa brasileira pode chegar aos 235 mil pontos no cenário mais otimista para 2026
Discurso de separação não tranquilizou investidores, que temem risco de contágio, dependência financeira e possível inclusão da subsidiária no processo de recuperação
Fluxo estrangeiro impulsiona o Ibovespa a recordes históricos em janeiro, com alta de dois dígitos no mês, dólar mais fraco e sinalização de cortes de juros; Raízen (RAIZ4) se destaca como a ação com maior alta da semana no índice
Queda do bitcoin se aprofunda com liquidações de mais de US$ 2,4 bilhões no mercado como um todo nas últimas 24 horas, enquanto incertezas macro voltam a pesar sobre as criptomoedas
Novos recordes para a bolsa brasileira e para o metal precioso foram registrados no mês, mas as ações saíram na frente
A adesão ao leilão não é obrigatória. Mas é mais difícil vender ações de uma companhia fechada, que não são negociadas na bolsa
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
O banco avalia que a estratégia de aquisição via troca de cotas veio para ficar e, quando bem executada, tem potencial de geração de valor
Uma fatia menor da carteira dos brasileiros está em ativos na bolsa, como ações, ETFs, FIIs e outros, e cresce a proporção dos investidores que pretende reduzir sua exposição à renda variável
Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA
Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas
Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público
Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%
A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira
Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa
Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais
Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global